16°, br. edit. ill. (minime tracce d’uso), pp. 80 + 4 tavv. ill. f.t.
1957Mm 120x190 Collana "Saggi di varia umanità". Brossura editoriale di 75 pagine. Esemplare in buone condizioni. SPEDIZIONE IN 24 ORE DALLA CONFERMA DELL'ORDINE.
1797réf. 51574London: printed for T. Cadell 1797. Cm. 285 pp. xv 1 530 2. Antiporta illustrata e 6 carte geografiche incise e ripiegate f.t. Legatura coeva in piena pelle. dorso a piccoli nervi con ricchi fregi e titoli su tassello. Piatti inquadrati da decorazioni in oro. Qualche minimo segno d'uso alle cerniere e lievi fioriture limitate a poche pagine esemplare peraltro genuino ed in ottimo stato di conservazione. Prima edizione della versione inglese dell'opera in cui Arriano narra la spedizione intrapresa da Nearco da Creta alcuni secoli prima di Cristo. Quest'ultimo viene considerato come il viaggio che fece conoscere il territorio dell'attuale Arabia. printed for T. Cadell unknown
1777réf. 726711777. London: Printed for the author 1777. London: Printed for the author 1777. The Last Words of the "Macaroni Parson" Villette Reverend John d.1799. Dodd William 1729-1777. A Genuine Account of the Behaviour and Dying Words of William Dodd LLD. Who was Executed at Tyburn for Forgery on Friday the 27th of June 1777. By the Reverend John Villette Ordinary of Newgate. London: Printed for the Author and Sold by J. Bew 1777. 24 pp. Octavo 7" x 4". Disbound stab-stitched pamphlet. Light toning trimming to fore-edge with minor loss to title page and a few other leaves all text still legible light soiling to first and final leaves. $650. Second edition. Dodd known to many as the "Macaroni Parson" for his extravagant lifestyle had turned to forgery in an attempt to clear his debts and was sentenced to death. Although Dodd was deeply penitent and many petitioned for him to be pardoned Samuel Johnson among them he was nevertheless hanged at Tyburn in 1777. His final addresses and dying words received some posthumous attention due to his notoriety though they were in fact largely written for him by Johnson. English Short-Title Catalogue N18090. unknown books
1777réf. 726711777. London: Printed for the author 1777. London: Printed for the author 1777. The Last Words of the "Macaroni Parson" Villette Reverend John d.1799. Dodd William 1729-1777. A Genuine Account of the Behaviour and Dying Words of William Dodd LLD. Who was Executed at Tyburn for Forgery on Friday the 27th of June 1777. By the Reverend John Villette Ordinary of Newgate. London: Printed for the Author and Sold by J. Bew 1777. 24 pp. Octavo 7" x 4". Disbound stab-stitched pamphlet. Light toning trimming to fore-edge with minor loss to title page and a few other leaves all text still legible light soiling to first and final leaves. $650. Second edition. Dodd known to many as the "Macaroni Parson" for his extravagant lifestyle had turned to forgery in an attempt to clear his debts and was sentenced to death. Although Dodd was deeply penitent and many petitioned for him to be pardoned Samuel Johnson among them he was nevertheless hanged at Tyburn in 1777. His final addresses and dying words received some posthumous attention due to his notoriety though they were in fact largely written for him by Johnson. English Short-Title Catalogue N18090. unknown
1992réf. 133652San Francisco: Self-published 1992. Pamphlet. 57p. 5.5x8.5 inches illustrations wraps lightly sunned along spine else very good in original stapled pictorial wraps. Personally inscribed and signed by the poet who was born in the Philippines and was the vicar at St. Barnabus Episcopal Church in San Francisco. Self-published unknown books
2017br. Rinnovare le case per anziani (RSA), renderle più adatte per una vita il più possibile normale e attiva. È un progetto ambizioso ma ineludibile che passa attraverso la formazione degli operatori dell'assistenza. Il Quaderno Anchise n. 2 vuole contribuire a questo rinnovamento mettendo a fuoco la relazione tra chi è deputato alla formazione e gli operatori. Partendo da questa relazione si può impostare una formazione capacitante e influire in modo efficace sulla qualità dell'assistenza. Dopo un saggio introduttivo sulla formazione degli adulti, l'Autore esamina in modo dettagliato la relazione tra formatore e operatori e quella tra operatori e anziani con demenza. Il testo è ricco di esempi ed è arricchito dai contributi esperienziali di altri formatori che fanno riferimento all'ApproccioCapacitante®.
