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réf. 2510MA474I - O 28 de Janeiro e o 5 d'Outubro. Leitão &; C.ª. Porto. 1913. De 19x12 cm. Com 164 págs. Encadernação com a lombada em pelo nervos e ferros a ouro e folhas de guarda em papel decorativo. SACO MA682-34 unknown
réf. 2504SB006Popular e Illustrada. Terceira edição. Continuada desde a chegada de D. Pedro IV à Europa até à morte de D. Maria II por J. Barbosa Cohen e dahi até aos nossos dias por Marques Gomes. Empreza da Historia de Portugal Sociedade Editora. Lisboa. MDCCCXCIX 1899 1907. 12 Volumes de 30x21 cm. Com xx ii 624; 638; 640; 640; 635; 638; 638; 626 iii; vii 647; 632; 642; 600 xliv págs. Encadernações do editor executadas por Alfredo David e por Paulino com lombadas em pele com elaborados ferros a ouro e pastas em tela vermelha com belas estampas coloridas. Folhas de guarda decorativas com diferentes padrões em cada volume. Ilustrado com gravuras de página inteira e outras intercaladas no texto todas a preto e branco com retratos de personagens da História de Portugal com reproduções de monumentos e recriações de acontecimentos históricos e brasões. Inclui também um extratexto em face da folha de rosto com o retrato do autor sobre papel couché. Texto impresso em duas colunas separadas por filete simples. Exemplar com as iniciais F.M.P. gravadas a ouro no pé da lombada. Terceira edição rara e significativamente ampliada de uma das obras fundamentais da historiografia portuguesa. Destaca-se pela abrangência cronológica sendo a primeira a traçar uma perspectiva liberal sobre o percurso histórico nacional até ao final do reinado de D. Carlos em 1908. A sua ampla difusão e acessibilidade contribuiu para a formação da consciência histórica das elites nacionais até ao aparecimento da História de Barcelos dirigida por Damião Peres a partir de 1928. A par dos romances históricos de Camilo Castelo Branco e da História de Portugal de Oliveira Martins Pinheiro Chagas contribuiu para forjar uma imagem negativa da dinastia reinante no Portugal constitucional e assim involuntariamente para a sua queda em 1910. Páginas preliminares do primeiro volume com o prólogo desta edição assim como os da primeira e da segunda. As últimas páginas de cada volume contêm uma explicação das respectivas gravuras e um índice de conteúdos. As últimas páginas em numeração romana do 12.º volume apresentam um extenso índice geral alfabético de todas as gravuras que ilustram os anteriores doze volumes. A 3.ª edição da História de Portugal de Manuel Pinheiro Chagas foi publicada em 14 volumes entre 1899 e 1909 ampliando significativamente o escopo e a profundidade da narrativa original. Enquanto a 1.ª edição 1867-1874 se cingia a oito volumes esta edição alargou-se com mais seis que abarcam o período que vai desde a chegada de D. Pedro IV à Europa até ao fim do Reinado de D. Carlos. Os volumes IX X e XI foram elaborados por José Augusto Barbosa Colen até à morte de D. Maria II e o XII por Marques Gomes. Joaquim Alfredo Gallis foi o autor dos dois últimos volumes dedicados ao Reinado de D. Carlos 1890-1908 com o subtítulo: Um Reinado Trágico. A primeira edição da História de Portugal surgiu sob o pseudónimo coletivo de 'Sociedade de Homens de Letras'. Pinheiro Chagas justificou esta escolha com a intenção inicial de contar com a colaboração de outros autores embora tenha sido o principal responsável pela obra. A obra de Pinheiro Chagas representa uma narrativa histórica extensa baseada em trabalhos de historiadores nacionais e estrangeiros como Ferdinand Denis H. Schaefer Prescott Coelho da Rocha Herculano e Rebelo da Silva. Caracteriza-se por traços fundamentais da narrativa liberal: teoria política e voluntarista da formação de Portugal inspirada em Alexandre Herculano; rejeição de tradições míticas de fundação ainda comuns na primeira metade do século XIX como o milagre de Ourique e as Cortes de Lamego; adoção da tese da aliança da coroa com as classes populares contra as ordens privilegiadas; ausência de feudalismo em