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‎Döring, Hans-Walter:‎

‎Technik und Ethik : d. sozialphilos. u. polit. Diskussion um d. Gentechnologie.‎

‎Papier lichtbedingt nachgedunkelt, kleine Lesespuren aber sonst sauber. EINLEITUNG 1. G e s a m t t h e m a t i s c h e r Uberblick 13 2. T h e m a t i s c h e Eingrenzung und p r o blemrelevante Fragestellungen 14 3 . S t r u k t u r i e r u n g und A r b e i t s t h e s e n 17 II. DIE GENETISCHE MANIPULATION DES MENSCHEN IM POLITISCHEN, WISSENSCHAFTSGESCHICHTLICHEN UND SOZIALPHILOSOPHISCHEN KONTEXT 1. Die Z ü c h t u n g d e s M e n s c h e n : Von d e r Idee z u r Realisierung.... 2 0 2. D a s S e l b s t v e r s t ä n d n i s d e r N a t u r w i s s e n s c h a f t 2 3 3. Die Gentechnologie in d e r Kontinuität r e c h t s k o n s e r v a t i v e r Weltbilder 2 6 4. N a t u r und Technik: Sozialphilosophische Positionen 2 8 4.1 Positionen d e r Technikphilosophie 2 8 4 . 2 Positionen d e r Naturphilosophie und d e s N a t u r r e c h t s 3 0 4 . 3 Positionen d e s Rechtspositivismus 3 2 4 . 4 Begründung, Problematik und E n t w u r f e i n e r 'neuen Ethik' 3 3 4.4.1 'Kodifizierung d e r Ethik' o d e r 'Neue Ethik'? Z u r Begründung und Problematik e i n e r t e c h n i k a d ä q u a t e n Ethik.... 3 3 4 . 4 . 2 Das Prinzip V e r a n t w o r t u n g 3 5 III. DIE ETHISCHEN IMPLIKATIONEN MODERNER TECHNIK AM BEISPIEL DER BEFRUCHTUNGSMEDIZIN UND GENTECHNOLOGIE 1. Die Gentechnologie: Eine Definition als B e w e r t u n g s m a ß s t a b 41 2. D a s Verhältnis von Humangenetik und Befruchtungsmedizin 4 2 3. Die künstlichen B e f r u c h t u n g s t e c h n i k e n und ihre e t h i s c h e n Implikationen 4 3 3.1 Die Grundvariablen d e r B e f r u c h t u n g s t e c h n i k e n 4 3 3 . 2 Die Bedeutung d e r Indikationen 4 4 3 . 3 Die B e f r u c h t u n g s t e c h n i k e n : V e r f a h r e n , Indikationen, Fragestellungen .44 3.3.1 Die homologe In-vivo-Fertilisation 4 4 3 . 3 . 2 Die Kryokonservierung 4 4 3 . 3 . 3 Die h e t e r o l o g e In-vivo-Fertilisation Die In-vitro-Fertilisation (IVF) und d e r E m b r y o t r a n s f e r (ET) a l s Bindeglied z w i s c h e n Befruchtungsmedizin und Humangenetik 4 9 3.3.4.1 Die Indikationen z u r IVF 5 0 3 . 3 . 4 . 2 D e r V o r g a n g und die Anwendungshäufigkeit d e r IVF 51 3 . 3 . 4 . 3 Die K e r n f r a g e und die Bedeutung d e r IVF 5 2 3 . 3 . 5 Die homologe IVF 5 3 3 . 3 . 6 Die Bedeutung d e r Kryokonservierung im Rahmen d e r IVF 5 3 3 . 3 . 7 Die h e t e r o l o g e IVF 5 5 3.3.7.1 Die L e i h m u t t e r s c h a f t und d a s Wohl d e s Kindes 5 6 3 . 4 W e i t e r f ü h r e n d e Überlegungen z u r Kombination von IVF, Kryokonservierung und L e i h m u t t e r s c h a f t hinsichtlich d e s V e r h ä l t n i s s e s von Technik und Ethik 5 8 4 . E m b r y o n e n e x p e r i m e n t e 6 0 4.1 Die IVF als V o r a u s s e t z u n g z u r Anwendung zellbiologischer und g e n t e c h n o l o g i s c h e r Methoden a m M e n s c h e n 6 0 4 . 2 Die F o r s c h u n g mit menschlichen Embryonen - B e s c h a f f u n g , Legitimationen, E x p e r i m e n t e a u f zellulärer E b e n e 6 0 4.2.1 Die B e s c h a f f u n g m e n s c h l i c h e r Embryonen 6 0 4 . 2 . 2 Die e t h i s c h e n und w i s s e n s c h a f t l i c h e n Legitimationen 61 4 . 2 . 3 Die zellbiologischen V e r f a h r e n im Bereich d e r E m b r y o f o r s c h u n g : Klonen, C h i m ä r e n - und Hybridbildung 6 3 5 . Die Humangenetik 6 5 5.1 Die Humangenetik: Diagnose und T h e r a p i e z w i s c h e n Heilung und Optimierung d e s M e n s c h e n 6 5 5 . 2 Die h u m a n g e n e t i s c h e n V e r f a h r e n 6 8 5.2.1 D e r G e n t r a n s f e r in s o m a t i s c h e Zellen 6 8 5 . 2 . 2 D e r G e n t r a n s f e r in Keimbahnzellen 6 9 5 . 2 . 3 Die G e n o m a n a l y s e 7 0 5 . 3 Ein k o n k r e t e s Beispiel gesellschaftlicher Auswirkungen d e r Humangenetik: Die Anwendungsfolgen d e r G e n o m a n a l y s e im Bereich d e r Pränataldiagnostik und g e n e t i s c h e n B e r a t u n g 7 2 5.3.1 Die V e r f a h r e n und Möglichkeiten d e r Anwendung von P r ä - N a t a l - und P r ä - I m p l a n t a t i o n s - D i a g n o s t i k 7 2 5 . 3 . 2 P r ä n a t a l e - D i a g n o s t i k und p r ä v e n t i v - s e l e k t i e r e n d e Eingriffe als n e u e Therapiemöglichkeit im Sinne positiver Eugenik 7 3 IV. ÜBERBLICK UBER DIE PROGRAMMATIK UND LEITBILDER GESELLSCHAFTLICHER INSTITUTIONEN UND DIE POLITI SCHEN ANSÄTZE ZUR BEWERTUNG UND STEUERUNG BEFRUCHTUNGSMEDIZINISCHER UND GENTECHNISCHER VERFAHREN UND IHRER ANWENDUNG BEIM MENSCHEN 1. P r o g r a m m a t i k und Leitbilder gesellschaftlicher Institutionen 7 8 .1 Die B u n d e s r e g i e r u n g 7 8 1.2 Die B u n d e s t a g s p a r t e i e n 8 1 1.2.1 Die S P D 8 1 1.2.2 Die C D U / C S U 8 3 1.2.3 Die FDP 8 4 1.2.4 Die G r ü n e n 8 5 1.3 Die V e r b ä n d e 8 7 1.3.1 D e r DGB 8 7 1.3.2 D e r BDI 8 9 1.4 Die s t a n d e s p o l i t i s c h e n Entscheidungen und Maßnahmen 9 1 1.4.1 Die Entscheidungen d e s 8 8 . D e u t s c h e n Ä r z t e t a g e s z u r IVF und z u m ET und d e r Beschluß d e r Richtlinien z u r F o r s c h u n g a n f r ü h e n menschlichen Embryonen d e s V o r s t a n d e s d e r B u n d e s ä r z t e k a m m e r 9 1 1.4.2 Die G u t a c h t e n und B e s c h l ü s s e d e s 5 6 . J u r i s t e n t a g e s 1 9 8 6 9 3 1.5 Die Kirchen 9 6 1.5.1 Die Positionen d e r katholischen Kirche 9 7 1.5.2 Die Positionen d e r evangelischen Kirche 9 8 1.6 Die unabhängige Expertenmeinung 100 1.6.1 Die Beurteilung e i n e r s t r a f r e c h t l i c h e n Regelung 101 1.6.2 Die P r o - u n d - K o n t r a - P o s i t i o n e n 1 0 2 1.6.3 Die Bedeutung d e r h i s t o r i s c h e n E r f a h r u n g als W e r t m a ß s t a b d e r Beurteilung 104 2 . Die politische Diskussion und politischen A n s ä t z e z u r B e w e r tung und g e s e t z l i c h e n S t e u e r u n g b e f r u c h t u n g s m e d i z i n i s c h e r und g e n t e c h n i s c h e r V e r f a h r e n 1 0 5 2.1 Von d e r Politisierung z u r 'freiwilligen B e s c h r ä n k u n g ' d e r gentechnologischen F o r s c h u n g anhand von Gen-Richtlinien 1 0 5 2 . 2 Z u den A n s ä t z e n politischer Entscheidungsfindung in d e r z w e i t e n G e n e r a t i o n d e r R i s i k o a b s s c h ä t z u n g m o d e r n e r biologischer F o r s c h u n g 108 2.2.1 'Ethische und r e c h t l i c h e P r o b l e m e bei d e r Anwendung g e n t e c h n i s c h e r und zellbiologischer M e t h o d e n a m Menschen": Ein interministerielles F a c h g e s p r ä c h e r ö f f n e t die politische Diskussion 108 2 . 2 . 2 Die 'Benda-Kommission': E r g e b n i s s e e i n e r interministeriellen A r b e i t s g r u p p e 109 2 . 3 D e r D i s k u s s i o n s e n t w u r f e i n e s G e s e t z e s z u m S c h u t z von Embryonen und die Entschließung d e s B u n d e s r a t e s z u r e x t r a k o r p o r a l e n Befruchtung . 4 ' C h a n c e n und Risiken d e r Gentechnologie'. Einrichtung, A u f g a b e n , E r g e b n i s s e und Empfehlungen d e r p a r l a m e n t a r i s c h e n E n q u e t e - K o m m i s s i o n 114 2.4.1 Die Einrichtung und die Aufgaben d e r Enquete-Kommission ....114 2 . 4 . 2 Beispiele und A n m e r k u n g e n z u d e n E r g e b n i s s e n und Empfehlungen d e r Enquete-Kommission f ü r d e n Bereich d e r Humangenetik 116 2 . 5 Z u r Bedeutung und Funktion d e r Enquete-Kommission im R a h m e n d e r Technologiefolgenabschätzung: Mittel e i n e r A k z e p t a n z s t r a t e g i e o d e r Initiator aktiver gesellschaftlicher T e c h n o l o g i e s t e u e r u n g ? 125 V. ABSCHLIESSENDE BEMERKUNGEN 129 VI. ANMERKUNGEN 131 VII. LITERATURVERZEICHNIS ISBN 9783593339306‎

‎Drunsel, Adam:‎

‎Die Geschichte der deutschen Töpferbewegung. Bearbeitet von Adam Drunsel.‎

‎Gutes Ex.; einige Seiten gering fleckig. - In Frakturschrift. - INHALT : Die Innungen und Bruderschaften; Die Entwickelung der modernen Gewerkschaften; Die örtlichen Vereinsgründungen; Statuten des Hamburg-Altonaer Töpfervereins; Der Dresdner Streik 1873; Streiks und Lohnbewegungen; Die sozialdemokratische Einigungskonferenz in Gotha; Der Verein im Jahre 1878; Das Sozialistengesetz; Die Töpferbewegung bis zum Jahre 1884; Die Töpferbewegung und der dritte Kongreß im Jahre 1888; Der berliner Kongreß 1892; Die erste internationale Konferenz; Der Hildesheimer Kongreß im Jahre 1896; Die erste Aussperrung 1903; Der "neutrale" Gewerkverein der Töpfer und Ziegler (Hirsch-Duncker); Lohnbewegungen und Streiks von 1882-1911; Der Kongreß in Velten 1899; Die Zeit bis zur Magdeburger Generalversammlung / u.v.a. --- Der Zentralverband der Töpfer und Berufsgenossen Deutschlands wurde 1892 als Allgemeiner Unterstützungsverein der Töpfer und Berufsgenossen Deutschlands gegründet und erhielt 1901 seinen endgültigen Namen. In der freien Gewerkschaft waren Töpfer und Ziegler im Deutschen Kaiserreich und in der Weimarer Republik organisiert. Nach dem Ende des Sozialistengesetz wurde auf dem Töpferkongress vom 23. bis 26. Mai 1892 in Berlin beschlossen, zum 1. Juli 1892 eine zentrale Organisation mit dem Namen Allgemeiner Unterstützungsverein der Töpfer und Berufsgenossen Deutschlands zu gründen. 1896 wurde der Name in Zentralverband der Töpfer und Ziegler sowie aller in diesen Berufszweigen beschäftigten Arbeiter und Arbeiterinnen Deutschlands geändert. Ab 1901 hieß der Verband nur noch Zentralverband der Töpfer und Berufsgenossen Deutschlands. Der Zentralverband war Mitglied in der Generalkommission der Gewerkschaften Deutschlands und beim Nachfolger Allgemeiner Deutscher Gewerkschaftsbund. … (wiki)‎

‎Eckstaedt, Anita:‎

‎Nationalsozialismus in der "zweiten Generation" : Psychoanalyse von Hörigkeitsverhältnissen. Suhrkamp-Taschenbuch Wissenschaft ; 1026‎

‎Neues Exemplar - Fünfzig Jahre nach Ausbruch des Zweiten Weltkrieges stellt die Autorin narzißtische Charakterentwicklungen der »zweiten Generation« dar. Die »erste Generation«, die Eltern dieser Kriegskinder, waren im »Dritten Reich« herangewachsen. Gegenüber ihren Kindern sprachen sie nicht von den Ereignissen, vor allem nicht von der Bedeutung, die diese Zeit und dieser Krieg für sie hatte, den sie miterlebt, mitgemacht oder in dem sie mitgewußt hatten. Mit der Deklaration der »Stunde Null« schnitten sie ihre Erinnerungen, ihre Geschichte ab; sie erstarrten in Schweigen, die Fragen der Kinder blieben unbeantwortet. Aber dieses Schweigen drängte sich in das Unbewußte ihrer Kinder ein und entfaltete dort seine Wirkung. Die Sprachlosigkeit ließ die Kinder orientierungslos bleiben und auferlegte ihnen gleichzeitig etwas, das unbegreiflich und nicht ihr eigen war. So mußten sie für die Sünden der Eltern büßen. ISBN 9783518286265‎

‎Edvardson, Cordelia:‎

‎Die Welt zusammenfügen.‎

‎Sehr guter Zustand. - Als Cordelia Edvardson auf einer Lesereise durch die Bundesrepublik ihr Buch Gebranntes Kind sucht das Feuer vorstellte, habe sie, sagt sie, »auch Angst gehabt«, und viele Fragen: Wie denkt man heute über den Holocaust? Wie wird man reagieren, wenn sie, die Tochter der Dichterin Elisabeth Langgässer, vorliest aus ihrem Buch, das von ihrem Weg nach Auschwitz bis unter die Augen von Mengele berichtet? Die Reise durch Deutschland wird zur Reise in die Vergangenheit, die eigene Auschwitz-Erfahrung zum Maßstab für die bundesrepublikanische Gegenwart, die, wie sich herausstellt, längst wieder zur Tagesordnung übergegangen ist: Die deutsche Vergeßlichkeit rechtfertigt sich mit der »Gnade der späten Geburt«. Im zweiten Teil des Buches beschreibt Cordelia Edvardson mit derselben provozierenden Insistenz das Leben in Israel, registriert auch dort, was verdrängt und verschwiegen wird an schreienden Ungerechtigkeiten und Gewalttaten der israelischen Armee in Palästina. Der dritte Teil versucht eine »Abnabelung« von der gehaßten und geliebten Mutter Elisabeth Langgässer, und auch da spüren wir und fangen (als Nachgeborene) an zu begreifen, was das heißt: Opfer zu sein und Überlebende zugleich. ISBN 9783446154988‎

‎Eichmann, Bernd:‎

‎Denkmale deutscher Vergangenheit.‎

‎Tadelloses Exemplar. - Inhalt Vorwort Helden und Mythen Als die Römer frech geworden Das Hermannsdenkmal bei Detmold Römischer Kaiser deutscher Nation? . Der Karlsdom zu Aachen Herr Rotbart, altes Fabelwesen Das Kyffhäuserdenkmal in Thüringen Ausgang des Mittelalters Von Christen leuten weggesperrt Das Frankfurter Judenghetto Der deutschen Sprache Veste Die Wartburg über Eisenach Im Zeichen des Regenbogens . Das Bauernkriegspanorama in Frankenhausen Kapital und Kaiserkrone Fuggerhaus und Fuggerei in Augsburg Pax Optima Rerum . Der Friedenssaal zu Münster Kleinstaatenzeit Tränenberg, Schauergrotte, Jammergeklüft Die schwäbische Feste Hohenasperg Davor, dahinter: Weltgeschichte Das Brandenburger Tor Klassiker, überlebensgroß . Das Goethe-Schiller-Denkmal in Weimar Freiheitskämpfe Der Freiheit eine Gasse! . Das Leipziger Völkerschlachtdenkmal Hoch flattern die deutschen Farben! Das Hambacher Schloß Einigkeit! Und Recht! Und Freiheit? Die Frankfurter Paulskirche Aufbruch zur Nation Ehrentempel teutscher Größen . Die Walhalla lei Regensburg Schicksale einer Säulenheiligen Die Siegessäule im Berliner Tiergarten Kurz und knapp: Krupp Die Villa Hügel in Essen Wagner . und die Folgen Das Festspielhaus Bayreuth Kaiserzeiten Hurra, Germania! . Das Nationaldenkmal im Niederwald Ein Sockel und sein Kaiser . Das Deutsche Eck bei Koblenz Der Alte vom Sachsenwald . Friedrichsruh und das Bismarckbild Im Geiste der Hohenzollern . Die Berliner Gedächtniskirche Anhang Literaturnachweis Bildnachweis . In den Denkmälern und Gebäuden und den Geschichten, die dahinter stehen, wird Vergangenheit faßbar, sichtbar, gegenwärtig. Der Zeitgeist von damals läßt sich noch einmal an einem Zipfel packen. Je mehr man sich ihm annähert, desto mehr enthüllt er sich als das was er ist: »eine dunkler gewordene Art der Gegenwart«. ISBN 9783870663612‎

