654 résultats
réf. 3003NL468Colecção Pensamento Português. INCM. Lisboa. 1985. De 24x15 cm. Com 462 xii págs. Brochado. I-212-I-28 unknown
réf. 2108MA5387 histórias portuguesas por Júlio Pomar. Os avessos do mito por Mário Dionísio. Clássica Editora. Forte da Casa. 1985. De 30x215 cm. Com cerca de 200 páginas não numeradas. Encadernação do editor. Ilustrado em papel printomat de 140 gramas com 7 reproduções de pinturas de Júlio Pomar expressamente pintadas para esta edição da Mensagem de Fernando Pessoa - comemorativa do cinquentenário da morte de Fernando Pessoa. Exemplar com leves manchas nas pastas. Nº 386 de uma tiragem de 1500 assinada por Júlio Pomar. Texto impresso em papel Conqueror de 100 gramas. A obra contém as seguintes Partes: PRIMEIRA PARTE: Brasão- I. os campos; II - os castelos; III - as quinas; IV - a coroa; V - o timbre; SEGUNDA PARTE: Mar Português; TERCEIRA PARTE: O Encoberto - I. os símbolos; II. os avisos; III. os tempos. I-230-E-14 unknown
réf. 1612JR027Lello & Irmão Editores. Porto. 1973. De 20x13 cm. Com 246 págs. Brochado. Ilustrado em extratexto com 6 fotogravuras da região duriense impressas em papel couché. Crónica dedicada à descrição apaixonada das paisagens física e humana da região do Douro localizada no Norte de Portugal. O autor proporciona ao leitor um quadro histórico e geográfico detalhado desta região descrevendo simultaneamente as gentes que ali habitavam à época e os seus costumes. I-31-F-17 unknown
réf. 2103MA128Por José de Sousa e Faro Contra-Almirante. Ex-Ministro da Marinha. Ex-Governador da Zambézia. Ex-Governador de S.Tomé e Príncipe. Ex-Governador Geral de Angola. Ilustrado com algumas gravuras originais. Imp. da Armada. Lisboa. 1932. De 24x17 cm. Com 233 ii págs. Brochado. Ilustrado em extratexto sobre papel couché com fotografia a preto e branco. Exemplar com danos com perda de papel na brochura manchas de humidade e oxidação na brochura e nas folhas. Contém dedicatória na folha de rosto. I-193-G-42 unknown
réf. 1812JR105Volume I. Volume II. Publicações Europa-América. Lisboa. 1956. 1962. 2 volumes. De 24x19 cm. Com 428 i; 621 i págs. Encadernações do editor com sobrecapas de protecção ilustradas. Profusamente ilustrados com fotogravuras executadas pela Neogravura policromias gravadas por Armeis & Moreno e Bertrand Irmãos. Mário Dionísio é nome literário de Mário Dionísio de Assis Monteiro. Capa executadas pela artista Maria Keil. Obra pioneira de grande envergadura ensaística subordinada ao estudo da pintura moderna e da arte em geral no desenvolvimento dos contextos histórico e sociocultural da humanidade. Procura desvelar no universo da História da Arte uma percepção das artes picturais tomando por base criações artísticas histórias anedóticas e também escritos da especialidade entretecendo factos históricos biográficos e apreciações de autores consagrados. Reparte-se em dois tomos organizados em duas partes cada afectas às epígrafes Expressão e Compreensão Prestígio e Fim de uma Ilusão I Vol. e Os Primeiros Pintores Malditos e Durante as Grandes Tempestades II Vol. Contêm apensas notas índices dos nomes citados e índices das ilustrações. Vencedora do Grande Prémio de Ensaio da Sociedade Portuguesa de Escritores no ano de 1963. I-15-E-27 unknown
