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rif. 2-68594In Venezia Nella Stamperia Fenziana 1760 8vo cm. 115 x 185 brossura antica qualche strappo al dorso 2 piccoli timbri alla parte inf. del frontespizio pp. XVI-188. Il diario di Viani copre un periodo di circa 1 anno dal settembre 1720 all'agosto 1721 durante il quale il Legato Apostolico viaggiò da Lisbona ad alcune città della Cina avendo come base Macao. E' essenzialmente la cronaca di tortuose relazioni diplomatiche complicate da problemi di traduzione e dalla necessità di comunicare attraverso numerosi intermediari in quanto raramente l'Imperatore concedeva udienza ai visitatori stranieri. In testo contiene una gran massa di informazioni sulle difficoltà incontrate dai missionari nei loro tentativi di divulgare la fede cattolica. unknown
1958rif. LIQ-4520Forcalquier, Robert Morel "Le Club du Livre Chrétien" 1958. In-8° pleine toile rouge sous jaquette plastifiée e, titre au dos en long et imprimé en rouge sur la jaquette, 55 pages.
1956rif. LIQ-4521Forcalquier, Robert Morel "Le Club du Livre Chrétien" 1956. In-8° pleine toile noire à la Bradel, titre en long, 255 pages.
rif. 22787Paris, Club du Livre Chrétien, 1958. In-8°, non paginé. Reliure pleine toile d'éditeur, sous rhodoïd imprimé.
rif. 20064Paris, Club du Livre Chrétien, 1958. In-8°, 254p. Reliure pleine toile d'éditeur.
rif. 20862Sans lieu, Robert Morel, 1983. In-8° allongé, 107p. Broché.
1983rif. 121803Robert Morel Robert Morel, 1983, In-12 broché de 107 pages. Bon état.
1956rif. RO80164224EDITIONS XAVIER MAPPUS. 1956. In-8. Broché. Bon état, Couv. convenable, Dos satisfaisant, Intérieur frais. 275 pages augmentées de plusieurs planches de photos en noir et blanc.. . . . Classification Dewey : 848-Ecrits divers, citations, journaux intimes, souvenirs, mémoires
1965rif. 107647Robert Morel 1965 Robert Morel, 1965, 253 p., cartonnage éditeur relié d'après la maquette d'Odette Ducarre, bon état.
1965rif. 118227Robert Morel 1965 Robert Morel, 254p, 1965, in-8 reliure toile éditeur avec jaquette. Imprimé sur mauvais papier d'emballage fabriqué spécialement par les papeteries Salvages à Castres et reliées d'après les maquette d'Odette Ducarre. Bon état.
rif. 85208Forcalquier, Robert Morel 1965, 200x135mm, 245pages, reliure d'éditeur. Sous jaquette rhodoîd. Bel exemplaire.
1989rif. mon0003947215Hazan 1989T. hardcover. Very Good. 1.1024 11.8110 9.1339. Hazan hardcover
1989rif. 228792Parigi: Hazan 1989. Rilegato tela sovracoperta cloth dust jacket. Molto buono Very Good. Volume pubblicato in occasione della mostra omonima presso il Centre de la Vieille Charité Marsiglia 15 ottobre 1989 - 14 gennaio 1990. Testi in francese a cura di Germain Viatte sul rapporto tra pittura e cinema. Illustrato con fotografie e immagini a colori e in bianco e nero delle opere di Jacques Monory Umberto Boccioni Giacomo Balla Leonardo Dudreville Marcel Duchamp Anton Giulio Bragaglia Francis Bacon Bridget Riley Victor Vasarely Fernand Léger Hannah Hoch Pablo Picasso René Magritte Hans Richter Andy Warhol Michael Snow et al. 4to 31x24 cm. pp. 324. Molto buono Very Good. Angolo inferiore della sovracoperta e della copertina telata con abrasioni Bottom corner of dust jacket and cloth cover with abrasions. Prima edizione First Edition. Hazan, hardcover
1982rif. 5482Vicenza: Neri Pozza 1982. Rilegato tela sovracoperta cloth dust jacket. Ottimo Fine. Saggi e note di Alberto Broglio Fulvio Zuliani Lionello Puppi Licisco Magagnato Ennio Concina Antonio Morassi Gianfrancesco Malipiero et al. Con 421 illustrazioni in nero. 4to. pp. 464. Ottimo Fine. . Neri Pozza, hardcover
1908Mm 135x210 Deuxième edition. "Les reines de l'émigration". Testo in francese / French text - Brossura editoriale a stampa, xxxviii-542 pagine ancora intonse, ritratto in antiporta. Piccole abrasioni e ordinari segni del tempo alla copertina, interno ottimamente conservato. SPEDIZIONE IN 24 ORE DALLA CONFERMA DELL'ORDINE.