‎Ellwein, Thomas:‎

‎Die deutsche Universität vom Mittelalter bis zur Gegenwart. Athenäums Programm‎

‎Umschlag etwas berieben, sonst gut erhalten. Vorwort 9 Einführung 11 W o z u eine historische Betrachtung der Universität nützt 11 Was eine historische Betrachtung der Universität erschwert 14 Was hier beabsichtigt ist 17 E R S T E R T E I L Universalität und Partikularität Deutschsprachige Universitäten zwischen mittelalterlicher Tradi tion und neuzeitlicher Staatsentwicklung 21 1. Mittelalter 23 Die europäische und die kirchliche Tradition 2 4 Universität und Obrigkeit 2 9 Das Studium 3 4 2. Neuzeit 38 Universitäten u n d Wissenschaft 3 8 Universität und Territorium 42 Die Universität als Staatsdienerschule 4 7 Das Studium 52 Professoren und Studenten 5 9 3. Texte und Dokumente 61 T 1 Bildung in der vorscholastischen Zeit 61 T 2 Unterricht im Hochmittelalter 6 3 T 3 Universitätsverfassung in Mittelalter und Neuzeit 6 5 T 4 Universitätsprivilegien 6 7 T 5 Edikte für die Universität Frankfurt a. d. O d e r 72 T 6 Die Gründung der Universität Königsberg 7 3 T 7 Landeskinder und landeseigene Universität 76 T 8 Z u r Spruchtätigkeit der Mainzer Juristenfakultät 7 7 T 9 Über Pedelle 78 T 10 Olmützer Vorlesungsverzeichnis 1791/92 8 0 T l l O r d n u n g der Duisburger Universitätsbibliothek 83 T 12 Kosten und Einrichtungen einer Universität T 13 Medizinstudium im 17. Jahrhundert 88 T 14 Theologen als Philologen 9 0 T 15 Studenten als Rabauken 91 T 16 Füchse, Burschen und Philister 9 4 T 17 Studienkosten 9 5 T 18 Freitische für Studenten 9 6 T 19 Ü b e r Studentenhäuser im 18. Jahrhundert 9 7 T 20 Studium 1780 9 9 T 21 Student in Göttingen 1781 101 T 22 Student in Altdorf 1782 102 T 23 Student in Kiel 1791 W E I T E R T E I L D i e deutsche Universität im 19. Jahrhundert 109 1. W i s s e n s c h a f t u n d B i l d u n g - d i e I d e e d e r U n i v e r s i t ä t 111 D e r U mbruch u m 1800 111 Wissenschaft bildet 115 Wissenschaft u n d Technik 120 Die Autonomie der Universität und die Wissenschaft 124 2. P r o f e s s o r e n u n d S t u d e n t e n 128 D e r Akademiker 128 Die Professoren 131 Studium in der Zeit der Burschenherrlichkeit 137 3. T e x t e u n d D o k u m e n t e 143 T 24 Universitäten im Allgemeinen Landrecht für die Preußischen Staaten 1794 143 T 25 Universitätsverfassung in Preußen u m 1860 145 T 26 Die Gründung der Berliner Universität u m 1810 149 T 27 Aus Henrik Steffens' Vorlesungen über die Idee der Universi täten 152 T 28 Die Würzburger Professoren 1844 154 T 29 Die Rostocker Professoren 1889 157 T 30 Die Universität Gießen im Haushaltsplan des Großherzog tums Hessen für 1881 158 T 31 Die Universität Tübingen im Haushaltsplan des Königreichs Württemberg für 1881 165 T 32 Universitäten und Hochschulen in Deutschland / Studenten und Professoren an preußischen Hochschulen 1886/7 166 T 33 Wartburgfest 1817 T 34 Einschränkungen der Lehrfreiheit während der Restaurations zeit 172 T 35 Burschenschaft und Korps in Heidelberg vor 1848 173 T 36 Studentenverbindungen in Greifswald 176 T 37 Polizei u n d Studentenversammlungen 177 T 38 Zulassung von Frauen als Gasthörer 1896 178 T 39 Zulassung von Frauen zum Studium 1908 179 T 40 Errichtung einer Hygiene-Professur 1885 179 T 41 Bibliotheks-Reglement von 1884 181 T 42 Dienstzeiten in der Bibliothek 1886 183 T 43 Henrik Steffens über Johannes von Müller 184 T 44 J. C. Bluntschli über Savigny 185 T 45 Treitschke über Dahlmann und Arndt 186 T 46 Theodor Spitta über Max Weber und Treitschke 188 T 47 A. v. Müller über Th. Heigel 191 T 48 M. J. Bonn über L. Brentano und M. Weber 192 T 49 Selbsteinschätzung der Wissenschaft u m 1900 195 T 50 Studienverlauf von Hans Viktor von U n r u h 198 T 51 . . . von Adolf Wermuth 2 0 0 T 52 . . . von Werner-Otto von Hentig 2 0 2 T 53 . . . von Theodor Spitta 2 0 3 T 54 . . . von Leo Lippmann 2 0 5 T 55 Füchse in Göttingen 2 0 8 T 56 Treitschke in Bonn 1851 2 0 9 T 57 Walther Rathenau in Straßburg und München 1886 und 1889 2 1 1 T 58 Erinnerungen eines Korpsstudenten 1840 2 1 4 T 59 Erinnerungen eines Korpsstudenten 1862 2 1 7 T 60 Juristische Promotionen: Göttinger Promotionsordnung von 1887 2 2 0 T 61 . . . Johann Caspar Bluntschli - Bonn 1829 2 2 1 T 62 . . . O t t m a r von Mohl - Heidelberg 1868 2 2 2 T 63 . . . Georg Michaelis - Göttingen 1885 2 2 3 T 64 . . . Theodor Spitta - Erlangen 1895 R I T T E R T E I L Hochschulexpansion und Hochschulkrise Zur Entwicklung der deutschen Hochschulen seit 1919 225 1. 1914-1945 227 2. Entwicklungen im geteilten Deutschland Hochschulpolitik in der D D R 2 4 0 Weichenstellungen nach 1945 in der Bundesrepublik 243 Hochschulen im Wandel 249 Z u r Entwicklung in den neuen Bundesländern 263 3. Texte und Dokumente 270 T 65 Die Freiheit der Lehre 2 7 0 T 66 Z u r Entstehung der Studentenwerke 271 T 6 7 Der Werkstudent 274 T 68 Studentenschaft und Studentenhilfe in Leipzig 276 T 69 Vorlesungsgebühren 279 T 7 0 NS-Stimmen bei AStA-Wahlen 2 8 0 T 71 Hochschulnot 1932 2 8 0 T 7 2 M . J . Bonn über nationalsozialistische Studenten 283 T 73 Studium in Leipzig 285 T 74 Studium in Jena und Hamburg 288 T 75 Studium in Frankfurt a m Main 291 T 76 Die Rolle der Wissenschaft im Konzept Hitlers 2 9 6 T 7 7 Nationalsozialistische Hochschulpolitik 2 9 7 T 78 Preußische Studentenrechstverordnung vom 12. April 1933 . 299 T 79 Rede Dr. Goebbels' bei der Verbrennung undeutschen Schrift tums vom 10. Mai 1933 3 0 0 T 8 0 Heroisierung der nationalsozialistischen Studenten 3 0 1 T 81 Tübinger Bekenntnis zum Führer 1933 303 T 82 Deutsche Physik 303 T 83 Politische Wissenschaft 3 0 4 T 84 Freiheit der Wissenschaft 305 T 85 Der ,Führer' in juristischer Darstellung 3 0 6 T 86 Aus der Zeit des Neubeginns nach 1945 307 T 8 7 Studentische Kritik a m Neubeginn nach 1945 308 T 88 Hochschulreform durch Studienreform 312 T 89 Hochschulreform im Sozialstaat 313 T 9 0 Widerstand gegen die Hochschulreform VIERTERTEIL: Anhang 319 1. Hochschulen im deutschsprachigen Raum 321 2. Studenten und Professoren — Statistische Anmerkungen . . . 331 3. Bibliographie 340 4. Anmerkungen 350 Verzeichnis der Studienorte 363 Verzeichnis der Studienfächer 366 Quellenverzeichnis der Abbildungen ISBN 9783445085818‎

‎Engl, Richard, Jan Keupp und Romedio Schmitz-Esser (Hgg.):‎

‎StauferDinge: Materielle Kultur der Stauferzeit in neuer Perspektive.‎

‎Sehr guter Zustand. - Die Mittelalterforschung richtet ihren Blick seit einiger Zeit verstärkt auf die historische Sachüberlieferung, die stets kulturell geformt, gebraucht und gedeutet wurde. Vor diesem Hintergrund fokussiert der vorliegende Sammelband auf StauferDinge, also auf Objekte, die in spezifischen historischen Kontexten mit dem Attribut staufisch versehen wurden. Dabei schließt er an die von Knut Görich angeregten Forschungen zu den zeitgenössischen Bildern Friedrich Barbarossas an, die gezeigt haben, wie produktiv der genaue Blick auf Entstehungskontexte, Erwartungshorizonte und Verwendungszusammenhänge in diesem Bereich sein kann. Die einzelnen Beiträge des vorliegenden Sammelbandes behandeln eine große Vielfalt an Objekten: unter anderem eine ganze Reihe unterschiedlicher architektonischer Zeugnisse und Skulpturen, Herrschaftsinsignien, Münzen, Zelte, Fenster, Reliquiare, einen Ring, den Kalkabguss einer Toten oder moderne Barbarossastatuen. Die geschichtliche Dimension dieser Artefakte suchen die Beiträge unter einer dreifachen Perspektive zu entschlüsseln: Sie widmen sich (1.) der arte-faktischen Genese der Objekte, indem sie kulturelle Voraussetzungen, Zeitkontexte und die materiellen Erfordernisse ihrer Erschaffung beleuchten. Thematisiert werden (2.) die Transformations- und Differenzierungsprozesse historischer Sinnzuschreibungen, die sich jeweils an das physische Artefakt knüpften. Schließlich wird (3.) nach dem Stellenwert der ‚Stauferdinge‘ als epistemische Objekte gefragt: Welchen Anteil besaßen sie an den Praktiken mediävistischer Vergangenheitsrekonstruktion, welchen Einfluss auf die Blickachsen populärer Wissensvermittlung? Eine Geschichte der ‚Stauferdinge‘ verheißt daher nicht allein vertiefte Einsichten in die hochmittelalterliche Vergangenheit, sondern zugleich ein verändertes Verständnis unseres heutigen Bildes des ‚staufischen‘ Zeitalters. an Keupp STAUFERDINGE - EIN AUFTAKTIMPULS 11 Claudia Märtl KAROLINGER, OTTONEN, STAUFER? DAS ZIBORIUM VON S. AMBROGIO IN MAILAND 25 Jürgen Dendorfer STAUFERDINGE IM ELSASS FRIEDRICH BARBAROSSA UND ST. FIDES IN SCHLETTSTADT 47 Michail A. Bojcov DAS GOLDENE TOR VON VLADIMIR, KAISER FRIEDRICH BARBAROSSA UND DIE RÄTSEL VON VASILIJ TATISCEV 69 Martin Wihoda DER BUCKELQUADERTURM AUF DER BURG KLINGENBERG EIN BÖHMISCHES STAUFERDING? 91 Markus Krumm »... EINE SCHÖPFUNG SEINES UREIGENSTEN KÜNSTLERISCHEN WOLLENS«? DAS BRÜCKENTOR VON CAPUA UND FRIEDRICH II. 105 Roman Deutinger BURG WOLFSTEIN AN DER ISAR ODER WARUM KONRADIN GERADE HIER GEBOREN WURDE Jochen Johrendt DIE CORONA DUPLEX ALS SYMBOL DES PÄPSTLICHEN AMTES IN DER STAUFERZEIT 141 Richard Engi SONNENSCHIRM UND HÄNGEKRONE UNBEACHTETE INSIGNIEN FRIEDRICHS II. IM FATIMIDISCHEN, NORMANNISCHEN UND PÄPSTLICHEN KONTEXT 151 Jörg Schwarz INTER QUAE PAPILIONEM UNUM PERSPEXIMUS DAS ZELTGESCHENK HEINRICHS II. PLANTAGENET AN FRIEDRICH BARBAROSSA IM SPIEGEL DER OBJEKTGESCHICHTE 167 Michael Matzke ÜBERPRÄGUNG IN DER STAUFERZEIT MÜNZERNEUERUNG UND GELDPOLITISCHE WENDEPUNKTE 187 Christoph Dartmann DAS VERMEINTLICHE HAFENPRIVILEG FRIEDRICHS I. BARBAROSSA FÜR HAMBURG EVOKATION UND UNSICHTBARKEIT DES MITTELALTERS IN EINER MODERNEN METROPOLE 195 Romedio Schmitz-Esser DER BARBAROSSARING IN DER MÜNCHNER RESIDENZ Christoph Friedrich Weber STAUFERERBE EINMAL WÖRTLICH GENOMMEN STAUFERDINGE IN TESTAMENTEN UND LETZTWILLIGEN VERFÜGUNGEN 225 Ludger Körntgen CAPPENBERGER JOHANNESRELIQUIAR UND STAUFISCHE REICHSKRONE ZWEI FALLBEISPIELE FÜR EINE HERMENEUTIK MATERIELLER ÜBERLIEFERUNG 245 Gerd Althoff WAR MIT FRIEDRICH BARBAROSSA GUT KIRSCHEN ESSEN? 259 REGISTER ISBN 9783795436261‎

‎Erdmann, Lothar:‎

‎Die Gewerkschaften im Ruhrkampfe. Von Lothar Erdmann.‎

‎Gutes Ex.; Gebrauchs- u. Lagerspuren; Einband berieben; Bibliotheksexemplar mit Stempeln; geringe hs. Eintragungen (Bleistift). - INHALT : Das Reparationsproblem von der Konferenz des internationalen Anleihe-Ausschusses bis zur Besetzung des Ruhrgebiets: Gläubiger und Schuldner ----- Geschäftliche oder machtpolitische Lösung des Reparationsproblems ----- Die Londoner Konferenz im August 1922 ----- Die Reparationsverhandlungen bis zur Pariser Konferenz der Reparations-Kommission ----- Staat und Industrie in Deutschland ----- Die politischen und wirtschaftlichen Ziele der französischen Regierung ----- Die Reparationsverhandlungen bis zur Londoner Konferenz ----- Die internationale Arbeiterbewegung und die Sanktionspolitik der französischen Regierung bis zum Haager Kongreß ----- Die französische Revision des Versailler Vertrages als Vorbereitung der Ruhrbesetzung ----- Das französische Programm der Ruhrbesetzung ----- Der Beginn des Kampfes: Die Allgemeinen Voraussetzungen des passiven Widerstandes ----- Die Gewerkschaften und die Ruhrbesetzung bis zum Beginn des Vormarsches ----- Internationaler Generalstreik? ----- Die Anfänge des Kampfes Das Problem der nationalen Einheitsfront ----- Angriff und Abwehr bis zum Abbruch des passiven Widerstandes: ----- Der passive Widerstand bis zum Höhepunkt seiner Machtentfaltung ----- Das Schicksal der "Ruhrhilfe" ----- Gewerkschaften und Reichsregierung bis zum ersten deutschen Angebot ----- Die Finanzpolitik der Reichsregierung und der passive Widerstand ----- Das Garantieangebot der Industrie und die Gewerkschaften ----- Der Umschwung ----- Die hohe Politik und der passive Widerstand ----- Der Abbruch des Kampfes. // Der Ruhraufstand, auch Märzaufstand, Ruhrkrieg oder Ruhrkampf genannt, war ein Aufstand von Arbeitern des Ruhrgebiets im März 1920. Der Aufstand erfolgte zunächst zur Abwehr des rechtsgerichteten Kapp-Putsches vom 13. März 1920 und wurde von einem breiten Spektrum politischer Gruppen getragen, die lokal sehr unterschiedlich waren. Im weiteren Verlauf verfolgten dann linksgerichtete Arbeiter das Ziel, die politische Macht zu übernehmen und in manchen Orten eine Räterepublik nach sowjetkommunistischem Vorbild zu errichten. Nach dem Ende des Kapp-Putsches ließ die Reichsregierung den andauernden Ruhraufstand durch Freikorps und Einheiten der Reichswehr niederschlagen. ... (wiki)‎

‎Erhard, Heinrich August:‎

‎( 3 BÄNDE ) Geschichte des Wiederaufblühens wissenschaftlicher Bildung vornehmlich in Deutschland bis zum Anfange der Reformation. Band I - III. (Nachdruck der Ausgabe Magdeburg 1827).‎

‎Sehr gute Exemplare / 3 BÄNDE. - In Frakturschrift. - Aus der Bibliothek von Prof. Wolfgang Haase, langjährigem Herausgeber der ANRW und des International Journal of the Classical Tradition (IJCT). - Heinrich August Erhard (* 13. Februar 1793 in Erfurt; † 22. Juni 1851 in Münster) war deutscher Archivar, Mediziner und Historiker. ... Von 1804 bis 1809 besuchte er das Evangelische Ratsgymnasium Erfurt und studierte von 1809 bis 1812 an der Georg-August-Universität Göttingen Medizin, Geschichte und Philologie. In Erfurt promovierte er 1812 zum Dr. med und 1813 zum Dr. phil. Er wirkte anschließend als praktischer Arzt, ab 1815 am Ende der Koalitionskriege als Militärarzt. Danach wurde er Unterbibliothekar, dann Lehrer am Evangelischen Ratsgymnasium Erfurt, wo er bereits das Abitur bestanden hatte. Von 1822 bis 1827 war er als königlicher Bibliothekar an der Universitätsbibliothek Erfurt tätig. Parallel dazu baute er zusammen mit Ludwig Stock ab 1821 das Provinzialarchiv Magdeburg auf. 1831 wechselte er als königlicher Archivrat und Direktor an das Staatsarchiv in Münster, dem neuen preußischen Provinzialarchiv in Münster. Dort wirkte er noch zwanzig Jahre. Von 1834 bis 1851 war er Direktor des Vereins für Geschichte und Altertumskunde Westfalens, Abt. Münster und Herausgeber der Zeitschrift für Vaterländische Geschichte und Altertumskunde. … (wiki) // INHALT / Kapitel: Geschichtliche Darstellung der wissenschaftlichen Kultur Teutschlands vor der Wiederherstellung der Wissenschaften; Geschichte des Wiederaufblühens wissenschaftlicher Bildung, vornehmlich in Teutschland; Lebensbeschreibungen der Männer, welche die Wiederherstellung der Wissenschaften in Teutschland vornehmlich bewirkten / Conrad Celtes; Marcus Musurus; Philipp Callimachus; Augustin von Olmütz; Die rheinische Gelehrtengesellschaft; Die Danubische Gelehrten-Gesellschaft; Johann Reuchlin; Peter und Franz Bonomi; Georg von Neudeck; Conrad Gummenhart; Jacob von Hochstraten; Peter Eberbach; Ulrich von Hutten; Jakob Faber; Christoph Longolius / u.v.a.m.‎

‎Federspiel, Krista und Hans Weiss:‎

‎Arbeit. 50 deutsche Karrieren. Die Andere Bibliothek ; Band 70. Hrsg. v. Hans Magnus Enzensberger.‎

‎Sehr gutes Exemplar. - EA. - INHALT : Vorwort ---- Hebamme / Maria Bäuerle ---- Film-Produktionsassistentin Claudia Sadowski ---- Parteivorsitzender / Mike Zimmermann ---- Modeverkäuferin / Kerstin Haupt ---- Schreinergeselle / Eberhard Zipser ---- Telefonsexhosteß / Nadja ---- BTX- Fachmann / Steffen Wernery ---- Studentin / Magdalena Federlin ---- Kraftfahrer / Reiner Meikowska ---- Musiker / Blixa Bargeld ---- Koch / Johann Rannegger ---- Taxifahrer / Luigi-Dan Tugui ---- Sozialpädagogin / Eva Schmutterer ---- Malerin / M Angela F Räderscheidt ---- Schriftstellerin / Herta Müller ---- Krankenschwester / Hildegard Müller ---- Vermögensberater / Manfred Ommer ---- Fluglotse / Ulrich Stumbaum ---- Kapitän / Ulrich Drengemann ---- Strafvollzugs-Beamter / Reinhard Steiner ---- Arzt / Michael Berger ---- Arbeitsloser / Günther Becker ---- Schauspielerin / Hanna Schygulla ---- Rechtsanwalt / Wolfgang Schnur ---- Pastor / Friedrich Schorlemmer ---- Bauarbeiter / Hans Fischer ---- Kombinatsdirektor / Bernd Rödiger ---- Bäckermeister / Werner Honold ---- Akkordarbeiterin / Sieghilde Mauermann ---- Journalist / Herbert Riehl-Heyse ---- Kassiererin / Helga Müller ---- Zugbegleiter / Otto Meier ---- Richter / Heinrich Gehrke ---- Architektin / Helga Schmidt-Thomson ---- Polizist / Günter Stegemann ---- Putzfrau / Erna Seltz ---- Automechaniker / Heinz Harzer ---- Bodyguard / Brigitte Herling-Hagelstein ---- Sekretärin / Anneliese Köhler ---- Chemotechniker / Helmut Werner ---- Fernseh-Producer / Wolfgang Rademann ---- Handelsvertreter / Dietmar Worowsky ---- Tante-Emma-Ladnerin / Gisela Lenders ---- Werftarbeiter / Albert Spoo ---- Landwirt / Franz Josef Kroll-Fiedler ---- Manager / Carl H. Hahn ---- Penner / Horst Bartz ---- Kneipenwirtin / Rosa Lier ---- Rentnerin / Margot Offermann ---- Psychotherapeutin / Ilse Deters ---- Bestattungsunternehmer / Werner Peter. ISBN 9783821840703‎