1888réf. 19294In Pisa: Mariotti 1888. Cm. 20 pp. 6 103 1. Bross. orig. decorata. Piatto anteriore allentato peraltro ben conservato a fogli chiusi. Dedica ms. dell'autore. Edizione originale non comune. Mariotti unknown
1930réf. 35634Novara: De Agostini 1930. Cm. 32 pp. 10 56 belle tavole fuori testo stampate su carta forte. Bross. orig. ill. Ottima conservazione. Elegante edizione stampata in 500 copie numerate ns. n. 14. De Agostini unknown
1948réf. 7415Torino: Associazione Culturale Progresso Grafico 1948. Discreto stato internamente ben conservato ma con difetti sulla copertina piccole mancanze alle estremità del dorso e sul bordo del piatto posteriore sgualciture strappetti. Brossura cm21x29 pp 48 VIII circa 50 tavole a colori anche ripiegate con vari esempi di tecniche di stampa e realizzazioni grafiche. Testi fra gli altri di Carlo Delprato Armando Testa Carlo Bona ecc. Associazione Culturale Progresso Grafico unknown
2004Mm 140x200 Collana "UH - L'Universe Historique". Brossura originale, 346 pagine con 16 tavole in nero non comprese nel testo in lingua francese - french text. Ottima copia, spedizione in 24 ore dalla conferma dell'ordine.
2012réf. DADAX1449771661Westbow Press 2012-10-29. hardcover. New. 6.00x0.75x9.00. Buy with confidence. Excellent Customer Service & Return policy. Westbow Press hardcover
réf. 1449771661.Ghardcover. Good. Access codes and supplements are not guaranteed with used items. May be an ex-library book. hardcover
1970réf. 027566Lisboa : Imprensa Nacional 1970. Editorial / Hard Cover. Muito Bom/Very Good/Très Bien/No Jacket. In-8º220x150. 3 Vols. de XVI-583/XV-690/XVII-834 pp. Imprensa Nacional hardcover
1970réf. 028971Lisboa : Imprensa Nacional 1970. Editorial / Hard Cover. Muito Bom/Very Good/Très Bien/Bom Good Bien. In-8º220x150. 3 Vols. de XVI-583/XV-690/XVII-834 pp. Imprensa Nacional hardcover
1689réf. 028806Lisboa: Na Officina de Miguel Deslandes 1689. 1ª Edição . Inteira de Pele/Full -Leather. Bom / Good / Bon. In-8º210x158. 1 vol. de 10-624-2 pp. Encadernados em inteira de pele da época. Antigos carimbos de pertence. Folha de rosto com restauros antigos. Barbosa Machado I-422 Inocêncio I-290 Samodães II-743. Na Officina de Miguel Deslandes, hardcover
1907réf. 007158Porto 1907-1909: Livraria Chardron 1907. Editorial / Hard Cover. Bom / Good / Bon. In-8º 195x130. 7 Volumes. Dos semões completos. São os seguintes volumes: 3º 4º 9º 11º 12º 13º 14º. Encadernações editoriais em percalina tendo o 3º volume a encadernação mais cansada e com defeitos na lombada. Livraria Chardron hardcover
1944réf. 332712ª. Ed. correcta e aumentada.- Coimbra: Composto e impresso nas oficinas de "Coimbra Editora Ltda." 1944.- XII364 p. 1 h.: Mapa y láminas fotográficas en negro; 4º 238 x 167 cm; Intonso; Texto en portugués; Rústica Ed.- Publicaçao subsidiada pelo Instituto Para a Alta Cultura.- Completísimo estudio histórico geográfico y social de esta comarca y población portuguesa. RARO. PORTUGAL Livro no português Coimbra Editora paperback
1989réf. RO40126903Cent Pages. 1989. In-12. Broché. Bon état, Couv. convenable, Dos satisfaisant, Intérieur frais. 120 pages.. . . . Classification Dewey : 252-Sermons
1989réf. RO30092966CENT PAGES. 1989. In-12. Broché. Bon état, Couv. convenable, Dos satisfaisant, Intérieur frais. 120 pages. Couverture rempliée.. . . . Classification Dewey : 520-Astronomie et sciences connexes
réf. 2201PG014Adaptado ao ensino dos indigenas da lingua mbundu nas escolas ruraes das Missões Catolicas 5ª Edição. Tipografia da Missão. Huambo. 1928. 2 Volumes de 153x105 cm. Com 70 i; 112 págs. Brochados. Segundo volume: O 2º LIVRO DOS VIMBUNDOS. Nas Escolas Indígenas das Missões Catolicas. Tipografia da Missão. Huambo. 1929. Muito raro. Não existem exemplares catalogados na BNP. A 1ª edição foi publicada em 1919 e 1920. É conhecida uma 10.