2014rif. 018701Cluj-Napoca: Mega Publishing House 2014. Collana Pontica et Mediterranea vol. III. Un volume di 708 pagine cartonato editoriale illustrato. Dimensioni: 18x25 cm. Ottime condizioni. Illustrazioni in b/n e a colori nel testo. Contributi in lingua inglese tedesca e francese. Proceedings of the International Symposium held in Constana July 812 2013. Mega Publishing House unknown
1980rif. 32912Trento: Procaccianti 1980. Revisione di Giorgio Gabriele Alberti e Bernardino del Boca Procaccianti unknown
rif. 2105MA184Volume V. Livro Primeiro. Obra Completa. Volume V. Livro Segundo e Livro Terceiro Obra Completa. Volume VI. Tomo III. Profética. Coordenação: Pedro Calafate. Tradução do Latim: António Guimarães Pinto. Prefácio: João Adolfo Hansen. Introdução: Pedro Calafate. Anotação: António Guimarães Pinto Luís Machado de Abreu José Carlos Lopes de Miranda Carlos Maduro. Círculo de Leitores. Lisboa. 2015.2 Volumes de 24x15 cm. Com 398 ii; 484 ii págs. Encadernações do editor. I-31-B-41 unknown
rif. 2004CS005Dos Reynos de Portugal. OFFERECIDA A EL REY D. JOAÕ IV. PARA QUE A EMENDE. Composta pelo PADRE ANTONIO VIEYRA Zelozo da Patria. AMSTERDAM aliás Lisboa Na Officina ELVIZERIANA 1652 aliás 1743-4.In 8º de 205x145 cm. Com xxiv 512 págs. aliás 508.Encadernação da época inteira de pele com nervos rótulo vermelho e ferros a ouro na lombada. Cortes de folhas carminados.Impressão em papel de linho muito alvo a folha de rosto impressa a preto e vermelho. Salto de numeração por erro tipográfico da página 192 para 197 em todos os exemplares do qual resulta a falta de duas linhas no final do capitulo XXI que se encontram manuscritas na época no presente exemplar: ' que se saiba ate onde se podem estender e aonde he bem que se encolhão .'Exemplar com assinatura de posse coeva rasurada na folha de rosto e leves picos de traça marginais.Raríssima primeira edição de uma obra clássica da literatura barroca portuguesa que embora descreva os vários tipos de furtos da época por meio de exemplos práticos é sobretudo um tratado de ética e moral para estadistas e governantes portugueses e espanhóis da época da Restauração da Independência de Portugal.Obra atribuída a Manuel da Costa entre outros foi escrita em 1652 e circulou manuscrita clandestinamente até que foi publicada nesta primeira edição sob o nome do P. António Vieira com local data de edição e nome do impressor falsos. Foi proibida pela Inquisição portuguesa e espanhola. A autoria desta primeira impressão é atribuída ao genovês João Batista Lerzo.P. António Vieira O «Imperador da Língua Portuguesa» como disse Fernando Pessoa.EN In octavo. 20.5x14.5 cm. xxiv 512 pp. i.e. 508.Contemporary full calf binding with raised bands red label and gilt tools on spine. Red edges.Printed in very white linen paper with the title page printed in red and black. There is a jump in the page order from page 192 to 197 in all copies resulting into the loss of two lines on chapter XXI that were handwritten at the time in this copy: 'que se saiba ate onde se podem estender e aonde he bem que se encolhão.'Copy with a scratched contemporary ownership signature on title page and small wormholes.A rare first edition of a classic of the Portuguese Baroque literature which although describing several types of burglary of that time with practical examples it is mainly a treatise of ethics and moral for Portuguese and Spanish statesmen and rulers at the time of the Restoration of the Independence of Portugal.Work was attributed to Manuel da Costa among others and was written in 1652 the manuscripts secretly circulating until this first edition was