‎Felbick, Dieter:‎

‎Schlagwörter der Nachkriegszeit 1945 - 1949.‎

‎sehr guter Zustand - Dieses ( Lese- ) Wörterbuch verzeichnet die wichtigsten Schlagwörter der unmittelbaren Nachkriegszeit ( Demokratie, Wiederaufbau, Einheit usw. ) und rekonstruiert damit Grundlagen des öffentlichen Diskurses in der Zwischenzeit vor der Gründung der Bundesrepublik bzw. der DDR. Die Quellen des Wörterbuchs sind zahlreiche Zeitungen, Parteiprogramme und Plakattexte. Jeder Artikel bietet Informationen zu Varianten des Lemmas, zur lexikalischen Umgebung und zum Aktualitätszeitraum, rekonstruiert die Wort- und Begriffsgeschichte, entfaltet den sächlich-historischen Kontext und bietet reichhaltiges Zitat- und Belegmaterial aus den Quellen. Ost- und Westzone ( n ) werden gleichermaßen untersucht. Im Vorspann führt der Autor in die Schlagwort-Theorie und historische Grunddaten der untersuchten Epoche „Nachkriegszeit" ein. ISBN 9783110176438‎

‎Ferber, Liselotte von, Peter Ihle Ingrid Schubert u. a.:‎

‎Wieviel Arzneimittel (ver)braucht der Mensch? Arzneiverbrauch in der Bevölkerung: Behandlungshäufigkeiten, Therapiedauer und Verordnungsanlässe. Wissenschaftliches Institut der AOK.‎

‎Gutes Ex.; Einband etwas berieben. - Titelblatt SIGNIERT von Liselotte von Ferber und Ingrid Schubert. - Liselotte von Ferber, Ingrid Schubert, Peter Ihle, Ingrid Köster und Christopher Adam. - Prof. Christian von Ferber zum 70. Geburtstag. - Die Versichertenstichprobe der AOK Dortmund, erhoben von der Forschungsgruppe Primärmedizinische Versorgung, erlaubt regional eingegrenzt die Beantwortung pharmakoepidemiologischer Fragen: Wer erhält welche Arzneimittel, wie lange und warum? Der GKV-Arzneimittelindex dokumentiert seit Anfang der 80er Jahre auf einer repräsentativen Datenbasis Verordnungsvolumina und Entwicklungstrends in der bundesdeutschen Arzneimittelversorgung im Auftrag von Krankenkassen, Ärzten und Apothekern. Die vorliegende Publikation verbindet beide Datenbasen und bietet durch die Verbindung bundesweit repräsentativer Daten mit dem Personenbezug der Versichertenstichprobe Aussagen zu Behandlungshäufigkeiten, Therapiedauer und Verordnungsanlässen für 8 ausgewählte Indikationsgruppen. (Verlagstext) / INHALT : Vorwort --- Arzneimittelverbrauch der Bevölkerung als Gegenstand von Gesundheitsberichterstattung --- Ingrid Schubert --- Antibiotika --- Ingrid Schubert, Peter Ihle --- Antidiabetika --- Liselotte von Ferber, Ingrid Köster --- Bronchospasmolytika und Antiasthmatika --- Peter Ihle, Ingrid Schubert --- Durchblutungsfördernde Mittel --- Ingrid Schubert, Peter Ihle --- Kardiaka --- Ingrid Schubert, Peter Ihle --- Magen-Darm-Mittel --- Ingrid Schubert, Peter Ihle --- Psychopharmaka --- Christopher Adam --- Arzneimittel mit Abhängigkeitspotential unter besonderer Berücksichtigung der Benzodiazepine Liselotte von Ferber, Peter Ihle, Ingrid Schubert. ISBN 3922093116‎

‎Fischer, Erwin:‎

‎Trennung von Staat und Kirche. Die Gefährdung der Religionsfreiheit in der Bundesrepublik.‎

‎Gutes Ex.; leichte Lager- u. Gebrauchsspuren; Einband berieben u. stw. minimal fleckig. - Erwin Fischer (* 7. August 1904 in Reutlingen; † 15. Juli 1996 in Donaurieden) war ein deutscher Jurist. Er gilt als Verfechter einer säkularen Ausrichtung des Staatskirchenrechts und einer konsequenten Trennung von Staat und Kirche. … Als Anwalt vertrat Erwin Fischer Mandanten, deren Weltanschauungsfreiheit er durch eine unzulängliche Trennung von Staat und Kirche verletzt ansah, z. B. in Prozessen wegen Kirchensteuerpflicht des religionsfremden Ehepartners, gegen den Religionsunterricht als Versetzungsfach, gegen die christliche Gemeinschaftsschule als Zwang für alle, gegen Anstalts- und Militärseelsorge, gegen Konkordatslehrstühle. Mit seinem 1964 erstmals erschienenen Buch Trennung von Staat und Kirche formulierte er seine Zielvorstellung einer Gesellschaft, in der es keine Privilegien für bestimmte Religionsgemeinschaften mehr geben soll. Er verstand sich damit als Vordenker für eine Reform des Staatskirchenrechts. … (wiki) // INHALT : Vorwort - Einleitung - Wesen der Grundrechte - Grundrechte sind Rechte des Bürgers gegen den Staat - Naturrechtliche Vorstellungen haben nur ideologische Bedeutung - Grundrechte sind dem Mehrheitsprinzip entzogen - Bedeutung der Grundrechte - Die Rechtsordnung muß sich im Rahmen der Grundrechte halten - Grenzen der Grundrechte - Freiheitssphäre ist nicht ohne Schranken - Das Grundgesetz regelt sie für jedes Freiheitsrecht besonders - Drittwirkung der Grundrechte - Sie wirken grundsätzlich nur gegen den Staat - Ausnahmen sind möglich - Zur Auslegung des Grundgesetzes - Maßgebend ist der objektivierte Wille des Verfassungsgebers - Entscheidend ist der Gesamtinhalt der Verfassung mit ihren Grundsätzen und Grundentscheidungen, in denen ein bestimmter Zustand der politischen Gesamtordnung fixiert ist - ERSTER TEIL, GRUNDBEGRIFFE - Religion und Toleranz - Ohne Verzicht auf Absolutheitsanspruch ist Toleranz nicht möglich - Offenbarungsreligionen neigen zu Intoleranz - Aufklärung hat in der Neuzeit zur Toleranz geführt … Geltung für juristische Personen - Auch für sie gilt Religionsfreiheit - Sie sind daher nicht kirchenbausteuer-pflichtig - Wirkungsbereich - Für die juristische Praxis ist ein Streit über Drittwirkung ohne große Bedeutung - Bedeutung des Glaubenswechsels im Erbrecht - im Eherecht - Ist die standesamtliche Trauung sittenwidrig? - Das Toleranzgebot ist stets zu beachten - Bekenntnisfreiheit - Das Grundgesetz schreibt keine Bindung an das christliche Sittengesetz vor - Recht der freien Wahl und des freien Austritts - Auch eine Entscheidung für keine Religion und Weltanschauung ist durch das Grundgesetz geschützt - Einer Austrittserklärung kommt absolute Wirkung zu - Andere Auffassungen der Religionsgesellschaften sind rechtlich bedeutungslos - Recht der freien Verbreitung - Schranken für das Grundrecht der freien Meinungsäußerung gelten nicht für Religion und Weltanschauung - Auch irreligiöse und antireligiöse Meinungen dürfen frei geäußert werden - Freie Mission und Propaganda - Jeder kann ungehindert missionieren - Aber das Toleranzgebot untersagt Glaubenswerbung bei Abhängigkeitsverhältnissen - Unabhängigkeit der bürgerlichen und staatsbürgerlichen Rechte - Zahlreiche Bestimmungen sichern die Neutralität des Staates - Die Praxis sieht anders aus - Muß ein Lehrer Christ sein? - Anrufung der Verwaltungsgerichte ist sinnvoll - Freiheit des Schweigens - Das Fragerecht ist eng auszulegen - Verfassungswidrige Gerichtspraxis in Ehesachen - Personenstandsgesetz verstößt gegen Schweigerecht - Verbot von Zwang und religiösem Eid - Gesetzliche Eidesformeln widersprechen dem Grundgesetz - Schulgebete sind nur in Bekenntnisschulen erlaubt - Religiöse Erziehungsfreiheit - Artikel 6 II sichert die Rechte der Eltern außerhalb der Schule - Wahlrecht hinsichtlich der Schulart - Staatliches Schulwesen ist nicht subsidiär - (u.v.v.a.)‎

‎Fischer, Eva Susanne:‎

‎Die Strafbarkeit von Mitarbeitern der Kreditinstitute wegen Geldwäsche. Europäische Hochschulschriften / Reihe 2 / Rechtswissenschaft ; Bd. 5160.‎

‎Sehr gutes Ex.; neuwertig. - Durch die Aufnahme des Geldwäschetatbestands in das StGB und die Verabschiedung des GwG werden neben zahlreichen anderen Berufsgruppen auch die Bankmitarbeiter als potentielle Täter vom Straftatbestand des § 261 StGB erfasst. Diese Arbeit zielt darauf ab, einen Ausweg aus der im Ergebnis unbefriedigenden Situation für Angestellte der Kreditinstitute aufzuzeigen. Nach einer einleitenden Übersicht zur Problemstellung, dem Phänomen der Geldwäsche und der Betrachtung der vor Einführung des Geldwäschetatbestands relevanten Straftatbestände folgt eine eingehende Untersuchung des § 261 StGB. Neben der Erörterung des geschützten Rechtsguts wird umfassend zum Tatbestandsmerkmal des „Herrührens" Stellung genommen, wobei insbesondere ein Lösungsansatz für die unter dem Stichwort „Verdünnung" diskutierte Problematik aufgezeigt wird. Im Anschluss widmet sich die Arbeit der Konkretisierung der von § 261 Abs. 5 StGB pönalisierten leichtfertigen Begehungsweise, bevor eingehend das Verhalten des Mitarbeiters und insbesondere des Geldwäschebeauftragen im Verdachtsfalle auf Strafbarkeitsrisiken untersucht wird. ... (Verlagstext) / INHALT : ... geschütztes Rechtsgut. --- Subjektiver Tatbestand. --- Zusammenfassung. --- III. Begünstigung, § 257 StGB. --- Vortat. --- Unmittelbarkeit des Vermögensvorteils. --- Tathandlung. --- subjektiver Tatbestand. --- Zusammenfassung. --- IV. Bildung krimineller Vereinigungen, §§ 129, 129b StGB. --- kriminelle Vereinigung. --- Unterstützungshandlung. --- Subjektiver Tatbestand. --- Zusammenfassung. --- V. Beihilfe, § 27 StGB. --- Hilfeleisten. --- Sukzessive Beihilfe. --- Psychische Beihilfe. --- Vorsatz. --- Zusammenfassung. --- VI. Handeltreiben mit Betäubungsmitteln, § 29 Abs. 1 BtMG. --- §29 Abs. INr.lBtMG. --- § 29 Abs. 1 Nr. 13 BtMG. --- Subjektiver Tatbestand. --- Zusammenfassung. --- C. Fazit. --- Kapitel 2: Strafbarkeitsrisiken für Mitarbeiter der Kreditinstitute wegen --- Geldwäsche durch aktives Tun. --- A. Einfuhrung des §261 StGB. --- I. Ziel des Gesetzgebers. --- II. OrgKG. --- III. GwG. --- IV. § 261 StGB heute. --- B. objektiver Tatbestand des §261 StGB. --- I. bestehende Problematik. --- II. geschütztes Rechtsgut. --- staatliche Rechtspflege. --- Durch die Vortat geschütztes Rechtsgut. --- legaler Finanz- und Wirtschaftskreislauf. --- Ergebnis. --- III. objektive Tatbestandsvoraussetzungen. --- Tatobjekt. --- Gegenstand. --- Vortat. --- Herrühren. --- Ausführungen des Gesetzgebers. --- Kritik der Literatur. --- Probleme. --- (1) Mittelbare Tatgewinne. --- (2) "Vervielfachung". --- (3) "Verdünnung". --- Beschluss des Oberlandesgerichts Karlsruhe. --- (1) Sachverhalt. --- (2) Entscheidung. --- (3) Kritik. --- eigener Ansatz. --- Ergebnis. --- Tathandlung. --- Verschleierungstatbestand, § 261 Abs. 1 S. 1 1. Var. StGB. --- Vereitelungstatbestand, § 261 Abs. 1 S. 1 2. Var. StGB. --- Isolierungstatbestand, § 261 Abs. 2 StGB. --- verschaffen. --- verwahren. --- verwenden. --- Verwirklichte Tathandlung des Bankangestellten unter Berücksichtigung der verschiedenen Bankgeschäfte, die von den --- Tätern zur Geldwäsche missbraucht werden. --- Einzahlung von Bargeld auf ein Konto. --- Überweisungsauftrag ausführen. --- Wertpapiergeschäfte. --- (1) Ankauf von Wertpapieren. --- (2) Verkauf von Wertpapieren. --- (3) Verwahrung von Wertpapieren. --- ( Sammelverwahrung. --- Sonderverwahrung. --- Ergebnis. --- Fazit objektiver Tatbestand. -- (u.v.a.) ISBN 9783631615249‎

‎Flechtheim, Ossip K.:‎

‎Die KPD in der Weimarer Republik. Mit e. Einleitung v. Hermann Weber. basis studienausgaben.‎

‎Gutes Ex.; Einband stw. berieben; hs. Besitzvermerk; Seiten etwas nachgedunkelt. - John H. Herz (gewidmet). - ... Die Gründe, die den Verfasser 1948 zu seiner Arbeit bewogen, sind auch heute noch gültig: das Entstehen, Werden und Vergehen einer Organisation darzustellen, die einmal mit ihren Hunderttausenden von Mitgliedern und Millionen von Wählern die größte Sektion der Kommunistischen Internationale außerhalb Rußlands war und die zugleich die politische und soziale Gestaltung Deutschlands in einer entscheidenden Epoche seiner Geschichte mitbestimmt hat. Und obwohl der Verfasser selbst Zweifel anmeldet, inwieweit Lehren aus der Geschichte zu ziehen möglich ist, läßt sich doch nicht übersehen, daß den Zusammenhängen zwischen politischen Parteiungen, ideologischen oder machtpolitischen Richtungskämpfen und den faktischen Ereignissen einer der wichtigsten Abschnitte unserer jüngsten Vergangenheit nachzugehen, ein wesentliches Lehrstück sein mag, das im vorliegenden Fall zur Tragödie geworden ist. Ossip K. Flechtheim verbindet in seiner Arbeit wissenschaftliche Exaktheit der Arbeitsweise mit einer detaillierten Sachkenntnis über die verschiedenen Gruppierungen, Persönlichkeiten, Tendenzen und Richtungen. In den vergangenen Jahren sind zwar, vor allem durch Wolf gang Abendroth angeregt, eine Reihe gründlicher Monographien über von der KPD abgespaltene Oppositionsgruppen erschienen, eine Gesamtdarstellung der Geschichte der kommunistischen Bewegung in Deutschland zwischen 1918 und 1933 ist jedoch bis heute nicht wieder vorgelegt worden. … Verlagstext) / INHALT : Einleitung von Hermann Weber ---- Die KPD in der Weimarer Republik Vorbemerkung ---- Die "Radikale Linke" im ersten Weltkrieg ---- Die KPD in der revolutionären Übergangsperiode (1918-1923) ---- Die KPD in den Jahren der "relativen Stabilisierung" (1924-1928) ---- Die KPD im Zeitabschnitt der großen Krise der Weimarer Republik (1929-1933) ---- Zur Ideologie und Soziologie der KPD ---- Schlußbetrachtung ---- Bibliographie ---- Anhang ---- Nachwort des Verfassers ---- Personenregister.‎

‎Frank, Dominik (Herausgeber), Ulrike (Herausgeber) Hartung und Kornelius (Herausgeber) Paede:‎

‎"Gefühle sind von Haus aus Rebellen" : Musiktheater als Katalysator und Reflexionsagentur für gesellschaftliche Entwicklungsprozesse. herausgegeben von Dominik Frank, Ulrike Hartung, Kornelius Paede ; Tagung "Gefühle sind von Haus aus Rebellen. Musiktheater als Katalysator und Reflexionsagentur für gesellschaftliche Entwicklungsprozesse" / Thurnauer Schriften zum Musiktheater ; Band 42‎

‎Bestens erhalten. Einleitung von Dominik Frank, Ulrike Hartung und Kornelius Paede 7 Welche Relevanz hat Oper heute? Dominik Frank und Kornelius Paede im Gespräch mit Radio Corax 17 Kapitel 1: Emotion und Immersion „Ich schau dir in die Augen, gesellschaftlicher Verblendungszusammenhang!“ - Adorno, Oper, Manipulation von Valerie Kiendl und Dominik Frank 25 Kulturpolitik - Kultur? Politik? Oper zwischen kultureller Teilhabe und Ökonomien des Ästhetischen Podiumsgespräch mit Kirsten Haß, Sabine Reich und Ulrike Hartung (Moderation) 39 Musiktheater im Spannungsgefüge zwischen ästhetischer Vision und Institution: Eine kulturbetriebliche Verortung von Verdis Messa da Requiem an der Oper Halle von Tillmann Triest 47 Kapitel 2: Make Opera relevant again! Kulturpolitische Transferprozesse. Neue Ästhetiken für ein gesellschaftlich relevantes Musiktheater Podiumsgespräch mit Sophie Diesselhorst, Anno Mungen, Michael v. zur Mühlen und Jeanne Bindernagel (Moderation) 67 Scenographic Architectures Zeitgenössisches Bühnenbild als Intervention und forschende künstlerische Praxis. Sebastian Hannaks Raumbühnen am Opernhaus Halle von Birgit Wiens 77 Transformative Wirkungsweisen im Musiktheater für junges Publikum von Christiane Plank-Baldauf 95Dokumentarisches Musiktheater. Konflikte und Potenziale eines unterschätzten Genres von Kornelius Paede 109 Kapitel 3: Politisches Musiktheater - Hallesche Schule? „Gefühle sind von Haus aus Rebellen“: wie sich die Oper Halle durch die Krise kämpft von Ulrike Hartung 121 Untergang genießen - Wirklichkeit erfinden? Oper als Stadtmusiktheater und Musiktheaterstadt. Podiumsgespräch mit Florian Lutz, Sebastian Hannak, Sarah Mauksch und Kornelius Paede (Moderation) 133 Blick zurück nach vorn! Rede zum Antritt Michael v. zur Mühlens als Bertolt Brecht Gastprofessor der Stadt Leipzig von Günther Heeg 143 Alles brennt! Der hallesche Theaterstreit - Legitimation und Kampf im Kunstfeld von Philipp Amelungsen 149 Kapitel 4: Entkolonialisierung der Oper? Decolonising Opera: Interrogating the genre of opera in the Sahel and other regions in the Global South von Sarah Hegenbart 167 Die Afrikanisierung der Oper? Meyerbeers L'Africaine als Modellversuch Podiumsgespräch mit Lionel Some, Nina Gühlstorff, Patrick Primavesi, Katrin Stock und Philipp Amelungsen (Moderation) 195 Biografien 209 ISBN 9783826071867‎