º edição de 1951. Os volumes têm nas folhas de rosto o pseudónimo do autor - Padre João Ninguém Muito importante para o estudo das questões relativas ao ensino e em especial do ensino do português em complemento ou em competição com as línguas indígenas. Inclui vocabulário frases cenários de conversação e provérbios poesias de caracter moral patriótico e e religiosos tudo em português e com a tradução para umbundu. No fim inclui modelos para escrever correspondência diversa bilingues ou só em português. Domingos Vieira Baião Baguim Rio Tinto 1886 - Porto 1952 padre da Congregação dos Missionáreios do Espírito Santo mais conhecidos por Espiritanos. Fez os seus estudo no Seminário de Formiga. Em 1909 foi professor no Colégio Fischer Açores. Em 1912 foi enviado como missionário para Angola missão de Cuando onde viveu quase 30 anos e onde desempenhou as funções de pároco professor e ecónomo. É autor de outras obras sobre linguística com muitas edições cada uma a Base de dados da UTAD contém 12 registos tais como: O português ensinado aos indígenas quimbundos Lisboa 1938. Publicou obras com o seu nome e primeiro apelido Domingos Vieira ou com o pseudónimo de João Ninguém. Ref.: Portugaliae Monumenta Linguistica. Corpus Linguístico Missionário. Base de dados da UTAD - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Ezra Alberto Chambal Nhampoca - Fichas sobre o Padre Domingos e as suas obras. SACO PG147 unknown
réf. 2505ET615Tomo I. Introdução e notas do Prof. Hernani Cidade Professor Catedrático da Universidade de Lisbôa. Professor Honorário da Universidade da Bahia. Biblioteca de Autores Clássicos. Aguiar & Souza Ltda. Livraria Progresso Editora. S.l. Salvador. Bahia. 1957. De 24x17 cm. Com xl 342 ii págs. Brochado. Ilustrado em extratexto com fac-simile das assinaturas do Pe. António Vieira e do Pe. Alexandre Silva impressa sobre papel couché. Exemplar por abrir e com etiqueta da Livraria Sá da Costa na badana anterior. Local retirado da PorBase. 1.ª Edição de um texto muito valioso que nunca tinha sido lido integralmente pelos principais estudiosos do grande escritor. Texto completo da «Representação» que Vieira apresentou em sua defesa perante as acusações do tribunal do Santo Ofício de Coimbra no processo que contra ele correu por ser autor do escrito «Esperanças de Portugal ou Quinto Império do Mundo». Tem junto os documentos produzidos pelos inquisidores durante os interrogatórios. SACO ET111-14 unknown
réf. 2412PG007LIVRO ANTEPRIMEYRO Prologomeno A Toda A Historia do Futuro em que se declara o fim & se provaõ os fundamentos della. Materia Verdade & Utilidades da Historia do Futuro. Eescrito Pelo Padre ANTONIO VIEYRA da Companhia de JESUS Prègador de S. Magestade. LISBOA OCCIDENTAL. Na Officina de ANTONIO PEDROZO GALRAM. Com todas as licenças necessárias. Anno de 1718. De 21x155 cm. com xxxvi 379 i em br. págs. Encadernação da época inteira de pergaminho flexível com o apelido do autor e o título escritos à pena na lombada. Exemplar com ex libris de António Cupertino de Miranda colado no interior da encadernação e com assinatura de posse em letra coeva de Arthur Alberto Ferreira de . na frente da folha de guarda anterior. Folhas preliminares sem numeração contêm censuras de Fr. José de Sousa e de P. Fr. António de Santo Elias pelo Santo Ofício de Fr. José Pereira de Lacerda pelo Desembargo do Paço e as licenças. De páginas 339 a 379 contém um índice das citações das sagradas escrituras e outro índice das coisas notáveis. Obra dividida em doze capítulos que trata da definição do espírito profético classifica as profecias em canónicas e não canónicas e demonstra que o Reino de Portugal desde a sua fundação fora um dos temas prediletos dos diversos profetas do antigo testamento entre os quais Isaías pode ser considerado como um «cronista dos descobrimentos de Portugal». É uma exaltação da pátria portuguesa escolhida entre todas as nações do Mundo para propagar a fé cristã predestinada a «descobrir o mundo ao mesmo mundo». Vieira dedicou uma parte muito importante do seu esforço às obras proféticas que considerava a parte mais importante da sua produção literária. Algumas das ideias expostas mereceram a desconfiança da Inquisição que deteve o P. António Viera durante largo tempo e que se viu obrigado a ir a Roma pedir uma intervenção do papa em sua defesa. Actualmente esta parte da obra Vieiriana que era pouco considerada pelos anteriores estudiosos tem sido cada vez mais valorizada. PADRE ANTÓNIO