published with the name of P. António Vieira with false local edition date and name of the printer. It was forbidden by the Portuguese and Spanish Inquisition. This first print was probably made by the Genoese João Batista Lerzo.P. António Vieira The «Emperor of the Portuguese Language » according to Fernando Pessoa.Ref.: Inocêncio I 287. “P. ANTONIO VIEIRA homem innegavelmente grande e um dos maiores ingenhos que Portugal ha produzido nasceu em Lisboa a 6 de Fevereiro de 1608 e foi baptisado na freguezia da Sé a 15 do dito mez. M. na cidade da Bahia de Todos os Sanctos então capital dos estados da America portugueza.Inocêncio I 307. “A Arte de Furtar foi prohibida em Hespanha por édito da Inquisição de. de Janeiro de 1755 e ahi se declara ser falsamente attribuida ao P. Antonio Vieira. Passou depois para o corpo dos Indices Expurgatorios do mesmo Tribunal e ainda no ultimo impresso em Madrid 1790 a encontro a pag. 277 com a mencionada declaração. Excluida assim a idea de que a obra fosse de Vieira restava indagar a qual dos escriptores seus contemporaneos poderia attribuir‑se com maior verosimilhança. Alguns criticos tractando este ponto talvez com nimia prudencia não quizeram arriscar a respeito d’elle uma opinião decisiva. Segundo os autores destes estudos a Arte de Furtar tem sido atribuída aos seguintes literatos: P. António Vieira João Pinto Ríbeiro por Ferreira Gordo Diogo de Almeida por Alves Sinval Tomé Pinheiro da Veiga por Cunha Rivara Duarte Ribeiro de Macedo citado por Camilo C. Branco Alexandre de Gusmão por Teófilo Braga António de Sousa de Macedo por Solidónio Leite. Estas opiniões baseiam-se em conjecturas aceitáveis umas e outras refutáveis.” …BNP apenas regista um exemplar / BNP has just one registered copy.Ref. BNP: Bismut R. Arte de furtar A Cusati M.L. Problema di bibliogr. "Arte de furtar" A Inocêncio 1 306-308; 8 330; 22 433 2993 Santos M. Bibliogr. geral 3 7769 com pag. errada mas texto completo! Soares E. Hist. grav. 1 524 527 e 679 NOTAS: Autoria atribuída a Manuel da Costa António Vieira Tomé Pinheiro da Veiga António de Sousa de Macedo entre outros Pé de impr. forjado; segundo bibliogr. deve tratar-se de impr. de Lisboa eventualmente de João Baptista Lerzo datável entre 1743 e 1744 Ambos os retr. do Pe. A. Vieira insertos nos exemplares da BN foram publ. noutras obras; legendas dos retr. subscritas: G. F. L. Debrie sculp. 1745; Dominicus Pauner sculp. Bar Assin.: //8 //4 A-Z//8 Aa-Hh//8 Ii//6; 4a f. dos cad. Z e Ii assin. Z//6 e Ii//6 respectivamente Pag. errada salto da p. 192 para 197; Cap. XXI incompleto faltando 2 últimas l Rosto a negro e vermellho. M-9-D-34 hardcover
rif. 1709PG002DO PADRE … Precedidas d’um epitome da sua vida e seguidas d’um índice analytico dos assumptos e matérias; Offerecidas à Mocidade Portugueza e Brazileira cujos paizes illustrou com as suas acções e a quem deixou admiraveis exemplos a imitar; Ordenadas e correctas por J. J. Roquete. Vieira escreveo cartas primorosas em que temos os Portuguezes na presente edição muito avultado numero de perfeitos exemplares. F. A. L. Bispo de Viseu. Discurso hist. E critico acerca do P. A. Vieira e das suas obras p. 66. Paris Na Livraria Portugueza de J. P. Aillaud Quai Voltaire Nº11. 