réf. 2204JS239Volume I. Volume II. Publicações Europa-América. Lisboa. 1956. 1962. 2 volumes. De 24x19 cm. Com 428 i; 621 i págs. Encadernações do editor com sobrecapas de protecção ilustradas e acondicionados em caixas do editor. Profusamente ilustrados com fotogravuras executadas pela Neogravura policromias gravadas por Armeis &; Moreno e Bertrand Irmãos.Capa executadas pela artista Maria Keil. Exemplar com leves danos e desgaste nas caixas do editor para acondicionamento dos volumes e títulos de posse nas folhas de anterrosto. Mário Dionísio é nome literário de Mário Dionísio de Assis Monteiro Lisboa 16 de julho de 1916 Lisboa 17 de novembro de 1993 foi uma personalidade multifacetada: poeta romancista ensaísta crítico pintor. Obra pioneira de grande envergadura ensaística subordinada ao estudo da pintura moderna e da arte em geral no desenvolvimento dos contextos histórico e sociocultural da humanidade. Procura desvelar no universo da História da Arte uma percepção das artes picturais tomando por base criações artísticas histórias anedóticas e também escritos da especialidade entretecendo factos históricos biográficos e apreciações de autores consagrados. Reparte-se em dois tomos organizados em duas partes cada afectas às epígrafes Expressão e Compreensão Prestígio e Fim de uma Ilusão I Vol. e Os Primeiros Pintores Malditos e Durante as Grandes Tempestades II Vol. Contêm apensas notas índices dos nomes citados e índices das ilustrações. Vencedora do Grande Prémio de Ensaio da Sociedade Portuguesa de Escritores no ano de 1963. I-147-C-4 unknown
réf. 1310JC086Por José de Sousa e Faro Contra-Almirante Ex-Ministro da Marinha Ex-Governador da Zambézia Ex-Governador de S. Tomé e Príncipe Ex-Governador Geral de Angola. Ilustrado com algumas gravuras originais. Imprensa da Armada. Lisboa. 1932. De 24x17 cm. Com 225 pags. Brochado. Ilustrado com fotogravuras em extratexto impressas sobre papel couché fino entre as quais em anterrosto o retrato em meio-corpo de Sua Magestade D. Pedro VII Rei do Congo com regália de monarca europeu. I-93-B-4 unknown
réf. 1711JC039Em que se Critica Responde Convence e refuta hum manifesto que a favor dos DD. Legistas fez hum Anonymo pertendendo mostrar que eraõ habeis para as Conezias Doutoraes da Universidade de Coimbra. A PARIZ. Ches Pierre Pravlt. Quay de Gesures au Paradis. M. D. CC. XXXV. 1735 Avec Approbation. In fólio de xvi 224 xxiv 280 i.é: 279 i xxiv págs. Encadernação da época inteira de pele com nervos rótulo vermelho e ferros a ouro em casas fechadas na lombada. Cortes das folhas levemente carminados. Apresenta uma cesta com flores no centro da folha de rosto e a mesma xilogravura repete-se como florão de remate na página 263 da segunda numeração e na página final. Exemplar com assinatura de posse coeva na folha de guarda. Com desgaste na encadernação em especial nos cantos e na coifa com perda de pele. Pequeno pico de traça marginal desde a página 314 até à pasta posterior e outro no pé das folhas da segunda numeração sem afectar mancha gráfica. As folhas preliminares contêm a aprovação das autoridades francesas Garde des Sceux e registo na Câmara Real dos Livreiros e Impressores de Paris extenso registo de erratas e uma Advertência. A segunda parte que ocupa as páginas da segunda numeração inclui um apêndice e uma resposta a um manifesto anónimo sobre o mesmo assunto. No fim nas páginas sem numeração transcreve dois folhetos escritos por defensores de opiniões contrárias às do autor. Muito raro pois Inocêncio regista-o mas nunca viu exemplares do livro. Foi publicada anónima e a atribuição da autoria é feita por Barbosa Machado. É uma obra de vasta erudição com a citação de grande número de fontes jurídicas literárias e históricas que o autor usa para defender o seu ponto de vista e por isso tem grande interesse para o estudo da cultura jurídica e institucional do século XVIII em especial na Universidade de Coimbra. Faz parte de uma polémica sobre quem tinha direito a concorrer para as conezias magistral e doutoral que existiam nos cabidos das Catedrais em Portugal. Os doutores legistas eram os juristas das leis do Desembargo Régio. A partir de