‎Frenz, Barbara:‎

‎Gleichheitsdenken in deutschen Städten des 12. bis 15. Jahrhunderts : Geistesgeschichte, Quellensprache, Gesellschaftsfunktion. Städteforschung / Reihe A / Darstellungen ; Band 52.‎

‎Ein gutes Exemplar. - INHALT : Vorwort. ---- Einleitung. ---- Forschung und Fragestellung. ---- Methodische Überlegungen und Vorgehen. ---- Der Arbeitsbegriff "Gleichheitsdenken". Seine Ausrichtung an der Sprache städtischer Quellen unter Einbeziehung geistesgeschichtlicher Aspekte. ---- Omnes cuiuscumque conditionis fuerint. Bürgerfreiheiten schaffen noch keine Gleichheit. ---- Das rychen und armen in der statt der gelich und recht beschehe. Die städtische Gleichheitsformel arm und reich und ihre geistesgeschichtliche Dimension. ---- Stadturkundliche Termini und Paarformeln, die "jedermann" und "alle" ansprechen. ---- Arm und reich als politische Legitimationsformel und als Bezeichnung für politische Gruppen. ---- Die allmähliche Durchsetzung der städtischen Gleichheitsformel arm und reich. Quellenbeispiele aus dem 11. bis 13. Jahrhundert. ---- Zur geistesgeschichtlichen Dimension städtischen Gleichheitsdenkens. ---- Das biblisch-christliche Deutungsschema arm -reich. ---- Gleichheitsdenken und die Rolle der Armen in der Herrschaftsethik des früheren Mittelalters. ---- -Die Radikalisierung des herrschaftsethischen Gleichheitsdenkens und des Verhältnisses zu den Armen in der hochmittelalterlichen Armutsbewegung. ---- Gleichheit als soziale Kategorie im mendikantischen Denken und der geistige Einfluß der Bettelorden auf die städtische Gesellschaft im 13. Jahrhundert. ---- Normative Gleichbehandlung und Maßnahmen der Gleichstellung. Der städtische Quellenbefund. ---- Gleichheit als Grundwert in mittelalterlichen deutschen Städten?. ---- Die Gleichbehandlungspflicht städtischer Amtsträger und Bediensteter. ---- Die Ratsherren und die städtischen Gerichte. ---- Die Amtleute der städtischen Märkte und Kaufhäuser. ---- Verschiedene andere städtische Amtleute und Bedienstete. ---- Statutarische Gleichstellung. ---- Die Gleichstellung in der Steuerpflicht. ---- Zur Bedeutung gleichstellender Kleider- und Luxusvorschriften. ---- Zwischenfazit. ---- Bürgergleichheit als eine Konsequenz aus dem städtischen Grund-wert des Friedens. ---- Politische Konflikte. Verhältnisse der Gleichheit im städtischen Rat, ihre friedensstiftende Funktion, "egalitäre" Begründung und zu Hintergründen ihrer Entstehung. ---- Charakteristika paritätischer Ratsordnungen. ---- Die "egalitäre" Begründung paritätischer Ratsneuordnungen. Vierzehn Beispiele. ---- Städtisches Gleichheitsdenken als politischer Reflex konfliktreicher sozialer Mobilität. Die Beispiele Speyer und Konstanz. ---- Das Beispiel Speyer. ---- Die politischen Kontrahenten: "Hausgenossen" und "Zünfte". ---- Die Unruhen von 1304, 1327 und 1330. Beilegung und Konsequenzen. ---- Das Beispiel Konstanz. ---- Die politischen Kontrahenten von 1342 ---- und 1370: "Altgeschlechter" und "Gemeinde". ---- Die Unruhen von 1342, 1370 und 1389. Beilegung und Konsequenzen. ---- Gewerbliche Konflikte. Zum Gleichheitsdenken der schlichtenden Rats- und Zunftobrigkeit. ---- Von der konjurativen "Wirklichkeit" zum bürgerlichen Ideal. Bürgergleichheit bei hoch- und spätmittelalterlichen Autoren. ---- Zusammenfassung. / u.a. ISBN 9783412110994‎

‎Fruhstorfer, Heidi und Marianne Hoppe (u.a.):‎

‎Deutsche Filmstars : meine Begegnungen mit unseren größten Schauspielern. Von Heidi Fruhstorfer.‎

‎Sehr gutes Exemplar. - Hans Albers, Marianne Hoppe, Curd Jürgens, Elisabeth Flickenschildt, Gustav Knuth, Marika Rökk und viele andere Stars des deutschen Films - Heidi Fruhstorfer hat sie alle persönlich kennengelernt. Wie lebten Lil Dagover und Peter Lühr in den 60er- und 70er-Jahren? Warum wurden Antje Weisgerber und Gert Fröbe Schauspieler? Das und vieles mehr erfuhr die Autorin bei diesen aufregenden Begegnungen. Die faszinierenden Fotos ihres Mannes, des Fotografen Georg Fruhstorfer, geben Einblicke in das Alltagsleben und die Karrieren unserer großen Schauspielerinnen und Schauspieler. (Verlagstext) / INHALT : Vorwort ---- Maria Schell - Die Meisterin der Gefühle ---- Peter Lühr - Der stille Weise ---- Therese Giehse - Die große "alte Dame" ---- Gustav Knuth - Der Menschenfreund ---- Elisabeth Flickenschiidt- Die Leidenschaftliche ---- Gustaf Gründgens - Der legendäre Mephisto ---- Marianne Hoppe - Die Königin der deutschen Schauspielkunst ---- Antje Weisgerber - Die sanfte Lady ---- Hans Albers - Der Draufgänger von der Waterkant ---- Olga Tschechowa - Die Grande Dame des deutschen Films ---- Ernst Fritz Fürbringer - Kavalier der alten Schule ---- Liesl Karlstadt und Karl Valentin - Die Komödiantin und der Schwierige ---- Rosa Retty und Romy Schneider - Rosa und Romy, die Hofschauspielerin und ihre Enkelin ---- Curd Jürgens - Kosmopolit und Lebemann ---- Lil Dagover - Die deutsche Greta Garbo ---- Marika Rökk - Der unverwüstliche Wirbelwind ---- Kurt Meisel - Der liebenswerte Wiener Schurke ---- Theo Lingen- Der Jahrhundertkomiker ---- Gert Fröbe - Otto Normalverbraucher und Weltstar. ISBN 9783831322985‎

‎Fuchs, Christel (Bearb.) u.a.:‎

‎( 3 BÄNDE ) Graue Literatur zur Stadt-, Regional- und Landesplanung. Dokumentation. Gutachten. Forschungs- und Planungsberichte. 1/2001; 2/2001 und 1/2002. Kommunalwissenschaftliches Informationszentrum.‎

‎Gute Exemplare; Einbände berieben. - ISSN 0948-2970. - 3 BÄNDE. - Das Deutsche Institut für Urbanistik (Difu) ist das größte wissenschaftliche Institut in Deutschland, das sich mit kommunalen Themenfeldern beschäftigt. Das gemeinnützige und unabhängige Institut untersucht in Forschungsvorhaben kommunalpolitische Fragestellungen und Forschungsthemen. Es erarbeitet darüber hinaus Empfehlungen und Grundlagen für die Arbeit der kommunalen Verwaltungen und der Kommunalpolitik. Eine weitere zentrale Aufgabe des Difu ist die Fortbildung vorrangig kommunaler Führungskräfte in Form von praxisorientierten Seminaren, Forschungsseminaren, Workshops, Konferenzen oder Fachtagungen an institutseigenen Standorten oder vor Ort in den Kommunen. Neben der Wissensvermittlung steht hier der Erfahrungsaustausch im Vordergrund. Das Difu ist in einer flachen Hierarchie organisiert, neben der Institutsleitung existieren Forschungs- und Servicebereiche, in denen die Forschungs-, Fortbildungs- und Informationsaktivitäten gebündelt sind: Forschungsbereich Stadtentwicklung, Recht und Soziales Forschungsbereich Infrastruktur, Wirtschaft und Finanzen Forschungsbereich Mobilität Forschungsbereich Umwelt Bereich Fortbildung Bereich Wissensmanagement Direkt der Institutsleitung angegliedert sind die Stabsstellen Presse- und Öffentlichkeitsarbeit, Redaktion sowie die allgemeine Verwaltung. … (wiki) // Inhaltsgliederung aller 3 Bände: HINWEISE ZUR BENUTZUNG - 1. Sachgliederung. - 2. Referateteil. - 3. Registerteil. - 4. Ausleihe. - REFERATETEIL. - A Raum- und Siedlungsstruktur. - A-1 Raumplanung, Raumordnung, Landesplanung, Regionalplanung, Kreisplanung. - A-2 Stadtplanung, Stadtentwicklungsplanung, Bauleitplanung, Stadtsanierung, Dorferneuerung - A-3 Wohnungswesen, Mietwesen, Bebauung, Wohnumfeld. - A-4 Siedlungsstruktur, Stadtstruktur, Freiraumplanung. - B Bevölkerung. - B-1 Bevölkerungsstruktur, Bevölkerungsentwicklung, Soziographie, Stadtsoziologie. - B-2 Sozialwesen, Sozialarbeit, Sozialinfrastruktur. - B-3 Partei, Verein, Verband, Bürgerinitiative, Kommunalpolitik. - B-4 Erholung, Freizeit. - B-5 Arbeit, Arbeitsmarkt, Ausländer. - C Recht und Verwaltung. - C-1 Verfassungsrecht, Gesetzgebung. - C-3 Baurecht, Bodenrecht, Planungsrecht, Städtebaurecht. - C-4 Kommunale Vertretungskörperschaft, Kommunalbediensteter. - C-5 Gesellschaftsordnung, Sozialverhalten, Partizipation. - C-6 Verwaltung. - D Infrastruktur und Umwelt. - P-1 Verkehr, Öffentlicher Verkehr, Individualverkehr, Verkehrsberuhigung. - D-2 Versorgung, Entsorgung, Energie. - D-3 Umweltschutz, Natur, Landschaft. - D-4 Gesundheitswesen, Krankenhaus, Bestattungswesen. - D-5 Bildungswesen, Schule, Hochschule, Information, Kultur. - D-6 Polizei, Feuerwehr, Zivilschutz, Militärwesen. - E Wirtschaft und Finanzen. - E-1 Wirtschaftsentwicklung, Wirtschaftsplanung, Wirtschaftspolitik, Wirtschaftsförderung,Standort - E-2 Haushaltswesen, Steuer, Gebühr, Finanzwesen, Finanzausgleich. - E-3 Landwirtschaft, Forstwirtschaft, Industrie, Handel, Handwerk, Gewerbe, Fremdenverkehr. - F Geschichte, Grundlagen. - F-1 Landesgeschichte, Siedlungsgeschichte, Stadtgeschichte. - F-2 Institutionengeschichte, Baugeschichte, Denkmalschutz. - F-4 Theorie, Methode, Hilfsmittel, Statistik. - REGISTERTEIL. - Autorenregister. - Institutionenregister. - Sachregister. - Regionalregister.‎

‎Gailberger, Steffen (Herausgeber) und Ralph (Herausgeber) Köhnen:‎

‎Ideologiekritik und Deutschunterricht heute? : Analysen und Handlungsansätze 50 Jahre nach Gründung des Bremer Kollektivs. Steffen Gailberger/Ralph Köhnen (Hrsg.) / Positionen der Deutschdidaktik ; Band 14‎

‎Tadelloses, neuwertiges Exemplar. Vor 50 Jahren erschien Heinz Ides "Bestandsaufnahme Deutschunterricht", die Gründungsurkunde des Bremer Kollektivs. In ihr wurde der damalige Deutschunterricht einer radikalen Kritik unterzogen und mit Blick auf die gesellschaftlichen Ereignisse und Entwicklungen auf eine neue, ideologiekritische Basis gestellt. Das Kollektiv wirkte so produktiv wie einflussreich, ehe es sich 1980 wieder auflöste. Heute, 50 Jahre nach seiner Gründung und vor dem Hintergrund massiver Veränderungen im politischen und gesellschaftlichen Sprachgebrauch, im Zeichen von Twitter, ‚Fake News‘ und einer immer enthemmter wirkenden Sprache in den Parlamenten, stellt sich die Frage, wie aktuell die ideologiekritische Deutschdidaktik des Bremer Kollektivs auch heute noch ist – oder wieder ist. ISBN 9783631822883‎

‎Gansel, Carsten:‎

‎Parlament des Geistes: Literatur zwischen Hoffnung und Repression 1945 - 1961. Carsten Gansel‎

‎Aus dem Vorbesitz des libertären Dokumentaristen Hans-Dieter Heilmann. Einband etwas berieben, bestoßen, Buchschnitt teilweise angeschmutzt, sonst guter Zustand. - War 1947 auf dem I. Kongreß des Deutschen Schriftstellerverbandes noch umstritten, welche Rolle Literatur spielen könnte, was äußere und innere Emigration, was Wahrheit, Freiheit, Humanismus waren, so schien sich der offene Diskurs mit der Gründung von zwei deutschen Staaten auf einem politischen Gleis festzufahren. Das anvisierte «Parlament des Geistes» (Günter Weisenborn) kam nicht zustande und die nachfolgenden Jahre vertieften die Differenzen zwischen den Intellektuellen in Ost und West. Zeitweise herrschte auf Abgrenzung bedachtes Schweigen. In der SBZ/DDR wurden gerade nach 1947 Bemühungen forciert, Autoren in die Kulturpolitik der SED einzubinden. Die anfänglichen Versuche einer straffen Lenkung von oben erhielten eine institutionelle Form. Der Kulturelle Beirat für das Verlagswesen oder das Amt für Literatur funktionierten als Kontroll- und Zensurinstanzen. Auch der 1950 gegründete Schriftstellerverband der DDR nahm lenkende Funktionen zwischen Förderung und Repression wahr. Der Band schildert erstmals anhand der internen Akten diese Entwicklung von 1945 bis zum Bau der Mauer 1961. ------------------ ------------------ INHALT Geleitwort von Herbert Gottwald Vorwort 1. Kindheit, Jugend, Studienzeit 2. Der junge Wissenschaftler 3. Hauptwerke zur Denkformenanalyse 4. Anwendung der Denkformenanalyse auf Lessing und Luther 5. Goethes Denken 6. Politischer Widerstand 7. Im Gefängnis 8. Von Freunden umgeben, von Machthabern geächtet 9. Der Ordinarius wird Student 10. Wieder Professor der Philosophie 11. Sowjetideologischer Zwang gegen die Philosophie, Hans Leisegangs Protest 12. Fristlose Entlassung 13. In Berlin ------------------ Am 10. Mai 1933 flammten in Deutschland die Scheiterhaufen. Bücher wurden verbrannt. Ort der Handlung: die Universitäten - und die Täter Studenten, angefeuert von den Reden hochgestimm- tcr Professoren. Damit begann, symbolträchtig, eine einzigartige Selbstzerstörung des Geistes. Tausende von Schriftstellern, Künstlern und Gelehrten wurden verfemt, verfolgt, ins Exil getrieben. Nicht zuletzt die Universitäten büßten ihre Weltgeltung ein. Dagegen erwiesen sich die Vereinigten Staaten als Arche Noah des Geistes, und sie haben seither eine Führungsposition übernommen. Wie konnte es zu dieser Selbstzerstörung eigentlich kommen? Handelte es sich nur um Begleitumstände der nationalsozialistischen Machtergreifung? Oder war sie tief in der deutschen Geschichte angelegt, in einem abgründigen, immer von der Angst und dem Haß bedrohten Spannungsverhältnis zwischen »Geist« und »Macht«? Und wie weit reichen die Folgen? Betreffen sie uns womöglich noch heute? ------------------ ls die New Yorkerin Helene Hanff Anfang der siebziger Jahre nach London kommt, um ihr Buch 84, Charing Cross Road vorzustellen, geht für sie ein lang gehegter Wunsch in Erfüllung. Die Schriftstellerin ist überwältigt von der Weltstadt, die sie nur aus Büchern und aus den Beschreibungen ihres langjährigen Brieffreundes, des Antiquars Frank Doel. kennt. Noch überwältigter ist sie jedoch von ihren englischen Fans. Für einige Wochen wird die unscheinbare, bescheidene New Yorkerin zum gefeierten Star. Zwar tritt sie zuweilen treffsicher in die unterschiedlichsten Fettnäpfe, macht mit ihrem unvergleichlichen Charme aber alles wieder wett. Im Land von Shakespeare, Dickens, John Donne und anderen ihrer geliebten Literaten wird sie wenn auch nur vorübergehend - zur Herzogin geadelt. Hanflfs scharfsinniges und selbstironisches Tagebuch ist eine hinreißende Liebeserklärung an London und Englands brillante Köpfe. ------------------ In einem südamerikanischen Staat werden auf den Führer der Lilahemden, Martinez Llalado, aus nächster Nähe mehrere Schüsse abgegeben. Die durch Skandale und Bestechungsaffären politisch angespannte Lage spitzt sich nach dem Attentat dramatisch zu, die Lilahemden (die mit den Braunhemden größte Ähnlichkeit haben) sammeln sich zum Marsch auf die Hauptstadt. Sozialisten und Republikaner, die sich in der Vergangenheit lieber wechselseitig behinderten, als gemeinsam gegen den «Führer- und seine Mordkommandos vorzugehen, bleiben angesichts der Putschgefahr untätig, das Parlament ist schockiert und will gegen die Linken vorgehen, um den Zorn der Lilahemden zu besänftigen und so die Demokratie zu retten .. Der Blick, den Mehring in der Nacht des Tyrannen auf die heruntergekommene Republik und die aufsteigende «Bewegung der Lilahemden- wirft, ist überaus komplex und für den, der die politischen Kräfte des Jahres 1933 nur in Faschisten und Antifaschisten einzuteilen weiß, sogar verwirrend: es gibt bei Mehring keine »gerechte« Seite, der Konflikt läßt sich nicht schwarz-weiß malen. Die Nacht des Tyrannen ist zu lesen nicht nur als Parabel auf den Aufstieg der nationalsozialistischen Bewegung und die Unfähigkeit der Linken zum Widerstand, sondern auch als kritische Auseinandersetzung eines libertären Anarchisten mit zwei Ideologien, die in der politischen Praxis fast immer dasselbe Ergebnis haben: die Unfreiheit des Menschen. ISBN 9783861630678‎