1838.De 17x11 cm. com iv liv ii 377 iii págs.Encadernação da época com a lombada e cantos em pele. Lombada com ferros a ouro e etiqueta de biblioteca na parta superior. Cortes das folhas pintados.Ilustrado com retrato do autor em extratexto sobre papel mais encorpado.Contém um resumo da biografia de Vieira com considerações críticas sobre a obra um índice analítico e nas folhas finais rótulos para colar na lombada ou nas pastas.Edição rara é a primeira a ser publicada depois da 1ª edição em três volumes contribuindo para a divulgação desta parte obra do grande escritor.EN 17x11 cm. iv liv ii 377 iii pp.Contemporary binding with leather corners and leather spine gilt tooled and with library label on the upper part. Blue splashed edges.Illustrated with hors-text portrait of the author on very thick paper.Contains a summary of Vieira's biography with critical considerations on the work an analytical index and on the final pages labels to stick on the spine or folders.Rare edition the first to be published after the 1st edition in three volumes contributing to the dissemination of this part of the writer's great work.Referências/Refrences:Inocêncio XXII 378. Nº 2738. M-14-D-29 hardcover
rif. 1210JC071Do. Coordenadas e anotadas por J. Lúcio d’Azevedo. Tomo Primeiro Tomo Segundo e Tomo Terceiro. Imprensa Nacional. Lisboa. 1970-71.3 Volumes de 22x17 cm. Com xvi 583; xv 690; xvii 834 págs. Encadernações do editor com sobrecapa de proteção.Reedição da edição de Coimbra publicada inicialmente em 1925 1926 e 1928. I-243-D-6 unknown
rif. 2201JS361Do. Coordenadas e anotadas por J. Lúcio de Azevedo. Tomo Primeiro. Tomo Segundo e Tomo Terceiro. Imprensa Nacional. Lisboa. 1970 1971.3 Volumes de 22x17 cm. Com xvi 583; xv i 690; xvii i 834 págs. Encadernações do editor com gravações a ouro nas pastas anteriores e nas lombadas folhas de guarda decoradas.Exemplar com manchas de acidez nas folhas preliminares e finais. I-167-F-9 unknown
rif. 2107JL197Coordenadas e anotadas por J. Lúcio de Azevedo. Volume 1 Volume II Volume III. Biblioteca Autores Portugueses. Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Lisboa. 1997.3 Volumes de 24x15 cm. Com xvi 583 i; xv 690 i; xvii 834 i págs. Brochados.Exemplar com sinais de manuseamento manchas no corte das folhas verso das capas e nas folhas de guarda em todos os volumes.O Tomo primeiro segundo e terceiro de Cartas do Pe. António Vieira correspondem a uma reimpressão da edição de 1970 da Imprensa Nacional.Da «Introdução Cartas António Vieira Vol I» por J. Lúcio de Azevedo: . Diferentes vezes se têm publicado as cartas do Padre António Vieira que são para o gosto do nosso tempo a parte de suas obras que mais interesse suscitará. A curiosidade por esta famosa correspondência foi sempre viva e logo após a morte do autor se deu princípio às diligências para que de tantos e tão consideráveis sucessos nela consignados se não perdesse a memória. Meio século de história nacional e de um período fecundo em perturbações internas e externas se reflecte nas folhas de miúda letra onde no espaço de uma longa vida semeou as suas confidências o português mais notável da época. Loquaz por condição e até à extrema velhice atento ao mundo exterior e interessado na política não houve caso dos que podiam apaixonar a opinião do seu tempo sobre que a este ou àquele não comunicasse o seu parecer. I-168-G-11 unknown
rif. 3004MF243Livro III. Edição Crítica fixação do texto tradução notas e glossário de Arnaldo do Espírito Santo segundo projecto iniciado com Margarida Vieira Mendes. Transcrição do texto: Padre João Pereira Gomes S. J. Arnaldo do Espírito Santo Maria Odete do Espírito Santo João do Espírito Santo. Biblioteca Nacional. Lisboa. 2000.De 235x17 cm. Com xxxv 790 v págs. Brochado. Exemplar com assinatura de posse e etiqueta da Bulhosa Livreiros na folha de guarda.Contém texto bilingue em latim e português. I-222-B-2 unknown