Portugal; valorização do municipalismo e da descentralização; e um juízo crítico acerca do absolutismo responsabilizando este juntamente com a Inquisição e a Companhia de Jesus pela decadência nacional. Em todos estes pontos Pinheiro Chagas seguia de perto a filosofia da história de Alexandre Herculano sem esquecer o seu providencialismo abstrato e a sua teoria relativa à função do indivíduo na história. No que respeita ao juízo negativo sobre os monarcas da dinastia de Bragança com exceção de D. Pedro V e de D. Luís bem como à aliança luso-britânica desde o século XVII o autor aproximava-se da crítica negativa que a este respeito viriam a desenvolver autores republicanos como Teófilo Braga Consiglieri Pedroso ou José de Arriaga. Manuel Joaquim Pinheiro Chagas Lisboa 1842 Lisboa 1895 foi um reputado jornalista escritor e divulgador histórico do século XIX. Filho de um major liberal formou-se no Colégio Militar na Escola do Exército e na Escola Politécnica mas enveredou pela carreira jornalística colaborando em periódicos como A Revolução de Setembro e O Diário da Manhã. Embora tivesse a patente de capitão nunca exerceu funções de combate dedicando-se à escrita de folhetins críticas literárias e obras historiográficas como a sua obra magna História de Portugal. Foi também deputado em nove legislaturas ministro da Marinha 1883-1886 professor no Curso Superior de Letras e membro de instituições como a Academia das Ciências. Reconhecido pelos contemporâneos pela sua retórica e erudição Pinheiro Chagas deixou um legado historiográfico e literário que moldou a consciência histórica das elites portuguesas até ao advento da República. José Augusto Barbosa Colen Lisboa 1849 Lisboa 1917 foi jornalista ensaísta e polemista com um percurso profundamente marcado pela militância ideológica e pela atividade crítica em publicações como A Actualidade A Opinião Social ou O Tempo. Embora formado em Medicina destacou-se sobretudo como escritor político e pensador social tendo produzido uma vasta obra centrada nos problemas da instrução pública da liberdade religiosa e da reforma do Estado. João Augusto Marques Gomes Aveiro 1853 1931 foi historiador memorialista e ensaísta destacando-se pela dedicação à história local e à valorização da identidade regional. Com uma formação eclética e grande erudição autodidata foi autor de obras como Memórias Históricas de Aveiro 1922 e colaborador assíduo da imprensa cultural da época. Ref.: Dicionário de Historiadores Portugueses: da Academia Real das Ciências ao Final do Estado Novo. em linha M-12-E-12 hardcover
réf. 2510SB004Historico Geographico Mythologico Biographico Artistico Bibliographico e Litterario. Dirigido por Manoel Pinheiro Chagas Sócio effectivo da Academia Real das Sciencias de Lisboa. Collaboradores: . Lallemant Frères Typ. Lisboa. 1876-1885. 14 Volumes encadernados em 7 de 31x23 cm. Com viii 392; iv 443; iv 484; iv 478; iv 413; iv 484; ii 410 ii; iv 468; iv 467; iv 476; iv 470; iv 463; iv 470; 286 i págs. Encadernações da época inteiras de pele com rótulos e ferros a ouro nas lombadas. Folhas de guarda decorativas. Texto disposto em duas colunas separadas por filetes simples no prólogo do primeiro volume e a três colunas separadas por filetes simples no resto da obra com as entradas em negrito. Primeira enciclopédia portuguesa de grande envergadura moldada pelo modelo de Larousse. Insere-se no constante trabalho de instrução popular e divulgação cultural a que Pinheiro Chagas se dedicou. Publicada ao longo de dez anos a obra passou por vários editores: volumes 1 e 2 por Lallemant Frères; volumes 3 a 7 pela Tipografia do Diário Ilustrado; volumes 8 a 10 pela Imprensa de Joaquim Germano de Sousa Neves; e os restantes todos pela Tipografia da Viúva Sousa Neves. Foram publicados mais dois volumes 15 e 16 com um suplemento ao Dicionário que geralmente não se encontram juntos como no presente exemplar. A folha de rosto apresenta a seguinte lista exaustiva dos colaboradores que transcrevemos respeitando a ortografia original: A. A. Torres