um determinado momento começaram a concorrer às Conezias Magistrais e às Conezias Doutorais que estavam reservadas segundo o presente autor a doutores ou licenciados em Teologia e a um doutor ou licenciado em Cânones respectivamente apresentados pela Universidade de Coimbra. Dionísio Bernardes de Morais Lisboa c. 1680 - depois de 1760 Doutor em Cânones pela Universidade de Coimbra e Prelado da Igreja Patriarcal de Lisboa era sobrinho pela parte paterna do insigne Padre Manuel Bernardes. É autor de diversas obras em português e latim quase todas de carácter polémico. Publicou as seguintes obras todas anónimas ou sob pseudónimo: Anti-epitome ou anti-legista disforçado. Dialogos criticos ou colloquios jocoserios sobre a controversia entre cartonistas e legistas ácerca das conesias doutoraes da Universidade de Coimbra. Salamanca por la Viuda de Antonio Ortiz Gallardo 1737. Parece que sahiu com o nome de Leonardo Luis de Queiroz.; Carta censoria em que se advertem as inadvertencias que contém a Pastoral do Arcebispo Bispo do Algarve. Madrid pelos herdeiros de Francisco del Hierro 1746; Crisol critico balança da verdade e invectiva apologetica em que se refutam as doutrinas de um papel manuscripto que d´Evora se remetteu a esta cidade sobre varios pontos. Sevilha en la Imprenta Real. S. d. EN In folio. xvi 224 xxiv 280 i.e.: 279 i xxiv pp. Contemporary full leather binding with raised bands red label gilt iron tools. Light red edges. It features an engraving depicting a basket with flowers in the centre of the title page and the same woodcut is repeated as a closing 'fleuron' on page 263 of the second numbering and on the final page. Copy with coeval ownership signature on the front endpaper. Worn binding in particular at the corners and on the coping with some loss of leather. Small moth peak from page 314 of the second numbering to the rear pastedown and another at the foot of the second group of numbered leaves. The preliminary leaves contain the approval of the French authorities Garde des Sceux and registration with the Royal Chamber of Booksellers and Printers of Paris extensive errata and a Warning. The second part which occupies the second group of numbered pages includes an appendix and a reply to an anonymous manifesto on the same subject. At the end in the unnumbered pages two pamphlets written by advocates of opinions contrary to those of the author are transcribed. Very rare as Inocêncio records it but never saw copies of the book. It was published anonymously and the attribution is made by Barbosa Machado. It is a work of vast erudition with the citation of a large number of legal literary and historical sources that the author uses to defend his point of view and is therefore of great interest for the study of the legal and institutional culture of the 18th century especially at the University of Coimbra. It was part of a polemic about who had the right to apply for the magistral and doctoral conezies which existed in the cathedrals in Portugal. The doctores legistas were the jurists of the laws of the Royal Court. From a certain moment onwards they began to apply for the Conezias Magistrales and Conezias Doctorales which were reserved according to this author for doctors or graduates in Theology and a doctor or graduate in Canon Law respectively presented by the University of Coimbra. Dionísio Bernardes de Morais Lisbon c. 1680 - after 1760 Doctor in Canon Law by the University of Coimbra and Prelate of the Patriarchal Church of Lisbon he was the paternal nephew of the eminent Father Manuel Bernardes. He is the author of several works in Portuguese and Latin almost all of them of polemic character. He published the following works all