rif. 2407SB009da Companhia de Jesu: dedicada A STO. ANTONIO DE LISBOA; e offerecida A ANTONIO MARTINS homem de Negocio nesta Corte. Por Dionisio Teixeira de Aguiar; Familiar do Santo Officio. COM HUM PROLOGO HISTORICO da vida e acçoens mais singulares do Padre Antonio Vieira. LISBOA: Na Officina dos Herd. de Antonio Pedroso Galraõ. M. DCC. LIV. 1754. Com todas as licenças necessarias.De 205x155 cm. Com lxxii 465 i.e. 473 i em br. págs. Encadernação da época inteira de pele com nervos rótulo e ferros a ouro na lombada. Cortes das folhas mosqueados a vermelho.Folhas de rosto com vinheta tipográfica algumas com o trigrama sagrado geralmente usado pela Companhia de Jesus IHS. Inclui bonitos cabeções xilográficos um deles com as armas do reino a encimar as dedicatórias assim como iniciais decoradas. Belos florões de remate de grandes dimensões ocupando cerca de metade da página nomeadamente nas páginas 100 192 250 e 465. Dois destes contêm o trigrama sagrado.Exemplar com assinatura de posse coeva de «Manoel Leytão do Salgueiro» e carimbo oleográfico do «Colégio de S. Fiel» célebre instituição de ensino Jesuíta na folha de rosto. Leves manchas de humidade na margem de algumas folhas.A página 214 está numerada 114 a 264-364 a 306-360 a 401-041 e a 413-395.Primeira edição rara e muito importante para a parenética Vieiriana que se dá como o 16.º volume da sua coleção de sermões. A Biblioteca Nacional apenas tem um exemplar incompleto e sermões soltos.Obra constituída por 12 Sermões cada um com folha de rosto própria sendo que algumas destas folhas nomeadamente as dos sermões 4 6 e 7 não são incluídas na paginação. Os três primeiros são datados de 1753 e os restantes de 1754. Nos rostos dos Sermões de 1753 o editor literário assina é identificado só pelas inicias do seu nome D. T. A. não vindo mencionado nos rostos dos de 1754.Folhas preliminares com dedicatória a Santo António e a António Martins pelo organizador Dionísio Teixeira de Aguiar; seguindo-se um extenso prólogo histórico ao leitor com 60 páginas; e índice dos sermões na última folha com o verso em branco.Contém: 1 - Sermão das Obras de Misericórdia; 2 - Sermão de Santo António pregado aos Peixes; 3 - Sermão ao Enterro dos Ossos dos Enforcados; 4 - Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal contra as de Holanda; 5 - Sermão do Desagravo do Santíssimo Sacramento; 6 - Sermão da Quinta Terça-Feira da Quaresma; 7 - Sermão de Nossa Senhora do Rosário; 8 - Sermão de São Sebastião; 9 - Sermão na Segunda-Feira depois da segunda Dominga da Quaresma; 10 - Sermão da Degolação de São João Batista; 11 - Sermão da Epifania; 12 - Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma.Os sermões de Vieira publicaram-se ainda em sua vida muitos deles soltos até que principiou a formar-se a conhecida coleção em 1679 data em que saiu o seu primeiro volume. Até 1696 publicaram-se onze volumes. Depois seguiram póstumos entre 1699 e 1748 outros quatro perfazendo um total de quinze. Ainda em 1754 apareceu um volume com doze sermões de Vieira pregados todos em louvor de Santo António e que se dá como tomo décimo sexto da coleção embora já tivessem sido impressos nos quinze volumes anteriores. Estes sermões foram muitas vezes reimpressos mas sem se lhes dar o carácter de edição nova reimprimindo-se sem se alterar a data dos volumes que iam escasseando já muito no mercado.PADRE ANTÓNIO VIEIRA Lisboa 1608 - Salvador Brasil 1697 considerado por muitos como o maior escritor português é autor de uma vasta obra em português latim e italiano sendo definido lapidarmente por Fernando Pessoa como o «Imperador da língua portuguesa». Ao mesmo tempo desenvolveu com brilhantismo visão e coragem atividades políticas e diplomáticas na defesa de Portugal durante a