Mascarenhas bacharel em direito e professor de phylosophia do Real Collegio Militar; A. Candido de Figueiredo bacharel em direito e socio da Academia Real das Sciencias; A. M. da Cunha Bellem bacharel em medicina cirurgião-mór do exercito e socio da Academia Real das Sciencias; Carlos Eugenio Correia da Silva capitão-tenente da marinha e membro da Commisão Central Permanente de Geographia; Delfim de Almeida jornalista e membro do Conselho Geral das Alfandegas; Francisco Palha bacharel em direito; Gastão da Fonseca jornalista; Guilherme Ennes medico pela escóla de Lisboa cirurgião-mor do exercito e socio da Academia Real das Sciencias; Ignacio de Vilhena Barbosa socio effectico da Academia Real dasSciencias de Lisboa; J. Fernandes Costa tenente de artilheria; José Ribeiro Guimarães doutor em leis pela Universidade de Coimbra 1.º official da Bibliotheca Nacional de Lisboa e redactor do Jornal do Commercio; J. J. Ferreira Lobo jornalista; Joaquim Martins de Carvalho director e redactor do Conimbricense; Luiz Augusto Palmeirim Socio da Academia Real das Sciencias de Lisboa; Marquez de Sousa Holstein dr. de capello pela universidade de Coimbra vice-inspector da Academia Real de Bellas Artes de Lisboa socio da Academia Real das Sciencias e membro da Comissão Central permanente de geographia; M. de Mendonça Balsemão jornalista; R. A. de Bulhão Pato socio effectivo da Academia Real das Sciencias de Lisboa; Severo Ernesto dos Anjos bibliothecario da Academia de Marinha; Visconde do Arneiro bacharel em direito; Visconde de Benalcanfor bacharel em direito socio da Academia Real das Sciencias e socio correspondente da Sociedade de Sciencias Economicas de Paris; Zacharias Aça professor. Manuel Joaquim Pinheiro Chagas Lisboa 1842 Lisboa 1895 foi escritor jornalista historiador e político português. Sócio efectivo da Academia das Ciências de Lisboa deputado par do Reino e Ministro da Marinha e Ultramar. Director de vários periódicos e fundador da Sociedade de Geografia de Lisboa destacou-se como romancista histórico e dramaturgo sendo figura central da cultura portuguesa oitocentista. Esta obra pesa mais de 5 kg e está sujeita a custos extra de envio. EN This work weighs more than 5kg. It is subject to extra shipping costs. Referências: Inocêncio XVI 294. M-19-F-2 unknown
réf. 2504ET1087Depoimento de dois cúmplices. Empreza Democratica de Portugal Editora. Lisboa. 1901. De 235x17 cm. Com ii iv ii 470 págs. Encadernação com lombada em tela e ferros a ouro. Profusamente ilustrado no texto com fotografias a preto e branco e vinhetas com apontamentos fotográficos; e em extratexto com retratos a reprodução de uma aguarela de Roque Gameiro e reproduções de documentos e de jornais da época sobre papel couché. Exemplar com danos na lombada e nas pastas manchas de humidade e assinatura de posse na folha de guarda posterior. Obra muito pormenorizada e bem documentada sobre a revolta republicana de 31 de Janeiro de 1891 na cidade do Porto. SACO ET029-28 hardcover
réf. 2406PG004Terceira edição. Continuada desde a chegada de D. Pedro IV à Europa até à morte de D. Maria II por J. Barbosa Cohen e dahi até aos nossos dias por Marques Gomes. Empreza das Historia de Portugal Sociedade Editora. Lisboa. MDCCCXCIX 1899 1909. 12 Volumes de 30x21 cm. Com xx 624; 638; 640; 640; 635; 638; 638; 626; 643; 632; 642; 600 págs. Encadernações do editor executadas por Alfredo David e por Paulino com lombadas em pele com finos ferros decorativos e pastas com belas estampas coloridas. Ilustrado com gravuras de página inteira e intercaladas no texto a preto e branco com retratos de personagens da História de Portugal com reproduções de monumentos recriações de acontecimentos históricos e brasões. Texto impresso a duas colunas separadas por filete simples. Contém palavras de apresentação da 3.ª edição e os prólogos da 1.ª e 2.ª edições. Cada volume inclui nas páginas finais uma explicação das respectivas gravuras. Exemplar com desgastes de manuseamento em geral com faltas de pele na lombada do 1.