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2016réf. __3330750375Novas Edições Acadêmicas 2016. Paperback. New. 68 pages. Portuguese language. 8.66x5.91x0.16 inches. Novas Edições Acadêmicas paperback
1923réf. 38004Paris & Rennes: Edition de la sté de propagande du PortugalLes imprimeries réunies 1923. Fine. Edition de la sté de propagande du Portugal Les imprimeries réunies Paris & Rennes 1923 16 x 24 cm broché First edition. A light scratching to the spine a good and rare copy softcover. Edition de la sté de propagande du PortugalLes imprimeries réunies paperback
2010réf. DADAX1160685258Kessinger Publishing 2010-02-23. hardcover. New. 6.00x1.31x9.00. Buy with confidence. Excellent Customer Service & Return policy. Kessinger Publishing hardcover
2020réf. 9782080204332Flammarion 2020 Book. New. Hardcover. Flammarion hardcover
2011réf. DADAX6131541612Omniscriptum 2011-04-22. paperback. New. 5.91x0.42x8.66. Buy with confidence. Excellent Customer Service & Return policy. Omniscriptum paperback
2010réf. DADAX1161159061Kessinger Publishing 2010-04-18. paperback. New. 6.00x0.75x9.00. Buy with confidence. Excellent Customer Service & Return policy. Kessinger Publishing paperback
2011réf. G9722521144I4N00Bertrand Editora 2011. Unknown Binding. Very Good. May have limited writing in cover pages. Pages are unmarked. ~ ThriftBooks: Read More Spend Less.Dust jacket quality is not guaranteed. Bertrand Editora unknown
réf. A9786206601418Paperback / softback. New. paperback
2008réf. DADAX1436635632Kessinger Publishing 2008-06-02. hardcover. New. 6.00x0.69x9.00. Buy with confidence. Excellent Customer Service & Return policy. Kessinger Publishing hardcover
2009réf. DADAX1104008823Kessinger Publishing 2009-01-19. hardcover. New. 6.00x0.69x9.00. Buy with confidence. Excellent Customer Service & Return policy. Kessinger Publishing hardcover
1869réf. 33348Lisboa: Imp. de J. G. de Sousa Neves 1869.- XIV173 p. 1 h.; 8º menor 158 x 111 cm; Texto en portugués; Plena Piel pasta anticuada época.- RARO. Pequeña falta en la cabeza del lomo y alguna rozadura en las tapas de poca importancia. En la portadilla tiene una pequeña nota manuscrita a tinta que está parcialmente tachada. Por lo demás en excelente estado. PORTUGAL Livro no português Imp. de J. G. de Sousa Neves hardcover
réf. A9781509961498Hardback. New. hardcover
réf. 1509961496.Ghardcover. Good. Access codes and supplements are not guaranteed with used items. May be an ex-library book. hardcover
2017réf. BN131372Brepols 2017. 2017. Softcover. Religious Minorities in Christian Jewish and Muslim Law 5th - 15th centuries Religious Minorities in Christian Jewish and Muslim Law 5th - 15th centuries Nora Berend Youna Hameau-Masset Capucine Nemo-Pekelman John V. Tolan eds. Brepols paperback
réf. BN330625RICOCHET. Softcover. COMME DES MARMOTTES 2014 COMME DES MARMOTTES 2014 Michel Francesconi et Capucine Mazille RICOCHET paperback
2025réf. BN687137de Gruyter 2025. 2025. Hardcover. El enregistramiento oral del español ecuatoguineano: Un acercamiento sociocognitivo y perceptivo a la variación lingüística y sus valores sociales . Zeitschrift für romanische Philologie 495 El enregistramiento oral del español ecuatoguineano: Un acercamiento sociocognitivo y perceptivo a la variación lingüística y sus valores sociales . Zeitschrift für romanische Philologie 495 Chagas López Andrea de Gruyter hardcover
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réf. 6395189948Abrams . Hardback. New. pp. 240 Abrams hardcover
réf. 2508ET132Ilustrado por Artur Correia. 2.ª Edição. Bertrand Editora. Lisboa. 2002. De 30x215 cm. Com 250 v págs. Encadernações do editor. Profusamente ilustrados a cores. Exemplar com algumas manchas e carimbo oleografico de posse na página 3. ISBN - 972-25-1258-7 SACO ET265-31 unknown
réf. 2510MA474I - O 28 de Janeiro e o 5 d'Outubro. Leitão &; C.ª. Porto. 1913. De 19x12 cm. Com 164 págs. Encadernação com a lombada em pelo nervos e ferros a ouro e folhas de guarda em papel decorativo. SACO MA682-34 unknown