Guerra da Restauração tendo entrado em conflito aberto com a Inquisição que venceu com o apoio do Papa.Mais importante ainda foi a sua prolongada e dedicada atividade missionária em que se distinguiu pela defesa da liberdade dos índios e pela condenação da escravatura dentro dos moldes possíveis na sua época pelo que chegou a ser expulso pelos colonos que tratavam mal os escravos oriundos de Ãfrica e queriam escravizar os índios apesar das leis régias em contrário que obteve de D. João IV e de D. Pedro II.Vieira conseguiu conciliar um grande realismo político com uma crença arraigada no Sebastianismo começando por identificar D. João IV como o «Desejado» do mito Sebastianista que havia de ressuscitar. Apesar de Vieira dar grande valor e se ter dedicado prolongadamente às suas obras teológicas e proféticas foram os sermões que o consagraram como grande orador e escritor. A sua forte personalidade e capacidade oratória atraíam multidões para ouvi-lo pregar mas foi a possibilidade de rever e acompanhar a publicação dos sermões que os tornou obras literárias de grande valor e não apenas o frio registo das suas capacidades oratórias.Em 1614 Vieira foi para a Baía com a família e ingressou no Colégio da Companhia de Jesus onde segundo uma lenda superou inesperadas dificuldades de aprendizagem destacando-se pelas suas habilidades intelectuais e linguísticas o que lhe valeu em 1625 aos 17 anos a tarefa de redigir o relatório anual evento conhecido como o «Estalo de Vieira». Em 1623 iniciou o noviciado familiarizando-se com a cultura e a língua tupi e em 1625 fez os primeiros votos começando a ensinar retórica em Olinda. Ordenado sacerdote em 1634 tornou-se conhecido como orador realizando a sua primeira pregação oficial na Baía. Em 1641 acompanhou a Lisboa o filho do Vice-rei do Brasil iniciando uma fase como conselheiro político de D. João IV e missões diplomáticas na Europa. Em Roma reviu os seus sermões publicando o primeiro volume em 1679 e recebeu isenção da Inquisição. Regressou ao Brasil em 1681 onde se dedicou até à sua morte à revisão dos sermões e à redação da sua obra teológica «Clavis Prophetarum».DIONÃSIO TEIXEIRA DE AGUIAR c. 1720 - foi familiar do Santo Ofício e mostra uma grande admiração pelo padre António Vieira e pela Companhia de Jesus. Casou com Feliciana Teresa Francisca em Oeiras em 5 de Agosto de 1746. Nada mais se conhece da sua vida e o seu nome não é referido por Barbosa Machado. É autor do prólogo e da dedicatória de outra obra de Vieira: Cinco discursos morais fundados nas cinco pedras de David Lisboa 1754 e de duas pequenas obras sobre o Milagre de Ourique publicadas em 1753 e 1757.ANTÓNIO MARTINS fl. 1690 - 175 Ainda não foi possível obter dados biográficos sobre o dedicatário deste livro e que subsidiou as despesas da impressão identificado na folha de rosto como: homem de negócios nesta Corte. Na dedicatória Dionísio Teixeira de Aguiar destaca as suas virtudes morais e religiosas a caridade para com os mais pobres a devoção às imagens sagradas e em especial a Santo António e os gastos em Missas e outros sufrágios pelas almas do Purgatório o que lhe aumentou os bens e restituiu a saúde segundo afirma na dedicatória.Referências:Nós os Oeirenses 1582 - 1911 e Genall - Sítios internet.BN Lisboa. Pe. António Vieira : bibliogr. 1216BN Lisboa. Bicentenário Pe. António Vieira 88Borba de Moraes. Bibliogr. Bras. 2 920-921.Leite S. Hist. Comp. de Jesus no Brasil 9 231Portugal - Dicionário Histórico Corográfico Heráldico Biográfico Bibliográfico Numismático e Artístico Volume VII págs. 447-453.Inocêncio I 290 1610; II 179-180; IX 133 478 M-9-F-72 unknown