º volume Colecção completa em 14 volumes que abarcam o século XIX com contribuições de Barbosa Colen Marques Gomes e Eduardo Gallis autor dos dois últimos volumes dedicados ao Reinado de D. Carlos 1890-1908 com o subtítulo: Um Reinado Trágico. Obra muito importante para a difusão do conhecimento da História de Portugal por vastas camadas da população e extremamente notável por abarcar toda a história desde a fundação da nacionalidade até ao fim do reinado de D. Carlos em 1908 o que era pouco comum nas obras históricas desta época. EN 14 volumes. 30x21 cm. xx 624; 638; 640; 640; 635; 638; 638; 626; 643; 632; 642; 600; xliv 637; and 636 pp. Editors binding by Alfredo David and Paulino quarter calf with decorative gilt tools and boards covered with beautiful colour prints. Illustrated with full-page prints and black and white prints in text with portraits of figures of Portuguese History of monuments historical events and coats of arms. Text printed in two columns separated by a single fillet. It contains the Presentation for the 3rd edition and the Prologues for the 1st and 2nd editions. Each volume includes in the final pages an explanation of the respective prints. Copy with contemporary ownership title on the endpapers of all volumes. A complete collection in 14 volumes covering the 19th century with contributions by Barbosa Colen Marques Gomes and Eduardo Gallis author of the last two volumes dedicated to the Reign of D. Carlos 1890-1908 with the subtitle Um reino trágico A Tragic Reign. This work is very important for the knowledge of the History of Portugal to be spread among large sections of the population and it is extremely remarkable for covering the whole history from the foundation of the nationality to the end of the reign of D. Carlos in 1908 which was unusual in the historical works of this time. Ref.: Inocêncio XVI 291 nº 2589 M-19-F-1 hardcover
2024réf. __2370742178Editions Skira Paris 2024. Hardcover. New. bilingual edition. 206 pages. 12.00x9.25x1.00 inches. Editions Skira Paris hardcover
réf. 2312DG101Romance Histórico. Romances dos Bons Auctores Portuguezes I. Empreza da Historia de Portugal Sociedade Editora. Livraria Moderna. Typographia. Lisboa. 1899. De 23x165 cm. Com iv 318 i págs. Encadernação inteira de tela de Paulino-Encadernador. Ilustrado no texto com cabeções ornamentais e desenhos a preto e branco de Roque Gameiro reproduzidos por P. Marinho. Manuel Joaquim Pinheiro Chagas Lisboa 1842 - 1895 foi escritor jornalista e político historiador e dramaturgo tendo escrito inúmeros romances históricos e diversas peças de teatro. Foi director de vários periódicos de Lisboa. Exerceu as funções de deputado e de Par do Reino. Foi Ministro da Marinha e Ultramar na momento histórico da partilha europeia da Ãfrica; e um dos fundadores da Sociedade de Geografia de Lisboa. SACO DG040-40 hardcover
réf. 2307JS170Romance historico. Romances dos Bons Auctores Portuguezes I. Empreza da Historia de Portugal. Lisboa. 1899. De 215x165 cm. Com iv 318 i págs. Encadernação com a lombada e cantos em tela azul. Ilustrado no texto com cabeções ornamentais e desenhos a preto e branco de Roque Gameiro reproduzidos por P. Marinho. Exemplar com leve picos de acidez no corte superior das folhas leve desgaste na margem inferior da pasta anterior manchas de oxidação nas folhas assinaturas de posse nas folhas de rosto e de anterrosto e apontamento a tinta na página 318. I-204-C-5 hardcover
réf. 2306JS013Ilustrado por Artur Correia. Bertrand Editora. Lisboa. 2002 e 2003. 2 Volumes de 3605x215 cm. Com 250 v; 184 v págs. Encadernações do editor. Profusamente ilustrados a cores. Exemplar com leve sinais de manuseamento e picos de acidez nas folhas preliminares e finais. I-21-A-31 unknown