réf. 2504SB006Popular e Illustrada. Terceira edição. Continuada desde a chegada de D. Pedro IV à Europa até à morte de D. Maria II por J. Barbosa Cohen e dahi até aos nossos dias por Marques Gomes. Empreza da Historia de Portugal Sociedade Editora. Lisboa. MDCCCXCIX 1899 1907. 12 Volumes de 30x21 cm. Com xx ii 624; 638; 640; 640; 635; 638; 638; 626 iii; vii 647; 632; 642; 600 xliv págs. Encadernações do editor executadas por Alfredo David e por Paulino com lombadas em pele com elaborados ferros a ouro e pastas em tela vermelha com belas estampas coloridas. Folhas de guarda decorativas com diferentes padrões em cada volume. Ilustrado com gravuras de página inteira e outras intercaladas no texto todas a preto e branco com retratos de personagens da História de Portugal com reproduções de monumentos e recriações de acontecimentos históricos e brasões. Inclui também um extratexto em face da folha de rosto com o retrato do autor sobre papel couché. Texto impresso em duas colunas separadas por filete simples. Exemplar com as iniciais F.M.P. gravadas a ouro no pé da lombada. Terceira edição rara e significativamente ampliada de uma das obras fundamentais da historiografia portuguesa. Destaca-se pela abrangência cronológica sendo a primeira a traçar uma perspectiva liberal sobre o percurso histórico nacional até ao final do reinado de D. Carlos em 1908. A sua ampla difusão e acessibilidade contribuiu para a formação da consciência histórica das elites nacionais até ao aparecimento da História de Barcelos dirigida por Damião Peres a partir de 1928. A par dos romances históricos de Camilo Castelo Branco e da História de Portugal de Oliveira Martins Pinheiro Chagas contribuiu para forjar uma imagem negativa da dinastia reinante no Portugal constitucional e assim involuntariamente para a sua queda em 1910. Páginas preliminares do primeiro volume com o prólogo desta edição assim como os da primeira e da segunda. As últimas páginas de cada volume contêm uma explicação das respectivas gravuras e um índice de conteúdos. As últimas páginas em numeração romana do 12.º volume apresentam um extenso índice geral alfabético de todas as gravuras que ilustram os anteriores doze volumes. A 3.ª edição da História de Portugal de Manuel Pinheiro Chagas foi publicada em 14 volumes entre 1899 e 1909 ampliando significativamente o escopo e a profundidade da narrativa original. Enquanto a 1.ª edição 1867-1874 se cingia a oito volumes esta edição alargou-se com mais seis que abarcam o período que vai desde a chegada de D. Pedro IV à Europa até ao fim do Reinado de D. Carlos. Os volumes IX X e XI foram elaborados por José Augusto Barbosa Colen até à morte de D. Maria II e o XII por Marques Gomes. Joaquim Alfredo Gallis foi o autor dos dois últimos volumes dedicados ao Reinado de D. Carlos 1890-1908 com o subtítulo: Um Reinado Trágico. A primeira edição da História de Portugal surgiu sob o pseudónimo coletivo de 'Sociedade de Homens de Letras'. Pinheiro Chagas justificou esta escolha com a intenção inicial de contar com a colaboração de outros autores embora tenha sido o principal responsável pela obra. A obra de Pinheiro Chagas representa uma narrativa histórica extensa baseada em trabalhos de historiadores nacionais e estrangeiros como Ferdinand Denis H. Schaefer Prescott Coelho da Rocha Herculano e Rebelo da Silva. Caracteriza-se por traços fundamentais da narrativa liberal: teoria política e voluntarista da formação de Portugal inspirada em Alexandre Herculano; rejeição de tradições míticas de fundação ainda comuns na primeira metade do século XIX como o milagre de Ourique e as Cortes de Lamego; adoção da tese da aliança da coroa com as classes populares contra as ordens privilegiadas; ausência de feudalismo em Portugal; valorização do municipalismo e da descentralização; e um juízo crítico acerca do absolutismo responsabilizando este juntamente com a Inquisição e a Companhia de Jesus pela decadência nacional. Em todos estes pontos Pinheiro Chagas seguia de perto a filosofia da história de Alexandre Herculano sem esquecer o seu providencialismo abstrato e a sua teoria relativa à função do indivíduo na história. No que respeita ao juízo negativo sobre os monarcas da dinastia de Bragança com exceção de D. Pedro V e de D. Luís bem como à aliança luso-britânica desde o século XVII o autor aproximava-se da crítica negativa que a este respeito viriam a desenvolver autores republicanos como Teófilo Braga Consiglieri Pedroso ou José de Arriaga. Manuel Joaquim Pinheiro Chagas Lisboa 1842 Lisboa 1895 foi um reputado jornalista escritor e divulgador histórico do século XIX. Filho de um major liberal formou-se no Colégio Militar na Escola do Exército e na Escola Politécnica mas enveredou pela carreira jornalística colaborando em periódicos como A Revolução de Setembro e O Diário da Manhã. Embora tivesse a patente de capitão nunca exerceu funções de combate dedicando-se à escrita de folhetins críticas literárias e obras historiográficas como a sua obra magna História de Portugal. Foi também deputado em nove legislaturas ministro da Marinha 1883-1886 professor no Curso Superior de Letras e membro de instituições como a Academia das Ciências. Reconhecido pelos contemporâneos pela sua retórica e erudição Pinheiro Chagas deixou um legado historiográfico e literário que moldou a consciência histórica das elites portuguesas até ao