anonymously or under pseudonym: Anti-epitome ou anti-legista disforçado. Dialogos criticos ou colloquios jocoserios sobre a controversia entre cartonistas e legistas ácerca das conesias doutoraes da Universidade de Coimbra. Salamanca por la Viuda de Antonio Ortiz Gallardo 1737 It seems to have come out under the name of Leonardo Luis de Queiroz; Carta censoria em que se advertem as inadvertencias que contém a Pastoral do Arcebispo Bispo do Algarve. Madrid pelos herdeiros de Francisco del Hierro 1746; Crisol critico balança da verdade e invectiva apologetica em que se refutam as doutrinas de um papel manuscripto que d´Evora se remetteu a esta cidade sobre varios pontos. Sevilha en la Imprenta Real. S. d. Refs: - Inocêncio II 178-179. IX 139. Sobre o pseudónimo António Rodrigues Flores: I 259. VIII 299. - Barbosa Machado I 705 e IV 106-107. M-15-A-30 hardcover
réf. ria9781119864509_inpPaperback. New. New Book; Fast Shipping from UK; Not signed; Not First Edition; N/A paperback
réf. A9789462703414Paperback / softback. New. paperback
réf. 3319864394.Gpaperback. Good. Access codes and supplements are not guaranteed with used items. May be an ex-library book. paperback
réf. ria9781119393986_inpPaperback / softback. New. New Book; Fast Shipping from UK; Not signed; Not First Edition; N/A paperback
réf. 45385173-nnew. unknown
réf. MLU681835658New. Teoría Completa de la Música Vol. 2. Autor: Dionisio de Pedro. Colección: Teoría completa de la música. Idioma: Spanish. Materia: Música / Music. ISBN: 9788438712580. Ejemplar nuevo. Referencia: MLU681835658. Spanish-language edition. Ships from Uruguay with full tracking. Every book is individually wrapped with care and securely packed so it reaches you in excellent condition. Looking for a title you can't find We source books on request. Thank you for letting us serve you. Amado Libros Montevideo. Edición en español. Enviamos desde Uruguay con seguimiento completo. Cada libro va envuelto con cuidado y bien protegido para que llegue a sus manos en excelentes condiciones. ¿Busca un título que no encuentra Conseguimos libros por encargo. Gracias por permitirnos servirle. Amado Libros Montevideo. unknown
réf. MN32107MEdiciones Destino Guías de España 1974 Barcelona. 22x17. Tela editorial con sobrecubierta. 685 y 608 pgs. Profusamente ilustrado con fotos en b/n. Con varios mapas desplegables a color. Láminas a color. Ex-libris en guardas. Sobrecubierta fatigada. Interior en buen estado. Pequeños puntos de óxido en cortes. 704602 Ediciones Destino, Guías de España, 1974, Barcelona. hardcover
réf. 71527Editora Nacional 1943 Madrid. 1ª edición. 27x22. Con sobrecubierta 48 pgs. Sobrecub. algo deteriorada. F3425 Editora Nacional, 1943, Madrid. 1ª edición. unknown
réf. 577738Colección Adonais L Editorial Hispánica 1948 Madrid. 15x11. 84 pgs. Tirada numerada de 70 ejemplares para los suscriptores de lujo. Ej. nº30. Escaso V3209 Colección Adonais L, Editorial Hispánica, 1948, Madrid. unknown
réf. MN22515HAguilar 1961 Madrid. 20X12. Tela editorial. 638 pgs. 667179 Aguilar, 1961, Madrid. hardcover
réf. 146892Losada 1962 Buenos Aires. 1ª edición. 20x15. 381 pgs. H3322 Losada, 1962, Buenos Aires. 1ª edición. unknown