‎Gay, Peter und Sigmund Freud (u.a.):‎

‎Freud, Jews and other Germans. Masters and Victims in Modernist Culture.‎

‎Gutes Exemplar; Umschlag stw. leicht berieben. - EA. - Englisch. - ... Freud, Jews and other Germans ranges widely over German Culture from the beginning of Imperial Germany in 1871 to Weimar Germany in the 1920s. Much of the book is concerned in some significant measure with the role of Jews in German culture and the role of the modernist spirit in this culture. In Freud these two factors are brilliantly combined, and Gay illuminating analysis reveals fascinating aspects of Freud's career. … (Verlagstext) // INHALT : INTRODUCTION: German Questions --- On the German Trauma; German Boundaries; Germans Among the Moderns --- SIGMUND FREUD: --- A German and His Discontents --- Candor and Concealment; A Partiality for the Prehistoric; Style of a Scientist; The Bourgeois as Revolutionary; The Pleasures of Truth --- ENCOUNTER WITH MODERNISM: German Jews in Wilhelminian Culture --- The Struggle for Credibility; The Invasion of Culture; The Conquest of Literature; The Jewish Presence --- THE BERLIN-JEWISH SPIRIT: --- A Dogma in Search of Some Doubts --- The Domain of the Jews; An Intermittent Civil War --- HERMANN LEVI: --- A Study in Service and Self-Hatred --- An Anatomy of Self-Hatred; A Life of Service --- AIMEZ-VOUS BRAHMS? --- On Polarities in Modernism --- The DifEcult Epigone; The Cerebral Sentimentalist; The Alienated Conformist --- FOR BECKMESSER: --- Eduard Hanslick, Victim and Prophet --- A New Age of Criticism; A Plea for Beckmesser; A World of Pure Beauty --- INDEX. ISBN 0195022580‎

‎Gedye, G. E. R.:‎

‎Die Revolver-Republik. Frankreichs Werben um den Rhein. Mit 25 Photographien. Ins Deutsche übers. von Hans Carduck.‎

‎Gutes Ex.; Gebrauchs- und Lagerspuren; Seiten stw. gering fleckig; Vorwort mit Textmarker; Vorsatz mit aufgeklebtem Zeitungsausschnitt. - INHALT : Die Waffen stehen still ---- Ein mißglücktes Komplott ---- Wie ein Vertrag verdreht wurde ---- Der Sturm bricht los ---- In der Umklammerung ---- "Im Namen der Sicherheit" ---- Krieg im Frieden ---- "Roter Sonntag" ---- Die letzten Striche ---- Die Abwicklung ---- Von Desperados beherrscht ---- "Kehrt! Marsch!" in Aachen ---- "Dann, Hände, sprecht für mich!" ---- Reinigende Flammen ---- Die Liquidation. / ILLUSTRATIONEN : Die britische Wacht am Rhein Titelbild -- Der Einmarsch eines schottischen Bataillons in Köln -- Die deutsche Armee auf dem Rückzuge durch Köln vor Ankunft der Briten, Dezember 1918 -- Kölner Kinder ziehen Geschützprotzen aus dem Bereich des britischen Vormarsches, nachdem die Gäule tot hingestürzt waren -- Mr Julian Piggot, Britischer Kommissar in Köln, mit Oberst McLachlan G S , dem Verfasser und Sir Samuel Hoare auf dem britischen Flugplatz in Köln -- Paul Tirard, der französische Oberkommissar -- Französische Soldaten versperren am Essener Bahnhof den Weg -- Französische Tanks auf einer "Strafexpedition" in Bochum -- Trümmerhaufen an der Ruhr -- Der Zusammenstoß bei Friemersheim -- Die Krupp-Tragödie Die Beisegung der von den Franzosen getöteten Arbeiter -- Das Nachspiel Krupp v Bohlen, der Freund des Kaisers, vor dem französischen Kriegsgericht, das 15 Jahre Gefängnis gegen ihn verhängte -- Drei "revolverrepublikanische Führer" - Smeets, Matthes und Dorten.‎

‎Genger, Angela (Hg.):‎

‎Durch unsere Herzen ziehen die Jahrtausende: Briefe von Anna und Salomon Samuel, 1933 - 1942.‎

‎Schutzumschlag leicht berieben und mit kleineren Flecken, Bleistifteintrag auf Vorsatz, sonst gut und sauber. - Im Jahre 1932 zogen Anna und Salomon Samuel, Essens Erster Rabbiner seit 1894, nach Berlin. An ihre Freundin Else Schubert- Christaller schrieben sie regelmäßig. Sie wurde ihr wichtigster nicht jüdischer Gesprächspartner in den Jahren zunehmender Verfolgung, Isolierung und, nach dem Weggang von Freunden, Bekannten und nächsten Angehörigen, unendlicher Vereinsamung. Diese Auswahl aus einem in sich geschlossenen Bestand von 500 Briefen eines der liberal-jüdischen Bewegung angehörenden Rabbiners und seiner Frau gibt auf erschütternde Weise den Blick frei auf das »innere Geschehen«, die Verarbeitung nationalsozialistischer Judenpolitik durch zwei Betroffene. Beide sind stark geprägt von bürgerlicher Bildung des 19. Jahrhunderts, Freunde und Verwandte gehören zur geistigen und religiösen Elite des deutschen Judentums, z. B. Anna Samuels Bruder Salomo Friedlaender, d. i. Mynona: Als Friedlaender Philosoph in der Nachfolge Kants, als Mynona Schriftsteller frecher und skurriler Satiren; oder Salomon Samuels Bruder Ernst, als Anselm Ruest im literarischen Berlin seit Anfang des Jahrhunderts bis zur Emigration nach Paris 1933 wohlbekannt. Die Briefe sind ein ungewöhnliches Zeugnis einer geistigen und persönlichen Freundschaft zwischen Juden und Nichtjuden, in einer Zeit sich festigend, in der jegliche Beziehung dieser Art unterbunden werden sollte. Während die Zurückbleibenden ins Ausland sehr verschlüsselt zu schreiben pflegten, einmal der Zensur wegen, die sie wegen »Greuelpropaganda« belangen konnte, zum anderen aber auch, um die Angehörigen - oft waren es die Kinder - nicht zu belasten, werden hier die Dinge in einer Weise geschildert und betrachtet, die zeigt, daß sich weder der Rabbiner noch seine Frau irgendwelchen Illusionen über den Charakter des faschistischen Systems hingaben. Zwei Monate nach ihrer Deportation nach Theresienstadt sind beide Briefschreiber tot. Aus dem Gesamt der Briefe wurden etwas mehr als die Hälfte für die Edition ausgewählt, z. T. gekürzt, in der Schreibung modernisiert, mit Anmerkungen, einem Namensverzeichnis, einem Glossar und, zum besseren Verständnis, mit einer Einleitung versehen. Salomon Samuel (1867-1942) studierte in Breslau und Berlin Philosophie, arabische Sprachen und Geschichte und promovierte in Halle zum Dr. phil. In Berlin absolvierte er die Ausbildung zum Rabbiner. Anna Samuel (1874-1942), aus einer bedeutenden jüdischen Familie Posens stammend, hat Malerei studiert. Salomon Samuel war von 1894 an Erster Rabbiner der Stadt Essen, 1932 siedelte er mit seiner Frau nach Berlin über, 1942 wurden beide nach Theresienstadt deportiert. Sie überlebten den Transport nur um wenige Wochen. Am 10. Oktober 1942 starb Anna, am 14. Oktober Salomon Samuel. ISBN 9783491722033‎

‎Gerzen, Julia:‎

‎Das Recht der Gesellschafter-Fremdkapitalfinanzierung: Rechtsvergleichende Analyse der Behandlung von Gesellschafterdarlehen vor und in der Insolvenz der GmbH nach deutschem und russischem Recht. Freie Universität Berlin. Institut für Deutsches und Europäisches Wirtschafts-, Wettbewerbs- und Regulierungsrecht: Veröffentlichungen des Instituts für Deutsches und Europäisches Wirtschafts-, Wettbewerbs- und Regulierungsrecht der Freien Universität Berlin ; Bd. 46‎

‎Einband an Ecken minimal bestoßen, Schnitt teilweise leicht angeschmutzt, sonst sehr guter Zustand. - Mit dem Gesetz zur Modernisierung des GmbH-Rechts und zur Bekämpfung von Missbräuchen (MoMiG) hat der Gesetzgeber das Recht der Gesellschafterdarlehen und darlehensähnücher Fremdfinanzierung neu geregelt und ausschließlich in das Insolvenz- und Anfechtungsrecht verlagert, um so die zu komplex gewordene Materie des Eigenkapitalersatzrechts zu vereinfachen. Die Studie untersucht, wie sich die Neuregelungen und die Folgen für die Unternehmensfinanzierung und die Sanierungsmöglichkeiten der Gesellschafter auswirken, insbesondere werden der generelle und rechlsformneutrale Nachrang sämtlicher Gesellschafterdarlehen in der Insolvenz sowie die Ausnahmetatbestände des Kleinbeteiligungs- und Sanierungsprivitegs erläutert. Es wird der Frage nachgegangen, wie die Gewährung von Gesellschafterdarlehen nach Stellung des Insolvenzantrages rechtlich zu beurteilen ist. Daneben zeigt die Arbeit die Ausstattung der Gesellschaften mit Fremdkapital in Russland auf. Eine detaillierte Darstellung des Insolvenz Verfahrens und dessen Auswirkungen auf die Finanzierungsleistungen der Gesellschafter in Russland gibt Aufschluss darüber, welche Gemeinsamkeiten die deutsche und die russische Rechtsordnung miteinander verbinden. ISBN 9783631654842‎

‎Giesebrecht, Wilhelm von:‎

‎( 6 BÄNDE ) Geschichte des deutschen Kaisertums. 1. Gründung des Kaisertums. 2. Blüte des Kaisertums. 3. Das Kaisertum im Kampf mit dem Papsttum. 4. Heinrich V bis Konrad III. 5. Die Zeit Kaiser Friedrich Barbarossas. 6. Friedrich Barbarossa und sein Ende.‎

‎Guter Zustand. -- 6 BÄNDE. - Wilhelm von Giesebrechts romantisch gefärbte Schilderung der deutschen Kaiserzeit des Mittelalters bis zum Ende Kaiser Barbarossas ist als Dokument seiner Zeit zu verstehen. Es liegt in sechs Bänden vor. // Friedrich Wilhelm Benjamin Giesebrecht, ab 1865 von Giesebrecht (* 5. März 1814 in Berlin; † 18. Dezember 1889 in München) war ein deutscher Historiker. ... Als erste selbständige Arbeit erschien die Wiederherstellung der verlorenen, aber in einer großen Anzahl Stellen der übrigen mittelalterlichen Geschichtsschreiber bruchstückweise vorhandenen "Jahrbücher des Klosters Altaich" (Annales Altahenses). Die Wiederauffindung der Altaicher Annalen im Jahre 1870 in dem Nachlass des Johannes Aventinus durch Freiherrn Edmund von Oefele ("Mon. Germ., Script.", XX, 772 ff.; übersetzt von Weiland, Berlin 1871) bestätigte Giesebrechts Rekonstruktion. Inzwischen war er zum Oberlehrer des Joachimsthalschen Gymnasiums ernannt worden. Als Früchte eines längeren Aufenthalts in Italien erschienen die Abhandlung "De litterarum studio apud Italos medii aevi" (Berlin 1845) und mehrere gründliche Aufsätze über die Echtheit und Glaubwürdigkeit der mittelalterlichen Lebensbeschreibungen der Päpste. Eine Übersetzung der fränkischen Geschichte des Bischofs Gregor von Tours lieferte er 1851. Ab 1855 wirkte Giesebrecht im Gelehrtenausschuss des Germanischen Nationalmuseums Nürnberg für das Fach: Kaiser- und Reichsgeschichte vom 10. bis 13. Jahrhundert. Nach mehr als 20-jährigen Vorarbeiten schritt er an die Ausarbeitung seines Hauptwerkes, der "Geschichte der deutschen Kaiserzeit" (Braunschweig 1855 ff), die mit dem 1880 erschienenen 5. Band bis zum Jahr 1164 gelangt war, während die zwei ersten Bände bereits die 5. Auflage erlebt hatten. Vor allem der erste, 1855 erschienene Band fand durch seine publikumswirksame Erzählweise und durch gründliche Forschung allgemeinen Beifall. Auch die weiteren Bände zeichnen sich durch gewissenhafte Analyse der Quellen und geistvolle Charakteristiken aus … (wiki)‎

‎Göring, Carin und Fanny Wilamowitz-Moellendorff:‎

‎Carin Göring. Von Fanny Gräfin von Wilamowitz-Moellendorff. Mit einem Nachwort v. Martin H. Sommerfeldt.‎

‎Gutes Ex.; Vorsatz mit priv. Widmung und hs. Besitzvermerk; Seiten stw. minimal fleckig. - In Frakturschrift. - Carin Axelina Hulda Göring, geborene Freiin Fock, geschiedene Freifrau von Kantzow (* 21. Oktober 1888 in Stockholm; † 17. Oktober 1931 ebenda), war die erste Ehefrau von Hermann Göring. ... Carin von Kantzow und der vier Jahre jüngere Göring verliebten sich ineinander und schon wenige Monate später reisten sie nach München, wo Carin Görings Mutter vorgestellt wurde. Franziska Göring kritisierte ihren Sohn wegen seines Ehebruchs und verlangte von ihm, die Beziehung zu beenden. Sie hatte selbst jahrelang eine Dreiecksbeziehung mit ihrem Ehemann und einem Liebhaber geführt. Die Liebesbeziehung zwischen Carin von Kantzow und Göring hielt; im Dezember 1922 wurde Carin von ihrem Mann geschieden und schon im darauffolgenden Monat (am 3. Januar 1923) mit Göring getraut. Ihr Sohn Thomas von Kantzow blieb in Schweden zurück. Mit finanzieller Hilfe von Carins früherem Mann bezogen die Görings eine kleine Villa in einem Münchener Vorort, im Grünen gelegen, da Carin Göring unter Angina Pectoris, Asthma und Rheuma litt, was ihr keine längeren Aufenthalte in der Stadt erlaubte. Zur Schonung seiner früheren Frau bezahlte Niels von Kantzow sogar ein Auto einschließlich Chauffeur. Bald darauf lernte Göring Adolf Hitler kennen und damit begann das Engagement des Ehepaares Göring für Hitler und die NSDAP - auch nach dem Hitler-Ludendorff-Putsch von 1923, der zu einem Verbot der NSDAP geführt hatte. Carin Göring schwärmte von Hitler als "Genie voller Liebe zur Wahrheit" und bezeichnete ihn als "ritterlich" und als den Einzigen, auf den sie alle Hoffnung setze. … (wiki)‎

‎Goerne, Adalbert von:‎

‎Kampf auf den Meeren. Bedeutung, Waffen und Einsatz der Seestreitkräfte. ... Hrsg. im Auftrage des Deutschen Seegeltungswerkes.‎

‎Gut erhaltenes Exemplar; Seiten minimal nachgedunkelt; hinteres Vorsatz gering fleckig. - Vorwort: "Konteradmiral Busse". - INHALT : Was sind Seestreitkräfte und welche Bedeutung haben sie für Schutz, Ansehen und Macht eines Staates ? ----- Die Waffen der Kriegsschiffe - Arten, Aufstellung und Einbau, Einsatz und Wirkung. ----- Das Flugzeug als Ergänzungsmittel im Seekriege ----- Weitere Waffen im Seekriege. ----- Vom Einsatz der deutschen Seestreitkräfte im Großdeutschen Freiheitskampf. ----- Kampf im Pazifik.‎

‎Graevenitz, Fritz von:‎

‎Bildhauerei in Sonne und Wind. Erfahrungen und Empfindungen bei der Ausführung der vier Evangelistensymbole am Turm der Tübinger Stiftskirche.‎

‎Gutes Exemplar; Einband stw. minimal berieben. - In Frakturschrift. - Vorwort von Martin Land. - ILLUSTRATIONEN : Im ersten Morgenstrahl; Löwe und Engel im Steinbruch; Bei der Arbeit am Löwen; Arbeitsstadien des Engels; Arbeitsstadien des Löwen; Die Mähne im schwersten Stadium; Der Löwe über dem Albrand; Der Adler von unten; Der Stier vom Westen; Der Tag entschwindet / u.a. --- Fritz von Graevenitz (* 16. Mai 1892 in Stuttgart; † 6. Juni 1959 in Gerlingen) war ein deutscher Maler, Bildhauer und Hochschullehrer. ... 1937 wurde Graevenitz als Lehrer für Bildhauerei an die Stuttgarter Akademie der Bildenden Künste berufen und ein Jahr darauf folgte seine Ernennung zum Direktor. Graevenitz wurde von den Nationalsozialisten als Künstler propagiert und war mehrfach auf den Großen Deutschen Kunstausstellungen im Münchner Haus der Kunst vertreten, wie 1940 mit einem Bronze-Jüngling und 1943 mit einer "Jungfrau" aus Zink. Die Wiener Ausstellung Junge Kunst im Deutschen Reich im Jahr 1943 zeigte fünf seiner Werke, darunter eine Porträtbüste von Christian Mergenthaler. ... In der Endphase des Zweiten Weltkriegs nahm ihn Hitler im August 1944 in die Gottbegnadeten-Liste der wichtigsten bildenden Künstler auf, was ihn vor dem Kriegsdienst bewahrte. … (wiki) / Die Stiftskirche zu St. Georg in Tübingen wurde in ihrer heutigen Form von 1470 bis 1490 unter Graf Eberhard im Bart aufgrund der Übersiedlung des Chorherrnstiftes von Sindelfingen und der Gründung der Eberhard Karls Universität Tübingen erbaut. Als Baumeister der spätgotischen Hallenkirche gelten Peter von Koblenz und Hans Augsteindreyer. Sie ist die Pfarrkirche der Evangelischen Stiftskirchengemeinde Tübingen und Dekanatskirche im Kirchenbezirk Tübingen. ... (wiki)‎

‎Grisebach, Agnes-Marie:‎

‎Frauen im Korsett : zwei ledige Bürgertöchter im 19. Jahrhundert.‎

‎Gutes Exemplar; der illustr. Umschlag stw. berieben; geringe Lagerspuren. - Vorsatz von Agnes-Marie Grisebach SIGNIERT. - Louise Grisebach und Amalie Hassenpflug waren zwei begabte, leidenschaftlich veranlagte Frauen aus bürgerlichem Kreis, in dem Persönlichkeiten wie die Brüder Grimm und Clemens Brentano verkehrten. Doch sie lebten in einer Gesellschaft, die weiblichen Verstand als ebenso anstößig empfand wie weibliche Sinnlichkeit. Denn "im unverdorbenen Weib wohnt kein Geschlechtstrieb, sondern nur Liebe, und diese Liebe ist der Naturtrieb des Weibes, einen Mann zu befriedigen", wie Fichte damals schrieb. In der bewegenden Biographie dieser beiden Bürgertöchter entwirft Agnes-Marie Grisebach ein Bild vom Frauenschicksal im 19. Jahrhundert, und sie schildert dabei farbig und mit Detailkenntnis das ganz alltägliche Leben dieser Zeit. Man begegnet dabei auch Annette von Droste-Hülshoff, Amalies Freundin, die nach einem Wort der Anerkennung aus männlichem Munde lechzt, und empfindet die ganze Tragik dieser großen Schriftstellerin, die ihr Leben lang für einen winzigen, sogenannten Fehltritt" zu büßen hatte. (Verlagstext) / INHALT : ERSTER TEIL - Louise Grisebach - ihr Leben bis 1846 - Juli 1823 im Hause Grisebach - Louises Kindheit (1823 bis 1837) - Louise und die Sünder - Strafen Gottes - Im Armenverein - ZWEITER TEIL - Amalie Hassenpflug - ihr Leben bis 1846 - Amalies Kindheit (1800 bis 1813) - Die Freundschaft mit Clemens Brentano - Amalie und die Droste - Tante Male, die Schwester des Ministers - Malchen und Veronika - Die Freundin Margarethe Verflassen - DRITTER TEIL - Die "Rosensteiner" oder Die große Liebe (1846/47) - Ein ungewöhnlicher Briefwechsel - Die Unheiligen - Hermann und Louise: Verlangen und Entsagung - Düstere Aussichten: Das Schicksal der alten Jungfer - Das Gegenbild: Theodore - Abschied von Lüne - (u.a.) ISBN 9783421050106‎