advento da República. José Augusto Barbosa Colen Lisboa 1849 Lisboa 1917 foi jornalista ensaísta e polemista com um percurso profundamente marcado pela militância ideológica e pela atividade crítica em publicações como A Actualidade A Opinião Social ou O Tempo. Embora formado em Medicina destacou-se sobretudo como escritor político e pensador social tendo produzido uma vasta obra centrada nos problemas da instrução pública da liberdade religiosa e da reforma do Estado. João Augusto Marques Gomes Aveiro 1853 1931 foi historiador memorialista e ensaísta destacando-se pela dedicação à história local e à valorização da identidade regional. Com uma formação eclética e grande erudição autodidata foi autor de obras como Memórias Históricas de Aveiro 1922 e colaborador assíduo da imprensa cultural da época. Ref.: Dicionário de Historiadores Portugueses: da Academia Real das Ciências ao Final do Estado Novo. em linha M-12-E-12 hardcover
réf. 2510SB004Historico Geographico Mythologico Biographico Artistico Bibliographico e Litterario. Dirigido por Manoel Pinheiro Chagas Sócio effectivo da Academia Real das Sciencias de Lisboa. Collaboradores: . Lallemant Frères Typ. Lisboa. 1876-1885. 14 Volumes encadernados em 7 de 31x23 cm. Com viii 392; iv 443; iv 484; iv 478; iv 413; iv 484; ii 410 ii; iv 468; iv 467; iv 476; iv 470; iv 463; iv 470; 286 i págs. Encadernações da época inteiras de pele com rótulos e ferros a ouro nas lombadas. Folhas de guarda decorativas. Texto disposto em duas colunas separadas por filetes simples no prólogo do primeiro volume e a três colunas separadas por filetes simples no resto da obra com as entradas em negrito. Primeira enciclopédia portuguesa de grande envergadura moldada pelo modelo de Larousse. Insere-se no constante trabalho de instrução popular e divulgação cultural a que Pinheiro Chagas se dedicou. Publicada ao longo de dez anos a obra passou por vários editores: volumes 1 e 2 por Lallemant Frères; volumes 3 a 7 pela Tipografia do Diário Ilustrado; volumes 8 a 10 pela Imprensa de Joaquim Germano de Sousa Neves; e os restantes todos pela Tipografia da Viúva Sousa Neves. Foram publicados mais dois volumes 15 e 16 com um suplemento ao Dicionário que geralmente não se encontram juntos como no presente exemplar. A folha de rosto apresenta a seguinte lista exaustiva dos colaboradores que transcrevemos respeitando a ortografia original: A. A. Torres Mascarenhas bacharel em direito e professor de phylosophia do Real Collegio Militar; A. Candido de Figueiredo bacharel em direito e socio da Academia Real das Sciencias; A. M. da Cunha Bellem bacharel em medicina cirurgião-mór do exercito e socio da Academia Real das Sciencias; Carlos Eugenio Correia da Silva capitão-tenente da marinha e membro da Commisão Central Permanente de Geographia; Delfim de Almeida jornalista e membro do Conselho Geral das Alfandegas; Francisco Palha bacharel em direito; Gastão da Fonseca jornalista; Guilherme Ennes medico pela escóla de Lisboa cirurgião-mor do exercito e socio da Academia Real das Sciencias; Ignacio de Vilhena Barbosa socio effectico da Academia Real dasSciencias de Lisboa; J. Fernandes Costa tenente de artilheria; José Ribeiro Guimarães doutor em leis pela Universidade de Coimbra 1.º official da Bibliotheca Nacional de Lisboa e redactor do Jornal do Commercio; J. J. Ferreira Lobo jornalista; Joaquim Martins de Carvalho director e redactor do Conimbricense; Luiz Augusto Palmeirim Socio da Academia Real das Sciencias de Lisboa; Marquez de Sousa Holstein dr. de capello pela universidade de Coimbra vice-inspector da Academia Real de Bellas Artes de Lisboa socio da Academia Real das Sciencias e membro da Comissão Central permanente de geographia; M. de Mendonça Balsemão jornalista; R. A. de Bulhão Pato socio effectivo da Academia Real das Sciencias de Lisboa; Severo Ernesto dos Anjos bibliothecario da Academia de Marinha; Visconde do Arneiro bacharel em direito; Visconde de Benalcanfor bacharel em direito socio da Academia Real das Sciencias e socio correspondente da Sociedade de Sciencias Economicas de Paris; Zacharias Aça professor. Manuel Joaquim Pinheiro Chagas Lisboa 1842 Lisboa 1895 foi escritor jornalista historiador e político português. Sócio efectivo da Academia das Ciências de Lisboa deputado par do Reino e Ministro da Marinha e Ultramar. Director de vários periódicos e fundador da Sociedade de Geografia de Lisboa destacou-se como romancista histórico e dramaturgo sendo figura central da cultura portuguesa oitocentista. Esta obra pesa mais de 5 kg e está sujeita a custos extra de envio. EN This work weighs more than 5kg. It is subject to extra shipping costs. Referências: Inocêncio XVI 294. M-19-F-2 unknown