1915réf. 10043Madrid: Fortanet 1915. Hardcover Tapa dura. 258x182mm. 10¼x7¼". Madrid Fortanet para The Hispanic Society of America 1915. En folio menor 258 x 182mm. xxxv-100 pp. 2 h. con reproducciones 2 h. Encuadernación en piel tejuelo verde en la lomera. Edición en papel de hilo editada por la Hispanic Society of America limitada a 450 ejemplares numerados el nuestro con el número 351. Del Plano geográfico e hidrográfico del distrito de la Real Audiencia de Quito y descripciones de las provincias se conocen dos copias ambas existentes en la Biblioteca Nacional de Madrid. Esta obra es la mejor descripción conocida de aquellas provincias superando en minuciosidad las que se habían escrito antes. La Audiencia y Cancillería Real de Quito 1563-1822 fue el más alto tribunal de la Corona española en los territorios de la Provincia o Presidencia de Quito dentro del Virreinato de Nueva Granada e incluía los actuales territorios de Venezuela Colombia y Ecuador. 2 hojas para la reproducción facsimilar del plano y su portada. Fortanet hardcover
1741réf. 6390Madrid: Miguel Fernández 1741. First Edition Primera edición. Hardcover Tapa dura. 207x149mm. 8¼x5¾". Madrid Miguel Fernández 1741. En 4º 207 x 149mm. 16 h. 99 pp. 1 lámina plegada y grabada por Minguet con la representación del puerto y dos ciudades de Guayaquil. Encuadernación de la época en piel. Primera edición escasa en comercio y de mucho aprecio especialmente cuando contiene su famoso Plano de Alcedo. Esta obra se sacó de un manuscrito del P. Jacinto Basilio Morán de Butrón verdadero autor del texto y fue editada y preparada para la imprenta por Dionisio Alcedo y Herrera uno de los grandes burócratas españoles y de los mayores conocedores de la América española en el siglo XVIII. El hecho de que Alcedo se atribuyera la autoría de la obra le hizo merecedor de ciertos reproches de plagio. Este Compendio es una de las fuentes más tempranas que tenemos acerca de la historia geografía y etnografía de Guayaquil la segunda ciudad más grande y poblada de Ecuador e incluye además diversas noticias acerca de los ataques de los piratas Drake y Morgan a sus costas. Se describe aquí por primera vez la flora la fauna el comercio y la arquitectura de la región así como el primer estudio topográfico de su área. En la introducción el autor describe las causas de la importancia de Guayaquil como uno de los puertos más importantes de las colonias españolas en América de ahí los ataques sufridos por diversos piratas a lo largo de la historia que quedan narrados en las pp. 82-90. De especial interés son los capítulos 10 y 11 que tratan acerca de los indios Mangache y Colorado. La importantísima lámina grabada y plegada que representa el plano de Guayaquil comúnmente llamado Plano de Alcedo es el primer plano que se conoce de la región fue elaborado y grabado por el dibujante Pablo Minguet en 1740 por encargo del jesuita Jacinto Morán de Butrón verdadero autor del libro como hemos apuntado antes. El plano muestra el puerto con las dos ciudades los esteros la navegación embarcaciones y un cuadro con la explicación de más de 70 puntos topográficos. Dionisio de Alcedo y Herrera 1690-1777 desarrolló una importante carrera administrativa en América ocupando altos cargos en la administración de México y Perú. Primero como Secretario de Cartas en el Virreinato de Perú para pasar después a Ordenador del Tribunal Mayor de Cuentas de la Ciudad de los Reyes. En 1723 es nombrado diputado del Comercio en el Perú y es en esas fechas cuando viaja a Madrid a informar al rey del estado del comercio en América. En Madrid Alcedo expuso al Monarca el objeto de su comisión y Felipe V dispuso que se celebrase una Junta que había de presidir el ministro José Patiño compuesta por cuatro ministros del Consejo de Castilla cuatro del de Indias cuatro del de Hacienda y el propio Alcedo y Herrera donde se discutió sobre diferentes puntos tocantes al estado de la Real Hacienda y del Comercio adoptándose las medidas necesarias para el beneficio de los mercaderes de Indias y el incremento del Patrimonio Real. Además una vez terminada la guerra con Inglaterra Alcedo consiguió que se diera por bueno el ajuste hecho por el Consulado de Lima referente