VIEIRA Lisboa 1608 - Salvador Brasil 1697 O maior escritor português autor de uma vasta obra em português latim e italiano sendo definido lapidarmente por Fernando Pessoa como o «Imperador da língua portuguesa». Ao mesmo tempo desenvolveu com brilhantismo visão e coragem actividades políticas e diplomáticas na defesa de Portugal durante a Guerra da Restauração tendo entrado em conflito aberto com a Inquisição que venceu com o apoio do Papa. Mais importante ainda foi a sua prolongada e dedicada actividade missionária em que se distinguiu pela defesa da liberdade dos índios e pela condenação da escravatura dentro dos moldes possíveis na sua época pelo que chegou a ser expulso pelos colonos que tratavam mal os escravos oriundos de Ãfrica e queriam escravizar os índios apesar das leis régias em contrário que obteve de D. João IV e de D. Pedro II. Vieira conseguiu conciliar um grande realismo político com uma crença arraigada no Sebastianismo começando por identificar D. João IV como o Desejado do mito Sebastianista que havia de ressuscitar. Apesar de Vieira dar grande valor e se ter dedicado prolongadamente às suas obras teológicas e proféticas foram os sermões que o consagraram como grande orador e escritor. A sua forte personalidade e capacidade oratória atraíam multidões para ouvi-lo pregar mas foi a possibilidade de se ter podido consagrar a rever e a acompanhar a publicação dos sermões que os tornou obras literárias de grande valor e não apenas o frio registo das suas capacidades oratórias. É também uma figura tutelar e fundadora da cultura brasileira país onde viveu e actuou com a maior coragem metade da sua vida e onde decidiu viver os seus últimos dias. Hoje a sua obra é muito influente e estudada no Brasil sendo oriundos desse país alguns dos maiores especialistas em Vieira tais como: Alcir Pécora Adma Muhana João Adolfo Hansen a par dos portugueses Margarida Viiera Mendes Arnaldo do Espírito Santo Ana Travassos Valdez e os referidos mais abaixo. Foi para a Baía com a família em 1614 onde Vieira frequentou o Colégio da Companhia de Jesus. Relativa a esta época chegou até aos nossos dias uma lenda que refere ter o jovem Vieira dificuldades da aprendizagem mas um certo dia repentinamente ultrapassou todas as suas dificuldades dando nas vistas pelas suas capacidades intelectuais e linguísticas tendo sido escolhido pera redigir o relatório anual em 1625 com apenas 17 anos sendo este facto conhecido como o «Estalo de Vieira». Em 5 de Maio de 1623 iniciou o noviciado na Companhia e durante ele passou algum tempo na Missão do Espírito Santo onde aprendeu a língua tupi e entrou em contacto com a cultura e a psicologia dos índios que haveria de defender durante toda a sua vida. Em 6 de Maio de 1625 proferiu os primeiros votos e logo a seguir como refirimos acima foi encarregado de redigir a carta ânua relativa aos anos de 1624 e 1625 e começou a ensinar retórica no Colégio de Olinda tendo sido ordenado sacerdote em 10 de Dezembro de 1634. Durante este período tornou-se notada a sua capacidade oratória e fez muitas pregações em casa da ordem em missões e fazendas tendo a primeira pregação oficial ocorrido no 4.º Domingo da Quaresma de 1634 na Igreja da Conceição da Baía. Em 27 de Fevereiro de 1641 acompanhou a Lisboa o filho do Marquês de Montalvão Vice-rei do Brasil começando um período de actividade política como conselheiro de D. João IV e diplomática missões em Paris e Haia de 1646 a 1648 Roma em 1650 e outra vez Roma de 1669 a 1675 onde tentou reactivar o processo de canonização do Beato Inácio de Azevedo e obter o apoio do Papa que lhe concedeu isenção perante a Inquisição Portuguesa pelo breve de 17 de Abril de 1675. Em Roma tinha começado a rever os seus sermões e o primeiro volume foi publicado em Lisboa em 1679. Em 27 de Janeiro de 1681 partiu para o Brasil tendo vivido até ao momento da sua morte perto da Baía ocupado na revisão dos seus sermões e em especial na redacção da sua obra de teologia e profética: Clavis Prophetarum . Ref: Padre António Vieira. Bibliografia. BNP. 1999. Nº 1187 Azevedo e Samodães 3516 II Volume página 743. Inocêncio I 291. M-9-D-46 unknown