‎Grunenberg, Antonia:‎

‎Die Lust an der Schuld : von der Macht der Vergangenheit über die Gegenwart.‎

‎Second-hand aber noch original folienverpackt, daher neuwertig. Vorwort 7 Einleitung: Das deutsche Dilemma 13 I. Der Schuld-Komplex 33 Erinnern, Vergessen und politische Verantwortung II. Der unterirdische Zivilisationsbrand 70 Über das Erbe des Großen Krieges III. Die Moral, die aus der Hölle kommt 105 Vom Umgang mit der Schuld in Ost und West IV. Vichy oder Das Gedächtnis Europas 163 Das Vermächtnis der Geschichte und die Schwierigkeit, es anzunehmen V. Die Lust an der Schuld oder die Lust an der Demokratie 196 Wider die Macht der Geschichte über die Politik Danksagung 224 ISBN 9783871343896‎

‎Guse, Martin (u.a.):‎

‎"Wir hatten noch gar nicht angefangen zu leben". Eine Ausstellung zu den Jugend-Konzentrationslagern Moringen und Uckermark. 1940-1945.‎

‎Gutes Exemplar; Einband stärker berieben; stw. gering beschabt. - Das KZ Moringen war ein Konzentrationslager im niedersächsischen Moringen im Landkreis Northeim. Es war in einem Gebäude untergebracht, das 1732 als Waisenhaus errichtet wurde und seit 1866 als Landeswerkhaus diente. Dies war eines von über 50 Arbeitshäusern, die seit dem 19. Jahrhundert im Deutschen Reich bestanden. Das KZ diente nacheinander der Inhaftierung von Männern, Frauen und Jugendlichen. Vom Juni 1940 bis zur Befreiung im April 1945 diente ein Teil des Moringer Werkhauses unter der euphemistischen Bezeichnung "Jugendschutzlager" als Jugendkonzentrationslager für Jugendliche und junge Männer im Alter von 13 bis 22 Jahren und war dem Reichssicherheitshauptamt, Amt V (Reichskriminalpolizeiamt), Referat V A 3 unter Regierungs- und Kriminalrätin Friederike Wieking unterstellt. Ihre Taten werden derzeit im Rahmen der Forschung untersucht. … (wiki) // … Katalog und Ausstellung thematisieren die unbekannten Lebenswege und Schicksale von jugendlichen Häftlingen zweier "vergessener Lager". Bis in die 80er Jahre ist weitgehend unbeachtet geblieben, daß der SS- und Polizeiapparat des nationalsozialistischen Deutschland sogenannte "polizeiliche Jugendschutzlager" in Moringen und Uckermark als spezielle Konzentrationslager für Jungen und Mädchen im Alter von circa 10 bis 25 Jahren eingerichtet hatte. Der nach 1945 in beiden deutschen Staaten einsetzende Prozeß der Verdrängung, des Verschweigens und der Verharmlosung hinsichtlich der Bedeutung dieser Lager ließ die ehemaligen Häftlinge zu vergessenen Opfern des SS-Staates werden. Um dieses Vergessen "aufzubrechen", wurde diese Aussstellung konzipiert und erarbeitet. In fünf Abschnitte untergliedert, wird das Erleben der ehemals jugendlichen Häftlinge nachgezeichnet - eingebettet in die "große Geschichte". Dieser "Blick von unten" läßt persönliche Motive und Handlungsweisen der betroffenen Mädchen und Jungen erkennen, zeigt ihre Sorgen und Nöte sowie die oft schwierigen Bedingungen des Aufwachsens in problematischen Elternhäusern. Er zeigt in ihren Lebenswegen aber auch den schmalen Grat zwischen Anpassung und Widerwillen, zwischen angstvoller Unterordnung und Widersprich, zwischen Gehorsam und Rebellion. … (aus d. Vorwort v. Martin Guse) // INHALT : Vorbemerkung. ----- Jugend im Nationalsozialismus - ein Überblick ----- Errichtung und Scheinlegitimierung der Jugendkonzentrationslager. ----- Der Weg ins Jugend-KZ: Biographische Skizzen zu ehemaligen Häftlingen. ----- TERROR, ZWANGSARBEIT, SELEKTION UND TOD - Die Haft im Jugend-KZ. ----- 1945 bis heute - Jahrzehnte der Mißachtung und des Verdrängens. ----- Literaturhinweise, Foto- und Dokumentennachweis ----- Danksagung.‎

‎Hall, Edward Twitchell and Mildred Reed Hall:‎

‎Understanding cultural differences : [Germans, French and Americans].‎

‎sehr guter Zustand / very good condition - Human resource management, at home and abroad, means assisting the corporation's most valuable asset - its people - to function effectively. Edward T. and Mildred Reed Hall contribute to this effort by explaining the cultural context in which corporations in Germany, France and the United States operate and how this contributes to misunderstandings between business personnel from each country. Then they offer new insights and practical advice on how to manage day-to-day transactions in the international business arena. -- Understanding Cultural Differences echoes and elaborates on Edward T. Hall's classic studies in inter-cultural relations, The Silent Language and The Hidden Dimension. It is a valuable guide for business executives from the three countries and a model of cross-cultural analysis. ISBN 1877864072‎

‎Harden, Maximilian:‎

‎Krieg und Friede. Erster Band. 1.-10.Tsd. / 1. Aufl.‎

‎Gutes Ex.; Vorsätze und Seiten etwas nachgedunkelt. - Einzelband / Band 1. - EA. - INHALT : Oesterreich und Serbien ----- Fata Morgana ----- Kriegserklärung ----- Hochzeitstimmung ----- Politik im Krieg ----- Die Meerengen ----- Patriotismus ----- An Herrn Poincare ----- Hirn und Schwert ----- Moral im Krieg. Dokumentationsmappe mit Faksimiles. // Maximilian Harden (* 20. Oktober 1861 in Berlin; † 30. Oktober 1927 in Montana, Schweiz; ursprünglich Felix Ernst Witkowski; zahlreiche Pseudonyme wie "Kent", "Aposta", "Kunz von der Rosen") war ein deutscher Publizist, Kritiker, Schauspieler und Journalist. Harden war der Herausgeber der Wochenschrift Die Zukunft (1892-1922). Er strengte Prozesse gegen Berater und Freunde des Kaisers Wilhelm II. an (Harden-Eulenburg-Affäre), die zu mehreren Rücktritten führten. … Im Ersten Weltkrieg trat Harden anfangs für einen Siegfrieden ein. Allmählich relativierte er seine Position jedoch und wurde immer mehr zu einem Kritiker der Kriegspolitik. 1918 wurde ihm für seine Essay-Sammlung Krieg und Frieden der Strindberg-Preis verliehen. Im Verlauf der Revolution nach 1918 bezog Harden sozialistische Positionen. 1919 heiratete er seine langjährige Lebensgefährtin Selma Aaron. Als man sich in Deutschland gegen die Friedensbedingungen des Versailler Vertrags empörte, gehörte Harden zu den wenigen, die diesen befürworteten, weil er von der Kriegsschuld Deutschlands überzeugt war. Harden fand immer weniger geneigte Leser. Mit einer sinkenden Zahl an Abonnenten der Zukunft schwand sein Einfluss. Wenige Tage nach dem Mordanschlag auf seinen früheren Freund Walther Rathenau wurde auf Harden am 3. Juli 1922 vor seinem Haus in Berlin-Grunewald von Anhängern der Freikorps ein Attentat verübt, das er mit schweren Kopfverletzungen nur knapp überlebte. … (wiki)‎

‎Haug, Christine und Johannes Frimmel (Hgg.):‎

‎Schulbücher um 1800: Ein Spezialmarkt zwischen staatlichem, volksaufklärerischem und konfessionellem Auftrag. Wolfenbütteler Schriften zur Geschichte des Buchwesens (48).‎

‎Einband leicht berieben, sonst sehr gutes Exemplar. - Im 18. Jahrhundert erlebte das Verlagsgewerbe enorme Umbrüche und eine fortschreitende Internationalisierung, Kommerzialisierung und Ausdifferenzierung. Die brancheninternen Transformationsprozesse wirkten sich insbesondere auf Bildungspolitik sowie Erziehungs- und Schulwesen aus, erfüllte der Buchhandel doch einen Kultur- und Bildungsauftrag und förderte die vor dem Hintergrund von Aufklärungs- und philanthropischer Bewegung erstarkenden Reformbestrebungen im Bildungs- und Schulsystem. In der zweiten Jahrhunderthälfte setzte hierbei eine Tendenz zur Vereinheitlichung von Unterrichtsmethoden und Lehrmaterialien ein. Mit der Standardisierung von Lehrplänen und der Normierung von Schulbüchern organisierte sich auch der Schulbuchmarkt neu, denn jetzt sahen sich die Produzenten von Lehrund Unterrichtsmaterialien in der Lage, einen Programmschwerpunkt auf das Geschäft mit Erziehungs- und Unterrichtsliteratur zu legen. Das Schulbuch war allerdings ein Verlagsprodukt, das sich nicht allein als Handelsobjekt verstehen durfte, sondern einen besonderen Status innehatte und im Dienst der Erziehung stand. Gleichwohl war das Geschäft mit Schulbüchern ein lohnendes, zumal Schulbücher gewöhnlich hohe Auflagen und vor allem zahlreiche Neuauflagen erreichten. Die in diesem Band versammelten Beiträge entstanden im Rahmen einer Tagung des Wolfenbütteier Arbeitskreises für Bibliotheks-, Buch- und Mediengeschichte und beleuchten die Geschichte des Schulbuchs im 18. Jahrhundert in ihren verschiedenen Facettenr Untersucht wird unter anderem der Wandel der Funktion der Erstlesefibeln, der Gegensatz von privaten Schulbuchunternehmen (Friedrich Nicolai, Braunschweigische Schulbuchhandlung) und staatlichen Schulbücherverlagen sowie die Geschichte des deutsch-jüdischen Schulbuchs. Ergänzend enthält der Band Fallstudien zu erfolgreichen Schulbuchautorinnen und -autoren wie Jeanne Marie Le Prince de Beaumont, Georg Friedrich Seiler, Gustav Friedrich Dinter und Karl Heinrich Krause. / Inhalt Christine Haug und Johannes Frimmel Vorwort Schulbücher um 1800. Ein Spezialmarkt zwischen staatlichem, volksaufklärerischem und konfessionellem Auftrag Christine Haug „ Und denn weiß mancher Lehrer noch wirthschaftlicher mit seinem Pfunde zu wuchern“ Herausbildung des Schulbuchmarkts zwischen staatlich-kirchlicher Reglementierung und Kommerzialisierung im 18. Jahrhundert Einleitung Gisela Teistler Der lange Aufbruch in das 19. Jahrhundert aus der Sicht des Lesenlernens: Die Fibel um 1800 Reinhart Siegert Georg Friedrich Seilers Allgemeines Lesebuch Eine volksaufklärerische Enzyklopädie der kleinen Leute aus der Erlanger Bibelanstalt Werner Greiling Bücher für Schüler und Lehrer Gustav Friedrich Dinter als Lehr- und Schulbuchautor im Verlag von Johann Karl Gottfried Wagner Marcus Conrad Die didaktisch-methodischen Schriften und Sprachlehrbücher für den Elementarschulunterricht von Karl Heinrich Krause im Verlag Hemmerde &L Schwetschke in Halle Michael Nagel Deutsch-jüdische Schulbücher im 18. Jahrhundert Barbara Kaltz Schulbücher in Übersetzung? Zur Verbreitung einiger Lehrwerke von Jeanne Marie Le Prince de Beaumont im deutschsprachigen Raum Andrea Seidler und Josef Glück Schulbücher für eine mehrsprachige Gesellschaft Problematik und Praxis des Unterrichts im Königreich Ungarn im 18. Jahrhundert Christine Haug Der Aufklärungsverleger Friedrich Nicolai (1733-1811) als Schulbuchhändler Ein Verlagsunternehmen zwischen staatlichem, volksaufklärerischem und konfessionellem Auftrag Johannes Frimmel Der bayrische und österreichische Schulbuchverlag Hanno Schmitt Die Braunschweigische Schulbuchhandlung Entstehungsgeschichte, Entwicklungslinien, Verlagsprofil Verzeichnis der Autorinnen und Autoren Orts- und Personenregister. ISBN 9783447103923‎

‎Hébert, Emmanuelle:‎

‎Passé(s) recomposé(s) : les commissions dhistoriens dans les processus de rapprochement (Pologne-Allemagne, Pologne-Russie). Géopolitique et résolution des conflits ; vol. 25‎

‎Tadelloses, neuwertiges Ex. Cet ouvrage analyse le travail des commissions d’historiens dans les processus de rapprochement en Pologne. Deux d’entre elles sont privilégiées : la commission polono-allemande portant sur les manuels scolaires et le groupe polono-russe sur les questions difficiles. Cette étude se fonde sur deux sources principales : une série d’entretiens et des recherches dans les archives, auxquelles s’ajoutent des ressources complémentaires : observations participantes et analyse de discours politiques, de sondages et de la presse. Le dialogue sur l’histoire auquel d’aucuns font appel correspond tout à fait à ce qui est demandé aux commissions d’historiens. Dès lors, pourquoi ces commissions ont-elles été créées ? Comment fonctionnent-elles et pourquoi continuent-elles de fonctionner ? Nous formons les hypothèses que, premièrement, ces commissions ont été créées dans un objectif de rapprochement, voire de réconciliation. Deuxièmement, leur fonctionnement — et sa prolongation — dépend de trois variables : le contexte, les mandats, les acteurs. Cet ouvrage s’articule en cinq axes. Les trois premières parties portent sur chacune des trois variables évoquées : contexte, mandats, acteurs. La quatrième partie concerne les sphères d’influence de ces commissions et les débats qu’elles engendrent : politique et religion, débats publics, débats scientifiques. La dernière partie se concentre sur les projets de ces commissions : l’ouvrage commun ou les centres de dialogue du côté polono-russe, le manuel commun d’histoire du côté polono-allemand. Au travers de toutes ces pratiques, les commissions d’historiens cherchent, dans le cadre de la transformation des conflits, à réconcilier par l’histoire, c’est du moins l’un des arguments défendus dans cet ouvrage. ISBN 9782807615052‎

‎Heine, Alexander (Hrsg.) und Bruno:‎

‎Bruno. Das Buch vom Sächsischen Krieg. Übers. von Wilhelm Wattenbach. Hrsg. v. Alexander Heine. Historiker des deutschen Altertums.‎

‎Sehr gutes Ex. - Aus der Bibliothek von Prof. Wolfgang Haase, langjährigem Herausgeber der ANRW und des International Journal of the Classical Tradition (IJCT). - Bruno, Mönch in Magdeburg und in Merseburg, schrieb 1082 sein Buch vom sächsischen Krieg, das von 1073 bis 1082 reicht. Das Werk ist parteiisch gegen Heinrich IV., aber sehr lebensvoll geschrieben und besonders wegen der vielen darin eingewebten Dokumente von Wichtigkeit. ... Nach einem siegreichen Aufstand der Sachsen im Jahre 1073 gelang es Heinrich, der sich stets im Unglück am größten zeigte, das Bündnis der Sachsen mit den Schwaben auseinanderzubringen. Die Zerstörung der Harzburg gab dann die willkommene Gelegenheit, sie als wortbrüchige Rebellen zu behandeln - er benützte diese günstige Lage, um in dem zertretenen Land seine unumschränkte Herrschaft neu zu gründen. Bruno, ein geborener Sachse schrieb im Jahr 1082 sein Buch über diese Kämpfe, es reicht von 1073 bis 1082. Bruno gehörte zur Magdeburger Domgeistlichkeit und zwar zur unmittelbaren Umgebung des Erzbischofes Werner, der neben Otto von Nordheim einer der Haupturheber des sächsischen Aufstandes -war. Im Jahre 1078 wurde Werner erschlagen und Bruno schloß sich dem Bischof Werner von Merseburg an. Für diesen schrieb er sein Buch, wohl in der Absicht und mit dem Auftrag, die Wahl eines neuen Gegenkönigs als notwendig zu rechtfertigen (Rudolf von Schwaben war 1080 gestorben) und um die Verbündeten zur einmütigen Unterstützung aufzurufen. Bruno schöpfte die Kenntnis der Dinge vermutlich nur aus eigener Erfahrung und mündlichen Mitteilungen. Für die Anfangszeit des Krieges stand ihm eine Anzahl von Aktenstücken zur Verfügung, herauszuheben sind Briefe des Papstes Gregor an die Sachsen, die er wörtlich abschrieb. Diese vielen eingewobenen Dokumente machen die Wichtigkeit seines Buches aus - weniger die Beschreibung der Ereignisse. Diese sind zwar plastisch und lebensvoll, jedoch von einer gewissen Parteilichkeit gegen Heinrich IV. durchdrungen, wie es bei der Herkunft des Verfassers auch nicht weiter verwunderlich ist. Dazu kommt, daß es auch bei höchstmöglicher Objektivität schwer ist, in politisch erregten Zeiten die Wahrheit zu erfahren, daß dieselbe Tatsache von verschiedenen Kreisen in gegensätzlicher Weise gedeutet wird. Wir dürfen daher Bruno keiner absichtlichen Entstellung der Wahrheit Schuld geben. Zu den vertrauteren Beratungen wird er ja auch wohl kaum hinzugezogen worden sein. Trotzdem können wir ihm eine tiefe Kenntnis der Ereignisse nicht absprechen, für viele Einzelheiten ist er die einzige Quelle, die wir besitzen. Von besonderer Wichtigkeit ist Bruno auch für unsere Kenntnis der neuen ständischen Verhältnisse, die sich gerade in dieser Zeit bildeten und festzusetzen begannen … (Verlagstext)‎

‎Heine, Alexander (Hrsg.) und Einhard:‎

‎Einhards Jahrbücher. Übersetzt v. Otto Abel u. Wilhelm Wattenbach. Hrsg. v. Alexander Heine. Historiker des deutschen Altertums.‎