réf. 2309JS165Historico Geographico Mythologico Biographico Artistico Bibliographico e Litterario. Dirigido por Manoel Pinheiro Chagas Sócio effectivo da Academia Real das Sciencias de Lisboa. Collaboradores: . Lallemant Frères Typ. Lisboa. 1876-1885. 1886. 1890. 16 Volumes encadernados em 8 de 31x22 cm. Com viii 392 iii 443; iii 484 iii 478; iii 413 iii 484; iii 410 v 468; iii 467 476; iii 470 iii 463; 470 286 i; iii 492 iii 431 i págs. Encadernações inteiras de pele com dois rótulos nervos e ferros a ouro nas lombadas. Folhas de guarda em papel marmoreado. Exemplar com leve desgaste nas lombadas manchas de oxidação e picos de acidez nos cortes das folhas folhas preliminares e finais ocasionais restauros nas folhas e pequenos rasgos sem perca de papel nos cortes de algumas folhas de todos os volumes; nota a lápis na folha de anterrosto dos volumes 1 2 7 9 13 e 14; alguns rasgos com perca de papel afetando a leitura em poucas páginas dos volumes 5 6 e 14; ausência da folha de rosto e anterrosto no volume 10; Correção de a lápis n folha de rosto do 11 volume onde diz "10.º" foi rasurado e escrito "11.º Vol." abaixo; severa mancha de humidade que se estende da primeira folha à página 10 do 11.º volume; nota a lápis na folha de rosto do volume 16 e leve rasura a tinta esferográfica afetando parcialmente a palavra 'evangelho' que se encontra na segunda linha da segunda coluna da página 286 do Volume 14. Volumes 3 a 7 publicados pela Tipografia do Diário Ilustrado Volumes 8 a 10 publicados pela Imprensa de Joaquim Germano de Sousa Neves e os restantes - 11.º ao 16.º publicados pela Tipografia da Viúva Sousa Neves. O último volume que contém os volumes 15 e 16 é um suplemento do Dicionário. Texto disposto em duas colunas separadas por filetes simples no prólogo do primeiro volume e a três colunas separadas por filetes simples em toda a obra com as entradas em negrito. Obra muito importante e influente no século XIX que foi a primeira em Portugal com a sua extensão e abrangência. Insere-se no constante trabalho de divulgação da cultura a que Pinheiro Chagas se dedicou e está também conforme com a sua defesa da instrução popular. A folha de rosto apresenta a seguinte lista exaustiva dos colaboradores: A. A. Torres Mascarenhas bacharel em direito e professor de phylosophia do Real Collegio Militar; A. Candido de Figueiredo bacharel em direito e socio da Academia Real das Sciencias; A. M. da Cunha Bellem bacharel em medicina cirurgião-mór do exercito e socio da Academia Real das Sciencias; Carlos Eugenio Correia da Silva capitão-tenente da marinha e membro da Commisão Central Permanente de Geographia; Delfim de Almeida jornalista e membro do Conselho Geral das Alfandegas; Francisco Palha bacharel em direito; Gastão da Fonseca jornalista; Guilherme Ennes medico pela escóla de Lisboa cirurgião-mor do exercito e socio da Academia Real das Sciencias; Ignacio de Vilhena Barbosa socio effectico da Academia Real dasSciencias de Lisboa; J. Fernandes Costa tenente de artilheria; José Ribeiro Guimarães doutor em leis pela Universidade de Coimbra 1.º official da Bibliotheca Nacional de Lisboa e redactor do Jornal do Commercio; J. J. Ferreira Lobo jornalista; Joaquim Martins de Carvalho director e redactor do Conimbricense; Luiz Augusto Palmeirim Socio da Academia Real das Sciencias de Lisboa; Marquez de Sousa Holstein dr. de capello pela universidade de Coimbra vice-inspector da Academia Real de Bellas Artes de Lisboa socio da Academia Real das Sciencias e membro da Comissão Central permanente de geographia; M. de Mendonça Balsemão jornalista; R. A. de Bulhão Pato socio effectivo da Academia Real das Sciencias de Lisboa; Severo Ernesto dos Anjos bibliothecario da Academia de Marinha; Visconde do Arneiro bacharel em direito; Visconde de Benalcanfor bacharel em direito socio da Academia Real das Sciencias e socio correspondente da Sociedade de Sciencias Economicas de Paris; Zacharias Aça professor. Esta obra pesa mais de 5 Kg. e está sujeita a cobrança de portes adicionais. / This work weighs more than 5 Kg. and is subject to extra shipping charges. I-207-F-2 unknown
réf. 2414446595.Gpaperback. Good. Access codes and supplements are not guaranteed with used items. May be an ex-library book. paperback
2013réf. __1904982875Archetype Pubns 2013. Paperback. New. 259 pages. 11.25x8.00x0.60 inches. Archetype Pubns paperback