réf. 2608PG001LISBOA. Na Impressaõ Craesbeeckiana. Anno M. DC. LXXXVIII. 1688 À custa de Antonio Leyte Pereyra Mercador de Livros. Com todas as Licenças & Privilegio Real. In 8.º de 20x158 cm. Com viii 518 i.e. 520 32 24 págs. Encadernação da época inteira de pele com nervos ferros a ouro e rótulo vermelho. Cortes das folhas carminados. Exemplar com leves desgastes na encadernação em especial nas coifas cantos e charneiras com vestígios de um etiqueta no pé da lombada. Com assinatura de posse de José da Madre de Deus; com uma nota: «Este Livro achousse na Cella de hum Religioso que por presumir ser da Livraria o poem nella» as duas primeiras em letras coevas e a última em letra do século XVIII. As páginas preliminares contêm as censuras de Frei Tomé da Conceição Fr. António de S. Tomás P. Bartolomeu do Quental licenças entre elas da Religião assinada pelo P. Alexandre de Gusmão e erratas do primeiro volume. As páginas com numerações próprias no fim da obra incluem o índice das citações da Bíblia e o índice dos assuntos. Segunda parte da obra Rosa Mística que foi publicada na coleção dos Sermões que inclui os sermões nº 16 a nº 30 de um conjunto de 30 sobre Nossa Senhora do Rosário que é a 10ª parte dos Sermões. A obra Rosa Mística é um conjunto de Sermões em louvor da Virgem Maria em que o autor partindo de várias passagens dos Evangelhos demonstra as excelências da que foi escolhida para ser Mãe de Deus. Compara a Virgem primeira entre os Santos à Rosa primeira entre as flores. PADRE ANTÓNIO VIEIRA Lisboa 1608 - Salvador Brasil 1697 considerado por muitos como o maior escritor português é autor de uma vasta obra em português latim e italiano sendo definido lapidarmente por Fernando Pessoa como o «Imperador da língua portuguesa». Ao mesmo tempo desenvolveu com brilhantismo visão e coragem atividades políticas e diplomáticas na defesa de Portugal durante a Guerra da Restauração tendo entrado em conflito aberto com a Inquisição que venceu com o apoio do Papa. Mais importante ainda foi a sua prolongada e dedicada atividade missionária em que se distinguiu pela defesa da liberdade dos índios e pela condenação da escravatura dentro dos moldes possíveis na sua época pelo que chegou a ser expulso pelos colonos que tratavam mal os escravos oriundos de Ãfrica e queriam escravizar os índios apesar das leis régias em contrário que obteve de D. João IV e de D. Pedro II. Vieira conseguiu conciliar um grande realismo político com uma crença arraigada no Sebastianismo começando por identificar D. João IV como o «Desejado» do mito Sebastianista que havia de ressuscitar. Apesar de Vieira dar grande valor e se ter dedicado prolongadamente às suas obras teológicas e proféticas foram os sermões que o consagraram como grande orador e escritor. A sua forte personalidade e capacidade oratória atraíam multidões para ouvi-lo pregar mas foi a possibilidade de rever e acompanhar a publicação dos sermões que os tornou obras literárias de grande valor e não apenas o frio registo das suas capacidades oratórias. Em 1614 Vieira foi para a Baía com a família e ingressou no Colégio da Companhia de Jesus onde segundo uma lenda superou inesperadas dificuldades de aprendizagem destacando-se pelas suas habilidades intelectuais e linguísticas o que lhe valeu em 1625 aos 17 anos a tarefa de redigir o relatório anual evento conhecido como o «Estalo de Vieira». Em 1623 iniciou o noviciado familiarizando-se com a cultura e a língua tupi e em 1625 fez os primeiros votos começando a ensinar retórica em Olinda. Ordenado sacerdote em 1634 tornou-se conhecido como orador realizando a sua primeira pregação oficial na Baía. Em 1641 acompanhou a Lisboa o filho do Vice-rei do Brasil iniciando uma fase como conselheiro político de D. João IV e missões diplomáticas na Europa. Em Roma reviu os seus sermões publicando o primeiro volume em 1679 e recebeu isenção da Inquisição. Regressou ao Brasil em 1681 onde se dedicou até à sua morte à revisão dos sermões e à redação da sua obra teológica «Clavis Prophetarum». EN This 20x15.8 cm volume features a contemporary full leather binding with raised bands gilt tooling a red spine label and red edges showing