‎Sehr gutes Ex. - Aus der Bibliothek von Prof. Wolfgang Haase, langjährigem Herausgeber der ANRW und des International Journal of the Classical Tradition (IJCT). - Die Bestrebungen der gelehrten Männer am Hofe Karls des Großen richteten sich hauptsächlich auf das Studium der älteren Literatur und auf die Behandlung theologischer und philosophischer Probleme. Mit geschichtlichen Forschungen beschäftigten sie sich nur wenig. Karl der Große hielt das jedoch für wichtig, und so sorgte er wenigstens dafür, daß die Geschichte seiner eigenen Zeit aufgezeichnet wurde. Daher regte er die Abfassung von Jahrbüchern an, von denen die hier vorliegenden Annalen, die Einhard zugeschrieben wurden, die wichtigsten sind. Einhard lebte etwa von 770 bis 840. Er erhielt seine Ausbildung im Kloster von Fulda. Am Hofe Karls des Großen hatte er die Oberaufsicht über die kaiserlichen Bauten - unter anderem leitete er den Bau des Aachener Münsters. Im Alter zog er sich mit seiner Gemahlin nach Michelstadt im Odenwald zurück und gründete dort die Abtei Seligenstadt. Sein literarisches Hauptwerk ist die "Vita Caroli Magni", die Lebensbeschreibung Karls des Großen. Seine Autorschaft an den nach ihm benannten Annalen ist heftig umstritten, aber bis heute nicht endgültig widerlegt. Wie es auch sei, ob Einhard die Annalen selbständig verfaßt hat, ob er ein älteres Werk nur stilistisch überarbeitet und verbessert hat, oder ob die Verfasserschaft einem anderen Autor zugeschrieben werden muß - wichtig für uns ist, daß der Verfasser eine intime Kenntnis der Vorgänge am Hofe hatte, daß er mit ruhiger Würde Jahr für Jahr die Ereignisse verzeichnet. Kurz und gedrängt zwar, aber doch in allem Wesentlichen vollständig und frei von aller Leidenschaft und Parteilichkeit liegt die Reichsgeschichte der Jahre von 40 bis 830 vor uns ausgebreitet. Dabei ist durchaus zu verzeihen, daß mit Rücksicht auf den ho-hen Auftraggeber Karl der Große in höherem Maße, als es den Tatsachen entspricht, als der stets allein Wissende und Handelnde hervortritt. Aber solche Schwächen, wie auch die scheinbare Beschleunigung der Ereignisse durch den annalistischen Stil, müssen wir bei Werken aus dieser Zeit ganz einfach als unvermeidbar hinnehmen. (Verlagstext)‎

‎Heine, Alexander (Hrsg.) und Otto von Freising:‎

‎Otto von Freising. Chronik. 6. und 7. Buch. Nach der Übersetzung v. H. Kohl und W. Wattenbach neu bearb. v. Birgit Neuwald. Hrsg. v. Alexander Heine. Historiker des deutschen Altertums.‎

‎Sehr gutes Ex. - Aus der Bibliothek von Prof. Wolfgang Haase, langjährigem Herausgeber der ANRW und des International Journal of the Classical Tradition (IJCT). - Otto, Bischof von Freising (etwa 1111/15-1158), war mit den Herrschern seiner Zeit verwandtschaftlich verbunden. Er war ein Stiefbruder Konrads III. und Onkel Friedrichs I. Barbarossa. Besonders unter dem letzteren war Otto an höchster Stelle in der Politik beschäftigt. In seiner "Chronik oder Geschichte von den zwei Staaten" folgt er für die älteren Zeiten zahlreichen Vorlagen, die er jedoch nicht vorbehaltlos übernimmt, sondern kritisch bewertet. Gerade wegen dieser sachlichen Art seiner Geschichtsschreibung sind das 6. und 7. Buch seiner Chronik von besonderem Wert, da Otto hier Geschehnisse aufzeigt, der er selbst erlebt hat oder durch Augenzeugenberichte kennt. (Verlagstext) // INHALT : Einleitung. --- Ottos Brief an den Kaiser. --- Ottos Brief an den Kanzler. --- Vorrede. --- Inhalt des sechsten Buches. --- Inhalt des siebten Buches. --- Sechstes Buch. --- Siebtes Buch. --- Anhang --- Katalog der Päpste und Kaiser --- Erste Fortsetzung. --- Zweite Fortsetzung. --- Brief Heinrichs IV. an Philipp I. --- Personenregister. --- Geographisches Register.‎

‎Hering, Sabine:‎

‎"Und das war erst der Anfang" : Geschichte und Geschichten bewegter Frauen.‎

‎Namenseintrag aber sonst sauber erhalten, kleine Alterungsspuren des Papiers. "So ist das Vielgebären häufig nur die Vorbereitung des Vielsterbens ..." G e d a n k e n ü b e r H e n r i e t t e F ü r t h ( 1 8 6 1 - 1 9 3 8 ) . . . 7 In der Höhle des Löwen P a r l a m e n t a r i s m u s u n d F r a u e n b e w e g u n g . . . . 2 1 Der gute Geist Betrachtungen über die Hausmänner bewegter Frauen 31 Ach Gertrud/ Eine Gardinenpredigt gegen die gemäßigte Frauenpolitik 45 Die Frau gehört ins Haus.' Männliche Argumente gegen weibliches Reisen 55 Die Liebe Der alte Streit um Ehe und Eros 63 Die Geschichte der Marie Ein Märchen ohne Happy-End 91 Die Frau als Hausärztin Kann alles, weiß viel - verdient nichts! . . . . 103 Die Schande Ein Blick zurück auf die Mutterschaft ohne Trauschein 117 "Deutsch und nichts als Deutsch" Mathilde Ludendorff ohne Heiligenschein und Hexenzeichen 131 Keinen Dank für Veronika Dankeschön Eine andere Art der Völkerverständigung . ISBN 9783905493573‎

‎Herrmann, Ulrich (Herausgeber):‎

‎Volk - Nation - Vaterland. hrsg. von Ulrich Herrmann / Studien zum achtzehnten Jahrhundert ; Bd. 18.‎

‎Sehr gutes Exemplar. - INHALT -- VORWORT -- EINFÜHRUNG -- Ulrich Herrmann (Ulm) -- Volk - Nation - Vaterland: ein Grundproblem deutscher Geschichte -- Ursula A. J. Becher (Braunschweig) -- Nation und Lebenswelt. Zu einigen Grundlagen der Politisierung -- VOLK -- Etienne Francois (Paris/Berlin) -- "Peuple" als politische Kategorie -- Marita Gilli (Besanfon) -- "Volk" bei Georg Förster und den deutschen Jakobinern .... -- Jänos Rathmann (Budapest) -- Die "Volks"-Konzeption bei Herder -- Jürgen Konert (Bad Schönborn) -- Patriotismus in der deutschen Medizin des 18. Jahrhunderts . -- Heinrich Bosse (Freiburg i.Br.) -- Patriotismus und Öffentlichkeit -- NATION UND NATIONALBEWUSSTSEIN -- Michael Maurer (Essen) -- Nationalcharakter und Nationalbewußtsein. England und Deutschland im Vergleich -- Jürgen Heideking (Köln) -- Einheit aus Vielfalt: Die Entstehung eines amerikanischen Nationalbewußtseins in der Revolutionsepoche 1760-1820 -- Hans-Jürgen Lüsebrink (Saarbrücken) -- Die Genese der "Grande Nation". Vom Soldat-Citoyen zur Idee des Empire -- Ulrich Im Hof (Bern) -- "Volk - Nation - Vaterland" und ihre Symbolik in der Schweiz -- Horst Steinmetz (Leiden) -- Idee und Wirklichkeit des Nationaltheaters. Enttäuschte Hoffnungen und falsche Erwartungen -- Gonthier-Louis Fink (Strasbourg) -- Das Wechselspiel zwischen patriotischen und kosmopolitisch-universalen Bestrebungen in Frankreich und Deutschland (1750-1789) -- Adrian von Buttlar (Kiel) -- Das "Nationale" als Thema der Gartenkunst -- Ulrich Herrmann (Ulm) -- Von der "Staatserziehung" zur "Nationalbildung". Nationalerziehung, Menschenbildung und Nationalbildung um 1800 am Beispiel von Preußen -- Werner Schneiders (Münster i. W.) -- Der Zwingherr zur Freiheit und das deutsche Urvolk. J.G. Fichtes philosophischer und politischer Absolutismus -- Monika Wagner (Hamburg) -- Germania und ihre Freier. Zur Herausbildung einer deutschen nationalen Ikonographie um 1800 -- Hans-Ulrich Wehler (Bielefeld) -- Nationalismus, Nation und Nationalstaat in Deutschland seit dem ausgehenden 18. Jahrhundert -- IV. VATERLAND UND VATERLANDSBEGEISTERUNG -- Michael Jeismann (Frankfurt a.M.) -- "Feind" und "Vaterland" in der frühen deutschen Nationalbewegung 1806-1815 -- Herbert Schneider (Frankfurt a.M.) -- Revolutionäre Lieder und vaterländische Gesänge. Zur Publikation französischer Revolutionslieder in Deutschland und zum politischen Lied in R.Z. Beckers -- "Mildheimischem Liederbuch" -- Ernst Weber (München) -- Zwischen Emanzipation und Disziplinierung. Zur meinungs- und willensbildenden Funktion politischer Lyrik in Zeitungen zur Zeit der Befreiungskriege -- Jürgen Wilke (Mainz) -- Der nationale Aufbruch der Befreiungskriege als Kommunikationsereignis -- Christof Römer (Braunschweig) -- Die Bildwelt des Patriotismus und die Ikonographie seiner Helden in Deutschland (1806 - 1815) -- BIBLIOGRAPHIE -- PERSONENREGISTER -- DIE AUTOREN DIESES BANDES -- ABBILDUNGSNACHWEIS. ISBN 9783787311378‎

‎Heuer, Dr. Gerd F.:‎

‎Dokumentationen zur Geschichte der Kriege: 1910 - 1945. Deutsche Geschichte in Stichworten. Eine illustrierte Chronik militärischer und politischer Ereignisse 1914-1939.‎

‎Aus dem Vorbesitz des libertären Dokumentaristen Hans-Dieter Heilmann. - leicht berieben, Verschmutzungen auf Einband, Einkerbung auf Hinterdeckel, Besitzvermerk Heilmann auf Vorsatz, Seiten angegilbt. - Einführung Die Jahreszahlen 1914 und 1939 dokumentieren den Beginn zweier schrecklicher weltweiter Kriege, die nicht nur das Schicksal des deutschen Volkes verhängnisvoll beeinflußt, alte Ordnungen beseitigt und die Landkarte entscheidend verändert haben, sondern ebenfalls für andere Völker - auch über Europa hinaus - mit schweren politischen, wirtschaftlichen und sozialen Erschütterungen verbunden waren, die bis in unsere Tage nachwirken. Die hier vorgelegte zeitgeschichtliche Chronik umfaßt zwar nur ein Vierteljahrhundert der zweitausendjährigen Geschichte des deutschen Volkes, indessen aber gerade jenen Teil, der unser heutiges politisches, wirtschaftliches und soziales Dasein entscheidend mitgeprägt hat. Die Gegenwart zu meistern und dadurch die Weichen, die in die Zukunft fuhren, richtig zu stellen ist für uns heute Lebende eine dringlichere Aufgabe als die mehr oder weniger rückwärtsorientierte, vielzitierte „Bewältigung der Vergangenheit“. Auch noch so üble Erscheinungen zurückliegender Jahrzehnte werden nämlich nicht dadurch bewältigt, daß man Geschichte, besserwisserisch oder polemisch gefärbt, allein aus dem Nachhinein schreibt, alles Vergangene blindlings verdammt, gar nicht erst zur Kenntnis nimmt oder auch - wie vielfach geschehen - zusammen mit Hitler und dem Nationalsozialismus gleich auch Luther, Friedrich den Großen und das Preußentum, Richard Wagner, Friedrich Nietzsche und alle guten, insbesondere die soldatischen nationalen Traditionen mit auf den Schutthaufen der Geschichte wirft. Ein Volk kann aus seiner Geschichte - mag sie aus heutiger Sicht positiv oder negativ zu werten sein - nicht einfach aussteigen oder zulassen, daß die uns nachfolgenden Generationen praktisch geschichtslos aufwachsen. Durch zunächst möglichst objektive und vollständige Erfassung der nackten, durch keine subjektive Auslegung verzerrten Tatsachen müssen die noch überlebenden Zeitgenossen des Geschehens von 1914 bis 1939 und die aktiven Teilnehmer des Zweiten Weltkrieges vor allem um eine Erklärung bemüht sein, warum alles so geschehen konnte, wie wir es zu unserem und der übrigen Welt Leidwesen erlebt haben. Dann werden wir nämlich u. a. erkennen, daß die deutsche Zeitgeschichte zwar von Hitler und dem Nationalsozialismus in verhängnisvoller Weise mitgeprägt wurde, es aber doch falsch wäre, die zwölf Jahre der Hitlerherrschaft mit all ihren unheilvollen Erscheinungsformen und Auswirkungen einfach darauf zurückzuführen, daß eines Tages ein Weltkrieg-I-Soldat namens Hitler beschloß, „Politiker zu werden“. Vielmehr konnten Hitler und seine „Bewegung“, die ja schließlich schon vor ihrer - im übrigen durchaus verfassungskonformen - „Machtergreifung“ am 30. Januar 1933 bei den Wahlen vom 31. Juli 1932 nicht weniger als 37,4% aller Wähler hinter sich gebracht hatte, danach in mehreren Volksabstimmungen jeweils über 90% aller Stimmen auf sich vereinigte und bei Kriegsende 1945 rund 8.5 Millionen offizielle Parteimitglieder umfaßte, nur aufgrund der eine freie nationale Entwicklung einschränkenden Bestimmungen des Versailler Diktatfriedens und seiner Folgen, verschärft durch die Auswirkungen der Weltwirtschaftskrise, eine millionenfache Arbeitslosigkeit und das dadurch bedingte nahezu zwangsweise Versagen der republikanisch-demokratischen Parteien, zum Erfolg gelangen. In allen Parteien gab es Widerstand gegen den Versailler Vertrag und den Wunsch nach einer friedlichen Revision; Millionen Menschen waren mit den politischen, wirtschaftlichen und sozialen Verhältnissen in der Weimarer Republik unzufrieden, die ja letztlich eine „Republik ohne Republikaner“ war. Und den schließlich über sechs Millionen Arbeitslosen - mit Angehörigen an die zwanzig Millionen Menschen -, die jahrelang in Hunger, Elend und Verzweiflung am Rand des Existenzminimums dahinvegetierten, konnte man es kaum verübeln, daß sie für radikale Parolen von rechts und links immer empfänglicher geworden waren. Der ranghöchste unter den noch lebenden deutschen Heerführern des Zweiten Weltkrieges, der heute neunzigjährige Generaloberst a.D. Karl Hollidt, hat diese folgenschwere Entwicklung einmal auf die knappe, einprägsame Formel gebracht: „Ohne Versailles hätte es keinen Adolf Hitler gegeben.“ Ein Mann ganz anderer Herkunft und Position, Professor Dr. Herbert Weichmann (1965 bis 1971 sozialdemokratischer Erster Bürgermeister der Freien und Hansestadt Hamburg und bis 1933 einer der engsten Mitarbeiter des sozialdemokratischen preußischen Ministerpräsidenten Otto Braun), hatte im Rahmen eines „zeitgeschichtlichen Hearings“ in Tübingen Mitte Dezember 1973 die politische Misere jener Zeit mit folgenden Worten treffend gekennzeichnet: „Aber wir hatten ja noch keine verankerte Demokratie. Die Republik war doch eine Republik ohne Demokraten. Die Verfassung war nicht in die Herzen der Menschen eingegraben. Dazu kamen sechs Millionen Arbeitslose, hoffnungslos aus dem Erwerbsprozeß ausgeschieden. Dazu kamen die politische Polarisierung, die Straßenkämpfe, das funktionsunfähige Parlament aufgrund der Vielzahl der Parteien. Dazu kam schließlich der Druck der Reparationslasten. Der Gedanke eines Herrschaftswechsels schreckte die Menschen nicht... Brüning hat schließlich mit Notverordnungen regiert, weil auch er mit den Parteien nicht mehr fertig geworden ist. Und er ist in dem Moment gescheitert, als ihm der Präsident die Notverordnungen versagt hat. Zu einem Staatsmann gehört wohl ein Grad Besessenheit und Machtliebe, wenn ihm nicht durch günstige Zeitumstände die Masse entgegenfliegt. Das ist eine Ingredienz, ein Bestandteil der Kunst, ein Staatsmann zu sein. Man muß ebenso fasziniert sein von den Aufgaben des Staates wie von der Verlockung der Macht. Hitler hat das fertiggebracht, als Volkstribun demagogisch Emotionen auszubeuten und sich damit eine Machtbasis zu schaffen.“ ISBN 9783811810495‎

‎Heuft, Gereon, Harald J. Freyberger und Renate Schepker:‎

‎Ärztliche Psychotherapie - Vier-Ebenen-Modell einer Personalisierten Medizin : epidemiologische Bedeutung, historische Perspektive und zukunftsfähige Modelle aus Sicht von Patienten und Ärzten ; mit 44 Tabellen.‎

‎Jeder Arzt - gleich welcher Fachrichtung - trifft auf Menschen in besonderen Lebenssituationen: Wer krank ist, befindet sich meistens in einem "Ausnahmezustand". Zudem nimmt die Anzahl psychischer Leiden zu. Auch auf die individuellen Bedürfnisse dieser Patienten muss ein Mediziner eingehen können. Wie wird er jedoch einer personalisierten, auf das Individuum zugeschnittenen Behandlung gerecht, und wie kann er entsprechende Kompetenzen erwerben? Gereon Heuft, Harald Freyberger und Renate Schepker haben die Rolle der ärztlichen Psychotherapie in Deutschland analysiert. Lesen Sie, wie Patienten, Ärzte und Psychologische Psychotherapeuten den Stellenwert der ärztlichen Psychotherapie einschätzen und wer wann zu welchen Therapeuten gehen oder überweisen würde. Auf Basis dieser Erhebungen haben die Autoren ein Vier-Ebenen-Modell entwickelt, das zeigt, wie psychotherapeutische Kompetenzen - vom Studium bis zum Facharzt - in jedem Stadium der Ausbildung erworben werden können. -- Aus dem Inhalt: Einleitung - Auftrag und Ziele der Expertise -- Epidemiologischer und gesundheitspolitischer Rahmen -- Geschichtliche Aspekte der Ärztlichen Psychotherapie -- Zur psychosomatischen, psychiatrischen und psychotherapeutischen Behandlung zugelassene Gruppen in der vertragsärztlichen und stationären Versorgung -- Bevölkerungsbasierte Erhebung bezüglich des Bekanntheitsgrades psychotherapeutisch Tätiger und deren Aufgabenbereiche -- Stellenwert der Ärztlichen Psychotherapie aus der Sicht niedergelassener Ärztlicher, Psychologischer sowie Kinder- und Jugendlichen-Psychotherapeuten sowie von Krankenhausärzten und Fachgesellschaften -- Expertise zur Rolle der Ärztlichen Psychotherapie -- To Do-Empfehlungen für die zukünftige Entwicklung. ISBN 9783794530601‎

‎Heyden, Ulrich van der (Herausgeber):‎

‎Kolonialismus hierzulande : eine Spurensuche in Deutschland. Ulrich van der Heyden und Joachim Zeller (Hrsg.)‎