a los asientos de avería. En recompensa de sus servicios en 1728 regresa a Perú y es elevado a presidente de la Audiencia de Quito. En el tiempo que se mantuvo en el cargo tuvo la oportunidad de colaborar con la famosa expedición científica dirigida por Le Condamine y en la que participaban Antonio de Ulloa y Jorge Juan. Abandonó su cargo en 1736 y cuatro años más tarde fue nombrado Gobernante y Capitán General de Tierra Firme. No tuvo mucha suerte en su nuevo nombramiento ya que sería acusado y procesado en varias ocasiones por irregularidades administrativas y asuntos relacionados con la tolerancia con el contrabando lo que le obligó a regresar a España en 1752. Alcedo a causa de los diferentes cargos que ocupó y de los asuntos para los que fue requerido adquirió vastos conocimientos y sobre todo una gran experiencia en todo lo relativo al comercio con América y muy especialmente de nuestras relaciones comerciales con los ingleses. En 1725 escribió el Memorial informativo sobre diferentes puntos tocantes al estado de la Real Hacienda y del Comercio entre España y las Indias. Varios años más tarde en 1740 publica en Madrid su Aviso historico politico geographico con las noticias mas particulares del Peru Tierra-Firme Chile y Nuevo Reyno de Granada. Al año siguiente en 1741 apareció su última obra publicada el presente Compendio histórico de Guayaquil. Todas sus obras son raras y de mucho aprecio. Obra poco frecuente en comercio y que tampoco abunda en bibliotecas públicas sólo hemos encontrado 6 ejemplares en España 2 ejemplares en BN Universidad de Sevilla Biblioteca de Castilla-La Mancha RAH y Universidad Complutense Mancha de humedad en la portada por lo demás en excelente estado. Miguel Fernández hardcover
1867réf. 7841London: James Walton 1867. 8vo pp. xii 272 4 ads. Frontispiece included within pagination. Original blue cloth boards bordered with a blind rule spine and front board lettered direct in gilt. A little spotting. A little soiled and marked some rubbing to edges. ‘Early Technology’ bookplate of Michael Bennett-Levy to pastedown. A rewritten and updated version of Lardner’s 1855 book ‘The Electric Telegraph Popularised’ which was itself reworked from one of his popular science publications the production of which Lardner is best-remembered for: His articles on telegraphy come from ‘The Museum of Science and Art’ which he also edited. Wheeler Gift 1681. James Walton hardcover
réf. 1119423961.Gpaperback. Good. Access codes and supplements are not guaranteed with used items. May be an ex-library book. paperback
1686réf. 402530Hildesii Saxonum Hildesheim: Typis Joh: Ludolphi Ebelii Ludolph Ebel 1686 recte: 1688. hardcover. Gut. 7 Blatt 382 Seiten 1 Blatt. Pergament der Zeit mit handschriftlichem Rückentitel. Oktavo 195 x 165 cm. Einband etwas fleckig alter Besitzvermerk auf Vorsatz nur sehr wenig gebräunt insgesamt gut erhalten. Erste Ausgabe. Der Autor 1640 - 1709 war Kapuziner studierte in Paderborn Philosophie und Theologie und war einige Jahre Theologe und Lektor am Hof in Hannover. Er war u.a. mit Gottfreid Wilhelm Leibniz befreundet. Das letzte Blatt ist vom Buchbinder dort irrigerweise eingebunden worden es gehört eigentlich als viertes Blatt vor das Vorwort an den Leser. Es enthält den Zensurvermerk von 1688 dann erschien das Buch erst. - VD 17: 1: 079844 U - BBK I p. 1325 f. Wegen Urlaub kann Ihre Bestellung / Anfrage erst nach dem 12.10.2026 bearbeitet werden. - Because of holidays your order / question can be handled only after 10/12/2026. Typis Joh: Ludolphi Ebelii [Ludolph Ebel] hardcover
réf. 6895495Jones & Bartlett Publishers Incorporated . Papeback. New. pp. viii 95 Jones & Bartlett Publishers, Incorporated unknown