light signs of wear on the spine caps corners and hinges alongside historical ownership marks including the signature of José da Madre de Deus and an 18th-century library note. The book includes preliminary censorships licenses—notably signed by Father Alexandre de Gusmão—errata and closing indexes for biblical citations and subjects. Content-wise it constitutes the second part of Rosa Mística comprising sermons 16 to 30 on Our Lady of the Rosary which forms the tenth part of the larger Sermões collection a theological work that uses gospel passages to praise the Virgin Mary"s excellence allegorically comparing her to a rose among flowers. Father António Vieira 1608–1697 famously hailed by Fernando Pessoa as the 'Emperor of the Portuguese language' was a monumental writer diplomat and Jesuit missionary whose brilliant oratory and literary mastery were immortalized through the publication of his widely celebrated Sermões . Throughout his life which spanned from his early education and intellectual awakening in Bahia to high-stakes diplomatic missions in Europe as a trusted advisor to King João IV he combined a pragmatic geopolitical realism with a deep faith in Sebastianism. A courageous defender of indigenous freedom and an opponent of slavery within his era"s constraints Vieira actively clashed with Portuguese colonists and successfully withstood the Roman Inquisition with papal support. He dedicated his final years in Brazil to composing his theological work Clavis Prophetarum and meticulously editing the written sermons that established him as Portugal"s greatest baroque author. Ref.: -Padre António Vieira. Bibliografia. BNP. 1999. Nº 1019. -Azevedo e Samodães 3516 II Volume página 743. -Inocêncio. I 290. SACO PG142-10 hardcover
réf. 2606PG003aos 14 de Septembro deste anno de 1642. Tendose publicado as Cortes pera o dia seguinte. Com as licenças necessarias. Lisboa Por Domingos Lopes Rosa. Anno 1645. In 4.º de 199x152 cm. Com 14 fólios. Cadernos cosidos com capa posterior em papel mais recente. Ilustrado com as armas do reino enquadradas por um complexa composição xilográfica que ocupa mais de metade da folha de rosto. Dois anjos de vestes longas com bandeiras da Ordem de Cristo esquerdo e da Ordem de Avis direito suportam a coroa real que encima o escudo de armas. Os Anjos estão em suportes que partem de uma representação antropomórfica ao centro em baixo que tem do lado esquerdo uma esfera armilar com compasso e quadrante e a legenda «Spera in Deo» e do lado direito um pelicano alimentando os filhos. Na frente do fólio 2 apresenta uma inicial decorada. Exemplar com numeração manuscrita na frente do canto superior direito de 74 a 87 e acastanhamento próprio do papel. Muito importante para o estudo da divulgação dos sermões de Vieira para a fixação crítica do texto e para o estudo da oratória sagrada em Portugal. 2.ª Edição muito rara deste sermão de Vieira na variante de que existem menos exemplares catalogados na BNP a variante D conforme foi identificada pela primeira vez na Bibliografia do Padre António Vieira BNP 1999. Esta variante caracteriza-se entre muitas outras marcas pela disposição do texto no fólio 2 frente como por exemplo: linha 3: «ao lume da Igre-/ja»; linha 8: «celebra-/mos festa hoje. Necessario». Notável sermão que foi pregado no dia 14 de Setembro de 1642 em honra de Santo António na véspera da reunião das Cortes do Reino em Lisboa pois como artificiosamente disse o Padre António Vieira era como se o Santo fosse o procurador do Céu enviado às Cortes pois «como há dias que o ceo está pella Coroa de Portugal manda tambem seu Procurador o ceo ás Cortes do Reyno.». Desenvolvendo o tema escolhido Vieira expõe diversas considerações políticas sobre a responsabilidade dos procuradores dos seus deveres de justiça e de rectidão defende que devem ter sempre as virtudes de Santo António como modelo e especifica mesmo que ao determinarem aumentos de impostos necessários para a guerra devem ter o maior cuidado em que sejam obtidos pela persuasão e sejam repartidos por todos. fólio 7 r. tema que é a questão principal do sermão. Texto do sermão começa ao alto do fólio 2 