réf. A9789058679949Paperback / softback. New. paperback
réf. 12417000-nnew. unknown
réf. 46711298-nnew. unknown
réf. MLU679612822New. Todos los grandes clásicos Disney poseen secuencias de culto: la transformación de Cenicienta en la hermosa desconocida que fascina al príncipe la cena romántica de los protagonistas caninos de "La dama y el vagabundo" el mágico vuelo nocturno de Peter Pan y Wendy. Descubre en este libro las 50 escenas más hermosas de las obras de arte Disney y reinterprétalas a tu gusto con los colores que elijas. Vuelve a sumergirte con estas secuencias en la magia de los grandes clásicos Disney y disfruta del placer de crear. Autor: Capucine Sivignon. Idioma: Spanish. ISBN: 9788416857692. Ejemplar nuevo. Referencia: MLU679612822. Spanish-language edition. Ships from Uruguay with full tracking. Every book is individually wrapped with care and securely packed so it reaches you in excellent condition. Looking for a title you can't find We source books on request. Thank you for letting us serve you. Amado Libros Montevideo. Edición en español. Enviamos desde Uruguay con seguimiento completo. Cada libro va envuelto con cuidado y bien protegido para que llegue a sus manos en excelentes condiciones. ¿Busca un título que no encuentra Conseguimos libros por encargo. Gracias por permitirnos servirle. Amado Libros Montevideo. unknown
2016réf. Gyan-9789333609869Facsimile Publisher 2016. Hardcover. New. 22.59 x 14.34 x 3.67 cm. English Facsimile Publisher hardcover
2016réf. Gyan-9789333609869Facsimile Publisher 2016. Hardcover. New. 22.59 x 14.34 x 3.67 cm. English Facsimile Publisher hardcover
réf. 650008618X.Gpaperback. Good. Access codes and supplements are not guaranteed with used items. May be an ex-library book. paperback
réf. B9781509961535Paperback / softback. New. This book analyses cases of judicial avoidance: what happens when courts leave some or all of the merits of a case undecided It explores examples of justiciability assessments and deferential approaches regarding the decision of another authority and examines legitimacy issues involving judicial avoidance. The reader is presented with answers to two fundamental questions that guide the development of the book: - Is it legitimate to practise judicial avoidance - How could judicial avoidance be practised legitimately The conflict of competences which often emerges in instances of judicial avoidance is an important book baseline. From this conflict the book considers and defends the possibility of applying ‘formal balancing’ to provide a clearer structure of the exercise of justiciability and judicial deference. The ‘formal balancing’ methodology is based on Alexy’s principles theory and its connection with judicial avoidance represents a significant contribution and novel point in constitutional adjudication. paperback
réf. B9781433197130Hardback. New. The book also provides a plethora of examples and analytical samples drawn from the celebrated fugues of Johann Sebastian Bach. It walks students through different elements of fugal counterpoint and their mechanisms offering a list of exercises and reflection activities at the end of each chapter. hardcover
réf. ria9781433197130_inpHardcover. New. New Book; Fast Shipping from UK; Not signed; Not First Edition; The book also provides a plethora of examples and analytical samples drawn from the celebrated fugues of Johann Sebastian Bach. It walks students through different elements of fugal counterpoint and their mechanisms offering a list of hardcover
réf. ria9789058679949_inpPaperback. New. New Book; Fast Shipping from UK; Not signed; Not First Edition; Unsayable Music presents theoretical critical and analytical reflections on key topics of contemporary music-including acoustic electroacoustic and digital music-and audiovisual and multimedia composition. paperback
réf. 233254559X.Gpaperback. Good. Access codes and supplements are not guaranteed with used items. May be an ex-library book. paperback