‎gutes und sauberes Exemplar, Inhaltzverzeichnis Vorwort Nicht nur Berlin und Hamburg: Koloniale Orte in Deutschland MARIANNE BECHHAUS-GERST: Köln und die Kolonien THOMAS GATTER: „Buten un binnen, wagen un winnen!" Bremen und der Kolonialismus ALF ROSSNER: Das koloniale Weimar INGA-DOROTHEE ROST: Das koloniale Hannover THORSTEN HEESE: Das koloniale Osnabrück LOTHAR PÜTZSTÜCK: Düsseldorf und China: Politische und kulturelle Bezüge im Kaiserreich JOCHEN LINGELBACH: War da was? Spuren des Kolonialismus in Leipzig HEIKO WEGMANN: Freiburg: Spuren der Kolonialbewegung ANNE DREESBACH/MICHAEL KAMP: Kolonialismus in München 11 11 19 27 34 40 48 53 61 68 Mit Deutschland „über See" 75 MICHAEL ZEUSKE: Das Welser-Haus in Augsburg: 75 Frühe Kolonisationsversuche in Amerika CHRISTIAN CWIK: Der Brasilianer aus der Dillenburg: 79 Johannes Moritz von Nassau-Siegen im Dienste der Westindischen Kompanie CHRISTIAN CWIK/VERENA MUTH: Die Rosenkranz-Kanzel 83 in der Wiener Dominikanerkirche: Zur deutschen Beteiligung an Missionierung und Kolonialismus im amerikanischen Raum des 16. Jahrhunderts JENNI ZEUSKE/MICHAEL ZEUSKE: Frans Post in Deutschland: 87 Die Vermarktung des Kolonialismusexotismus an der europäischen Halbperipherie MICHAEL ZEUSKE: Der andere Entdecker: Alexander von Humboldt 90 ULRICH VAN DER HEYDEN: München: Die Großfriedrichsburger Straße 95 ULRICH VAN DER HEYDEN: Emden: Geschütze aus der Kolonie Großfriedrichsburg Die geographische Erforschung der Welt - koloniale Wegbereitung? 99 ULRICH VAN DER HEYDEN: Die geographische Entdeckung Afrikas 99 und der deutsche Kolonialismus ULRICH VAN DER HEYDEN: Hamburg: Die Heinrich-Barth-Straße 104 RALF EMING: Stahnsdorf: Letzte Ruhestätte des Geographen 107 Ferdinand von Richthofen HEINZ PETER BROGIATO: Leipzig: Hans Meyers Grab HANS-DIETRICH SCHULTZ: Duisburg-Lome: Erinnerung an Deutschlands 117 Kolonien im Erdkundeunterricht und Erdkundeschulbuch Koloniale Infrastruktur 125 KARSTEN LINNE: Witzenhausen: „Mit Gott, für Deutschlands Ehr, 125 Daheim und überm Meer" Die Deutsche Kolonialschule KARSTEN LINNE: Rendsburg: Zwischen Afrika-Träumereien und „Osteinsatz" 131 Die Koloniale Frauenschule WILHELM R. SCHMIDT: Frankfurt am Main: Koloniale Sammlungen in der 137 Universitätsbibliothek der Johann Wolfgang Goethe-Universität JOACHIM KUNDLER: Die Schaltzentrale kolonialer Kommunikation: 141 Das Reichspostamt in der Leipziger Straße in Berlin KATJA KAISER/HEIKE HARTMANN: Berlin: Botanischer Garten 145 und Botanisches Museum CLAUDIA SCHUSTER: Das Institut und Museum für Meereskunde in Berlin 150 HOLGER STOECKER/JÜRGEN-K. MAHRENHOLZ: Afrika in der Tonkonserve: 153 Lautforschungen in Berlin während und nach dem Ersten Weltkrieg HOLGER STOECKER: Kolonialforschungen am Internationalen Institut für 158 Afrikanische Sprachen und Kulturen, 1926 bis 1945 JENS RUPPENTHAL: Das Hamburgische Kolonialinstitut als verdeckter Erinnerungsort 161 HARALD SIPPEL: Hamburg: Koloniale Rechtsforschung im Deutschen Reich 166 KATJA KAISER: Neudietendorf: Frieda von Bülow, die koloniale Frauenfrage 171 und koloniale Frauenorganisationen ULRICH THIEL: Freiberg in Sachsen: 177 Kolonialgeologische und -bergbauliche Forschungsstätte TORSTEN FRIED: Mecklenburg: Koloniale Medaillenkunst Kolonialpolitik: Ereignisse, Akteure 185 HEINZ SCHNEPPEN: Der Helgoland-Sansibar-Vertrag von 1890 185 FRANK OLIVER SOBICH/SEBASTIAN BISCHOFF: „Chinesenpest" in Ostpreußen: 190 Wie die Sozialdemokraten bei den „Hottentotten-Wahlen" 1907 in den östlichen Provinzen um Stimmen warben JÜRG SCHNEIDER: Berlin-Kamerun: Der Gouverneur 195 und eine Berliner Halbweltdame ULRICH VAN DER HEYDEN: Vom brandenburgischen Bad Freienwalde 201 in die deutschen Kolonien CHRISTIAN KOLLER: Frankfurt-Berlin-Rheinland: 203 Vom ethnologischen „Material" zur „schauerlichen Gefahr" Afrikanische Kriegsgefangene und Besatzungssoldaten in Deutschland (1870-1945) MALTE FUHRMANN: Potsdam: Die Enver-Pascha-Brücke JEFFREY GREEN/RAINER E. LOTZ: Von Bernburg in Anhalt nach Basoko 215 im Kongo: William Hoffman, ein unbedeutender Imperialist ULRICH VAN DER HEYDEN: Koloniales Gedenken im Blumentopf: 220 Das Usambara-Veilchen und sein „Entdecker" aus Berlin ULRICH VAN DER HEYDEN: Berlin: Christliche Missionsgesellschaften 223 in der Reichshauptstadt URSULA TRÜPER: Berlin, Mauerstraße-Bethlehemskirchplatz: 226 Das Jänicke'sche Missionsinstitut KATHRIN ROLLER: Gerungen: Eine schwäbische Kleinstadt als 229 interkultureller Erinnerungsort ARMIN OWZAR: Loyale Vasallen oder islamistische Aufrührer? 234 Moslems in Deutsch-Ostafrika JEFF BOWERSOX: Bamberg: Die kolonialen Wurzeln der Pfadfinderbewegung 240 JENS HILD: Jena: Koloniale Jugendabteilung und Kolonialpfadfinder 246 in der thüringischen Zeiss- und Universitätsstadt (1925 bis 1933) REINHARD KLEIN-ARENDT/SUSANNE HEYN: „Glücklich das Volk, 251 welches, gewollt oder ungewollt, keine Kolonien besitzt!" JOACHIM ZELLER: Dresden 1938: „Auch hier liegt deutsches Land" Heldenmale, Mahnmale, Gräber 267 JOACHIM ZELLER: Zwischen Wilhelmshaven und München: 267 (Post-)Koloniale Erinnerungskultur in Deutschland HEIKO MÖHLE: Hamburg-Jenfeld: Von der Traditionspflege 275 zum postkolonialen Erinnerungsort? Der „Tansania-Park" in der ehemaligen Lettow-Vorbeck-Kaserne GORDON UHLMANN: Das Hamburger Wissmann-Denkmal: 281 Von der kolonialen Weihestätte zum postkolonialen Debatten-Mahnmal HEIKO MÖHLE: Das Grabdenkmal für Adolf Graf von Götzen 286 auf dem Ohlsdorfer Friedhof in Hamburg THOMAS MORLANG: Verweigerte Erinnerung: Das Ketteler-Denkmal in Münster 288 ULRIKE LINDNER: Das Kolonialviertel in München-Trudering 293 STEFANIE MICHELS: Von Saarlouis nach Bad Segeberg: 300 Das Erbe von Paul von Lettow-Vorbeck JAN BÖTTGER: Das Grabmonument Johann Albrechts von 305 Mecklenburg-Schwerin im Münster von Bad Doberan Visueller Kolonialismus 309 ASTRID KUSSER: Eigensinniges „Material": Visuelle Präsentationen einer 309 kolonialen Welt und ihre ambivalenten Effekte KATHRIN GAWARECKI/SILKE SEYBOLD: Der Vergangenheit kann man 317 nicht entkommen. Eine koloniale Spurensuche im Übersee-Museum Bremen LARISSA FÖRSTER: Köln - Berlin - Freiburg: 324 Ethnologische Museen und ihr koloniales Erbe JOACHIM ZELLER: Die Königsinsignien von Kum'a Mbape aus Kamerun 328 Der Streit um koloniales Raubgut im Münchener Völkerkundemuseum HILKE THODE-ARORA: Von St. Pauli bis Hagenbeck: Völkerschauen in Hamburg 330 WOLFGANG FUHRMANN: Die „Insel": Koloniale Unterhaltung in Altenburg 337 BRITTA LANGE: Stuttgart: Die Kolonialausstellung von 1928 343 GORDON UHLMANN: Hamburg: Kolonialwaren 348 STEFANIE WOLTER: Büttenrede mit King Bell: 353 Der Bamberger Kolonialkarneval 1885 HUBERTUS HABEL: Der „Coburger Mohr" 357 Kolonialismus und Literatur 363 MEDARDUS BREHL: Orte des Ichs: Selbsterfahrung, Selbstbehauptung und Identität 363 in der deutschen Kolonialliteratur mit dem Schwerpunkt Deutsch-Südwestafrika HARTMUT BERGENTHUM: Berlin: Kolonialismus und Rassismus in der 370 populären Weltgeschichtsschreibung, vornehmlich dargestellt am Beispiel der Ullstein-Weltgeschichte TIM OPITZ: Schwaben: Die kolonialrevisionistischen „Ostafrika"-Romane 375 von Friedrich Wilhelm Mader Koloniale Topoi 381 THORALF KLEIN: „Germans to the Front!" 381 UWE SCHULTE-VARENDORFF: „Schutztruppe" 386 HARALD SIPPEL: „Wie erzieht man am besten den Neger zur Plantagen-Arbeit?" 391 GÜNTHER PAKENDORF: „Volk ohne Raum Das Schwarze Deutschland 399 MARIANNE BECHHAUS-GERST/JOACHIM ZELLER: Afrikanische Diaspora 399 in Deutschland: Eine Bildergalerie STEFANIE MICHELS: Mülheim an der Ruhr: Der kleine schwarze Prinz. 417 HEINZ SCHNEPPEN: Jena: Emily Ruete, eine Prinzessin aus Sansibar 422 JOACHIM ZELLER: Berlin: Schaustellung von 427 „Akkazwerginnen aus Centralafrika" 1893 SUSANN LEWERENZ: „Basthütten am Kolonial-Mal": 432 Die Deutsche Afrika-Schau (1935-1940) Abbildungsverzeichnis 439 Autor/innen ISBN 9783866802698‎

‎Hiller, Paul:‎

‎Chronik Lankwitz : [der Originaltext]. Wubs book ; Nr. 11‎

‎Nahezu neuwertig, sehr sauber ISBN 9783926578440‎

‎Hinz, Hans-Martin (Herausgeber):‎

‎Tsingtau : ein Kapitel deutscher Kolonialgeschichte in China 1897 - 1914. hrsg. von Hans-Martin Hinz und Christoph Lind.‎

‎Einband leicht berieben, sonst sehr gut. - Inhalt -- Christoph Stölzl -- Vorwort zur Ausstellung -- Yan Lijin -- Grußwort aus Qingdao (Tsingtau) -- Herbert Franke -- Die Beschäftigung mit der chinesisch-deutschen Geschichte -- Hans-Martin Hinz -- Das Thema im Ausstellungsrundgang -- Bernd Eberstein -- Kaufleute, Konsuln, Kapitäne: -- Frühe deutsche Wirtschaftsinteressen in China -- Ingo Nentwig -- Die Provinz Schantung im 19. Jahrhundert -- Erling von Mende -- Für Gott und Vaterland? -- Die christlichen Missionen -- Lothar Zögner -- Ferdinand von Richthofen - -- Neue Sicht auf ein altes Land -- Michael Salewski -- Die preußische und die Kaiserliche Marine -- in den ostasiatischen Gewässern: -- Das militärische Interesse an Ostasien -- Torsten Warner -- Der Aufbau der Kolonialstadt Tsingtau: -- Landordnung, Stadtplanung und Entwicklung -- Christoph Lind -- Heimatliches Idyll und kolonialer Herrschaftsanspruch: Architektur in Tsingtau -- Wilhelm Matzat -- Alltagsleben im Schutzgebiet: Zivilisten und -- Militärs, Chinesen und Deutsche -- Klaus Mühlhahn -- Qingdao (Tsingtau) - -- Ein Zentrum deutscher Kultur in China? -- Joachim Kundler -- Verbindung mit der Heimat: -- Die deutsche Post im Kiautschou-Gebiet -- Michael Kunzel -- Deutsche Dollars für Tsingtau -- Bernd Leupold -- Chinesen unter deutschem Recht: -- Das Justizwesen im Schutzgebiet -- Klaus Mühlhahn -- Deutsche Vorposten im Hinterland: -- Die infrastrukturelle Durchdringung der Provinz Schantung -- Thomas H. Hahn -- Die erste photographische Dokumentation Tsingtaus: Dr. Behme und seine Bilder -- Iwo Amelung -- Gegen die ausländischen Barbaren: -- Die »Boxer« und ihr Mythos -- Herbert Butz -- Kniefall und Geschenke: -- Die Sühnemission des Prinzen Chun -- in Deutschland -- Xia Baige -- Ein jahrtausendealtes System zerbricht: -- Chinas Reform- und Modernisierungsbemühungen und der Untergang des Kaiserreiches -- Ursula Ballin -- Vorurteile und Illusionen: Europäische Chinabilder und Fremdbilder in China -- Liu Weijian -- Vom »jungen Deutsch-China« zum »Heiligen Boden des Verständnisses« Tsingtau (Qingdao) im Spiegel der deutschen Literatur -- Gerhard Krebs -- Der Chor der Gefangenen: -- Die Verteidiger von Tsingtau in japanischen Lagern -- Jing Dexiang -- Ein kurzes Gastspiel in China: Zur Ambivalenz der deutschen Kolonialgeschichte in der Provinz Schantung -- Wolfgang J. Mommsen -- Kolonialgeschichte und Imperialismus: -- Ein Blick zurück -- Anhang -- Zu den Autoren -- Zeittafel -- Abbildungsnachweis. ISBN 9783932353178‎

‎Hösle, Vittorio:‎

‎Eine kurze Geschichte der deutschen Philosophie: Rückblick auf den deutschen Geist.‎

‎Leicht vergilbt, sonst guter Zustand. - Der Sonderweg deutscher Philosophie beginnt! im Mittelalter mit Meister Eckhart und Nicolaus Cusanus. Eine neue Pointierung wird durch die Reformation gewiesen, die gerade wegen ihrer antiphilosophischen Polemik einen Neubeginn des Denkens ermöglicht und die für Deutschland so charakteristische Verbindung von Philosophie und Philologie hervorbringt. Leibniz. Kant und die Fundierung der Geisteswissenschaften im späten 18. Jahrhundert sind Vora^B Setzungen der Synthese des Deutschen Idealismus, auf die mit Schopenhauer. Feuerbach, Marx und Nietzsche eine rasche Auflösung des Christentums ebenso wie der bisherigen Vernunftmetaphysik folgt. Die Neubegründungen der Philosophie bei Frege und im Logischen Positivismus, bei den Neukantianern und in der Phänomenologie Husserls werdeii||||| als die wirkungsmächtigsten Versuche des frühen 20- Jahrhunderts dargestellt: auf sie folgt die Philosophie des National»! Sozialismus (Martin Heidegger, Arnold Gehlen. Carl Schmitt) und schließlich diejenige der Bundesrepublik (Hans-Georg Gadamer. Kart-Otto Apel, Jürgen Habermas und Hans Jonas). Das Buch ist eine auf gründlicher Kenntnis der Primärquellen beruhende Gesamtinterpretation der deutschen Philosophie. ISBN 9783406648649‎

‎Holzhauer, (Eduard) und (Georg Carl Gustav) Hoppenstedt:‎

‎( 2 BÄNDE ) Das Volk in Waffen. 1: Das Heer: Mit rund hundertundfünfzig photographischen Aufnahmen; 2: Die Flotte: Mit rund hundertundvierzig photographischen Aufnahmen.‎

‎Gute Exemplare / 2 BÄNDE. - Stärker vergilbt, Einband stärker berieben und bestoßen, sonst guter Zustand. Mit diversen historischen (Zeitungs-)Beilagen. Überwiegend illustriert; beispielhaft siehe zweites und viertes Bild. // Eduard Holzhauer (* 7. September 1852; † 1936) war ein deutscher Vizeadmiral der Kaiserlichen Marine. ... (wiki) // Georg Carl Gustav Hoppenstedt, seit 1907 von Hoppenstedt (* 27. Juni 1847 in Lüneburg; † 6. August 1918 in Kiel) war ein preußischer Generalleutnant. ... (wiki)‎

‎Hoppe, Marianne, Luise Ullrich Ferdinand Marian u. a.:‎

‎Deutscher Filmkalender 1944. Hrsg.: Wilhelm Schaefer.‎

‎Gutes Ex.; Einband mit Fehlstelle; Gebrauchs- u. Lagerspuren; Seiten zumeist leicht nachgedunkelt. - Zahlreiche Illustrationen, nicht wenige davon farbig. - Schauspieler-Porträts und Film-Stills von Paul Hartmann / Annelies Reinhold; Marika Rökk (aus Die Frau meiner Träume); Ernst von Klipstein (Der zweite Schuß); Paul Klinger / Hannelore Schroth; Ewald Balser (große Farbaufnahme); Henny Porten; Maria Holst / Paul Hubschmid; Paul Henckels (große Farbaufnahme); Winnie Markus; Attila Hörbiger (gr. Farbaufnahme); Albert Matterstock; Hans Albers / Ilse Werner (Farbaufnahme aus Große Freiheit Nr. 7); Im Banne der Musik. Verwitterte Melodie (Farbaufnahme aus dem Zeichentrickfilm); Marianne Hoppe (gr. Farbaufnahme); Emil Jannings (Der Vater); Kristina Söderbaum / Carl Raddatz (Immensee); Sybille Schmitz (gr. Farbaufnahme); Heinrich George (Die Degenhardts); Heinz Rühmann (gr. Farbaufnahme); Luise Ullrich; (gr. Farbaufnahme); Johannes Heesters / Hertha Mayen (Glück bei den Frauen); Ferdinand Marian (gr. Farbaufnahme) -- (u.v.a.m.)‎

‎Horkheimer, Max, Helmut Dubiel und Söllner, Alfons (Herausgeber):‎

‎Wirtschaft, Recht und Staat im Nationalsozialismus: Analysen d. Instituts für Sozialforschung 1939 - 1942.‎

‎Guter Zustand. Markierung auf Seitenschnitt. -- Im November und Dezember des Jahres 1941 veranstalteten Mitarbeiter des Instituts für Sozialforschung (Institute of Social Research) an der Columbia University einen Vorlesungszyklus zur Staatsorganisation, zur Wirtschafts- und Rechtsordnung, zur Klassenstruktur und Ideologie des Nationalsozialismus. Ein Teil dieser Vorträge ist dann in der Schlußnummer der Zeitschrift für Sozialforschung publiziert worden. Sie erscheinen hier erstmals in ihrem ursprünglichen Kontext, vermehrt um Aufsätze, die aus dem nämlichen Erkenntnisinteresse der Institutsmitglieder hervorgegangen sind. Erst diese umfassende Rekonstruktion der Argumente und Analysen macht den Rahmen sichtbar, in dem das Institut damals seine theoretische und politische Auseinandersetzung mit dem Nationalsozialismus geführt hat. - Es ist offenkundig, daß sich diese Analysen nicht zwanglos zu einer allgemeinen Theorie des nationalsozialistischen Systems zusammenfügen. Das liegt freilich nicht nur an der ihnen eigentümlichen methodischen Mannigfaltigkeit, sondern auch daran, daß in sie unterschiedliche Einschätzungen des entwickelten Faschismus eingingen. Die Vergegenwärtigung der Ausgangsthesen der Nationalsozialismusforschung des Instituts macht überdies deutlich, daß diese unterschiedlichen Einschätzungen den engeren Mitarbeiterkreis in den frühen vierziger Jahren in zwei Lager gespalten haben. ISBN 9783434004691‎

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