frente e termina na frente do fólio 14 com a expressão Laus Deo o fólio 14 verso está em branco. Texto em caracteres redondos com as citações em itálico. Referências bíblicas e bibliografia das obras citadas em itálico nas margens. PADRE ANTÓNIO VIEIRA Lisboa 1608 - Salvador Brasil 1697 considerado por muitos como o maior escritor português é autor de uma vasta obra em português latim e italiano sendo definido lapidarmente por Fernando Pessoa como o «Imperador da língua portuguesa». Ao mesmo tempo desenvolveu com brilhantismo visão e coragem atividades políticas e diplomáticas na defesa de Portugal durante a Guerra da Restauração tendo entrado em conflito aberto com a Inquisição que venceu com o apoio do Papa. Mais importante ainda foi a sua prolongada e dedicada atividade missionária em que se distinguiu pela defesa da liberdade dos índios e pela condenação da escravatura dentro dos moldes possíveis na sua época pelo que chegou a ser expulso pelos colonos que tratavam mal os escravos oriundos de Ãfrica e queriam escravizar os índios apesar das leis régias em contrário que obteve de D. João IV e de D. Pedro II. Vieira conseguiu conciliar um grande realismo político com uma crença arraigada no Sebastianismo começando por identificar D. João IV como o «Desejado» do mito Sebastianista que havia de ressuscitar. Apesar de Vieira dar grande valor e se ter dedicado prolongadamente às suas obras teológicas e proféticas foram os sermões que o consagraram como grande orador e escritor. A sua forte personalidade e capacidade oratória atraíam multidões para ouvi-lo pregar mas foi a possibilidade de rever e acompanhar a publicação dos sermões que os tornou obras literárias de grande valor e não apenas o frio registo das suas capacidades oratórias. Em 1614 Vieira foi para a Baía com a família e ingressou no Colégio da Companhia de Jesus onde segundo uma lenda superou inesperadas dificuldades de aprendizagem destacando-se pelas suas habilidades intelectuais e linguísticas o que lhe valeu em 1625 aos 17 anos a tarefa de redigir o relatório anual evento conhecido como o «Estalo de Vieira». Em 1623 iniciou o noviciado familiarizando-se com a cultura e a língua tupi e em 1625 fez os primeiros votos começando a ensinar retórica em Olinda. Ordenado sacerdote em 1634 tornou-se conhecido como orador realizando a sua primeira pregação oficial na Baía. Em 1641 acompanhou a Lisboa o filho do Vice-rei do Brasil iniciando uma fase como conselheiro político de D. João IV e missões diplomáticas na Europa. Em Roma reviu os seus sermões publicando o primeiro volume em 1679 e recebeu isenção da Inquisição. Regressou ao Brasil em 1681 onde se dedicou até à sua morte à revisão dos sermões e à redação da sua obra teológica «Clavis Prophetarum». EN In quarto. 19.9 × 15.2 cm. 14 folios. Stitched quires with a back cover made of diferent and mare recente paper. Illustrated with the kingdom’s coat of arms framed by a complex woodcut composition that occupies more than half of the title page. Two angels in long robes bearing the flags of the Order of Christ left and the Order of Avis right support the royal crown that surmounts the coat of arms. The angels stand on pedestals that rise from an anthropomorphic figure at the bottom centre; to the left of this figure is an armillary sphere with a compass and quadrant and the inscription ‘Spera in Deo’ and to the right is a pelican feeding its young offsprings. The front of folio 2 features a decorated initial. A copy with handwritten numbering in the top right-hand corner ranging from 74 to 87 and natural browning of the paper. Of great importance for the study of the dissemination of Vieira’s sermons for the critical collation of the text and for the study of sacred oratory in Portugal. A very rare second edition of this sermon by Vieira in the variant of which there are fewer catalogued copies in the BNP variant D as first identified in the Bibliography of Father António Vieira BNP 1999. This variant is characterised amongst many other features by the layout of the text on folio 2 verso for example: line 3: ‘ao lume da Igre-/ja’; line 8: ‘celebra-/mos festa hoje. Necessario’. A remarkable sermon preached on 14 September 1642 in honour of Saint Anthony on the eve of the meeting of the Cortes of the Kingdom in Lisbon; for as Father António Vieira artfully put it it was as though the Saint were Heaven’s procurator sent to the Cortes for ‘just as Heaven has been with the Crown of Portugal for days now so too does Heaven send its procurator to the Cortes of the Kingdom.’ In developing his chosen theme Vieira sets out various political considerations regarding the responsibility of public prosecutors and their duties of justice and integrity; he argues that they must always embody the virtues of Saint Anthony as a model and even specifies that when determining tax increases necessary for the war they must take the utmost care to ensure that these are obtained through persuasion and shared equally amongst all. folio 7 r. a theme which forms the main focus of the sermon. The sermon text begins at the top of folio 2 front and ends on the front of folio 14 with the phrase ‘Laus Deo’; folio 14 verso is blank. The text is set in round type with quotations in italics. Biblical references and a bibliography of the works cited are given in italics in the margins. FATHER ANTÓNIO VIEIRA Lisbon 1608 – Salvador Brazil 1697 regarded by many as the greatest Portuguese writer is the author of a vast body of work in Portuguese Latin and Italian and was succinctly described by Fernando Pessoa as the ‘Emperor of the Portuguese language’. At the same time he pursued political and diplomatic activities with brilliance vision and courage in defence of Portugal during the War of Restoration coming into open conflict with the Inquisition which he overcame with the Pope’s support. Even more important was his long and dedicated missionary work during which he distinguished himself by defending the freedom of the indigenous peoples and condemning slavery as far as was possible in his time; for this he was eventually expelled by the colonists who mistreated slaves from Africa and sought to enslave the indigenous peoples despite royal decrees to the contrary which he had obtained from King João IV and King Pedro II. Vieira managed to reconcile a profound political realism with a deep-rooted belief in Sebastianism beginning by identifying King João IV as the ‘Desired One’ of the Sebastianist myth who was destined to rise from the dead. Although Vieira placed great value on his theological and prophetic works and devoted himself to them at length it was his sermons that established him as a great orator and writer. His strong personality and oratorical skills drew crowds to hear him preach but it was the opportunity to revise and oversee the publication of his sermons that turned them into literary works of great value rather than merely a cold record of his oratorical abilities. In 1614 Vieira moved to Baía with his family and enrolled at the College of the Society of Jesus where according to legend he overcame unexpected learning difficulties and distinguished himself through his intellectual and linguistic abilities which earned him in 1625 at the age of 17 the task of drafting the annual report an event known as the ‘Estalo de Vieira’. In 1623 he began his novitiate familiarising himself with Tupi culture and language and in 1625 he took his first vows beginning to teach rhetoric in Olinda. Ordained as a priest in 1634 he became known as an orator delivering his first official sermon in Bahia. In 1641 he accompanied the son of the Viceroy of Brazil to Lisbon embarking on a period as a political adviser to King João IV and undertaking diplomatic missions in Europe. In Rome he revised his sermons publishing the first volume in 1679 and was granted exemption from the Inquisition. He returned to Brazil in 1681 where he devoted himself until his death to revising his sermons and writing his theological work Clavis Prophetarum . Referências/References: José Pedro Paiva - Padre António Vieira 1608-1697. Bibliografia 1079 Arouca 222 Catálogo das Miscelâneas da BGUC 2820 Leite 1949 IX 205 42 Ãvila Perez 8008 Monteverde 5564 Palha 3053 Inocêncio I 370 2678 Barbosa Machado I 422 SACO RS869-10 unknown